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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

O ENIGMA DA LÂMPADA QUE NÃO APAGA E FUNCIONA DESDE 1.901 NA CALIFÓRNIA NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRIACA (USA)




O ENIGMA DA LÂMPADA QUE FUNCIONA DESDE 1.901
Ela é uma lâmpada tão famosa que tem a própria página na internet, um perfil no Facebook e até uma câmera exclusiva que a filma dia e noite. 
É a Lâmpada Centenária (Centennial Bulb, em inglês), que, segundo o Livro Guinness dos Recordes, é o foco de luz elétrica que há mais tempo está aceso em toda a história. 
A lâmpada fica em uma unidade dos bombeiros na cidade de Livermore, na Califórnia (EUA). Ainda no século passado, em 1901, os bombeiros queriam manter iluminados seus alojamentos dia e noite para poderem responder com prontidão quando necessário. Decidiram, então, instalar uma lâmpada. 
Ela foi doada por um empresário local e fabricada à mão por uma empresa pioneira no setor. 
Décadas se passaram e, exceto breves cortes de energia e duas mudanças, a lâmpada continuou iluminando o ambiente. 
Em 2001, quando completou um século, ganhou oficialmente o título de Lâmpada Centenária. E, no dia 18 de junho deste ano, completou 117 anos com mais de 1 milhão de horas de uso. E continua funcionando. 
'OPERAÇÃO TRANSLADO' 
Os bombeiros que instalaram a lâmpada no começo do século passado dividiam o escritório com a polícia. Quando ambos os departamento se mudaram, a lâmpada foi levada para a nova unidade. 
Em 1976, quando o foco de luz já havia entrado para o Guinness, os bombeiros se mudaram novamente para outra sede. 
As autoridades da Califórnia planejaram uma grande operação para cuidar da famosa lâmpada durante o translado. 
Para começar, cortaram o cabo por temer que, ao desenroscá-la, poderiam quebrá-la. Depois, um caminhão dos bombeiros e a polícia escoltaram a lâmpada até o novo lugar: a estação número 6 dos bombeiros, onde, ainda hoje, continua iluminando. 
Segundo os registros, ela só ficou apagada por um total de 22 minutos, quando foi transferida - e nunca passou um dia inteiro sem funcionar. 
DO QUE É FEITA A LÂMPADA QUE NÃO APAGA 
A lâmpada centenária foi feita à mão em 1897 pela Shelby Eletronic Company, empresa que já não existe mais. O fundador da empresa, Adolphe Chaillet, era um dos rivais do famoso inventor Thomas Edison. 
A lâmpada de Chaillet que entrou para a história mede oito centímetros e tem uma forma mais arredondada que as lâmpadas modernas. Acredita-se que, originalmente, era uma lâmpada de 30 watts. Com o tempo, contudo, enfraqueceu. Atualmente emite uma luz tênue, de aproximadamente 4 watts. 
Esse pode ser um dos segredos que ainda a fazem brilhar. 
Um ponto considerado chave para explicar por que a lâmpada ainda emite luz está em seu interior. Em 2007, a física Debora Katz, da Academia Naval dos EUA, analisou outras lâmpadas da mesma coleção que a Centenária - que não pode ser trocada pelo receio de que quebre. Ela descobriu duas diferenças significativas em relação às lâmpadas comercializadas atualmente. 
Em primeiro lugar, o filamento é oito vezes mais grosso que o de uma lâmpada moderna. Em segundo, que esse filamento, possivelmente feito de carbono, é semicondutor. Assim, quando a lâmpada esquenta, os filamentos se convertem em um condutor mais potente - em contraste com o comportamento de filamentos atuais, que perdem potência quando esquentam. 
TEORIA DA CONSPIRAÇÃO 
Os especialistas também assinalam que, ironicamente, o fato de estar presa no mesmo soquete e jamais ter sido apagada também pode contribuir com a sua longevidade. 
O desgaste em acender e apagar lâmpadas incandescentes é maior do que quando ela permanece acesa continuamente. Isso acontece porque os filamentos aquecem e esfriam, fazendo com que o material dilate e contraia, o que provoca o surgimento de microfissuras e reduz a vida útil das lâmpadas. 
Apesar dessas explicações, tanto Katz quanto outros especialistas reconhecem que há um certo mistério no fato de a lâmpada estar funcionando há tanto tempo. 
EM 2010, UM DOCUMENTÁRIO ESPANHOL SUGERIU UMA POLÊMICA EXPLICAÇÃO. 
O filme A Conspiração da Lâmpada de Luz (The Light Bulb Conspiracy, em inglês), que em espanhol levou o nome de Comprar, tirar, comprar, afirma que a Lâmpada Centenária seria uma prova do que chamou de "obsolescência programada". 
Trata-se da teoria de que produtos são feitos com uma vida útil limitada, para fomentar o consumo. Segundo a documentarista Cosima Dannoritzer, enquanto inventores como Chaillet aspiravam criar lâmpadas de longa duração, um acordo secreto de fabricantes firmado em 1924 teria resultado na decisão de limitar a vida útil dos produtos. 
Atualmente, as lâmpadas de LED duram de 25 mil a 50 mil horas. Já as fluorescentes têm vida útil de 6 mil horas e as incandescentes de 1 mil horas. 
Em meio à polêmica assinalada pelo filme, a Lâmpada Centenária já dura mil vezes mais do que isso e chega, neste ano, à mesma idade da pessoa mais velha do mundo - Chico Miyako, do Japão, que completou 117 anos este ano. 

Fonte dos textos e fotos: Bbc.com/portugues / msn.com / Thymonthy Becker / Charlie Styforlamber

OS SONHOS QUE SONHEI
EVOLUÇÃO

De uma pequena lesma para um homem adulto em apenas alguns minutos e parecia que não ia parar.
Estava num local, que parecia ser um grande galpão de uma grande indústria. Estava ao lado de um pote de vidro que deveria ter uns 50 centímetros de altura. Dentro deste pote havia uma árvore em miniatura que vinha até a borda. Lá no fundo vi uma pequena lesma preta, com cara de urso. Ele se arrastejava. Então fiquei pensando que o urso em miniatura que tinha ali, havia morrido. Imaginei que talvez tivesse outro ovo ali e nasceu aquela lesma urso.

Este urso lesma começou a beber água que havia no fundo do pote. Nisto ele começou a crescer. Apareceram os braços. Nisto ele começou a subir por aquela árvore. Continuou crescendo e ficou pendurado num ganho, tentando subir. Havia alguns espinhos nesta árvore em miniatura. Ele foi tocando com as patas, para ver se tinha espinho e continuou subindo. Nisto ele chegou na boca do pote, mas já tinha o formato de uma criança em miniatura, que usava apenas uma fralda.


Esta criança pulou do pote e sai correndo. Havia uma escada que ia até o telhado do galpão, que era feito de folha de zinco. Esta escada estava ali, porque alguém tinha ido lá em cima, tampar um buraco que havia no telhado. Esta criança começou a subir esta escada, e quando chegou lá em cima, já era um homem. Ele retirou o pedaço do telhado que alguém havia colocado lá, para tampar o buraco, e saiu por ele. Nisto chegou alguém perto de mim, dizendo que tinha as fotos do homem que saiu pelo telhado.


Disse a pessoa que veio me mostrar as fotos: 
__Mas já? Ele acabou de sair! 
Esta pessoa então disse que eu não tinha feito nada para impedi-la de sair. Nisto ouvimos um grito e fomos ver o que era. Pouco adiante tinha uma lagoa, de onde saia uma espécie de cobra, que deveria ter uns 5 metros, mas a cara era de bicho. Havia várias delas. Elas atacavam os bichos que estavam ali bebendo água. Onde elas mordiam, partiam ao meio. Elas mordiam os bichos que estava ali e mordiam umas as outras também.


Esta pessoa que estava do meu lado me chamou para ajudar os bichos. Disse à ela:
__Eu que não vou arriscar minha vida. Quero viver pelo menos mais 80 anos.
Sai correndo dali e fui embora.

SONHOS INUSITADOS



sexta-feira, 9 de novembro de 2012

FOGO QUE NÃO QUEIMA


--> Estava vindo na rua carregando um vídeo game que tinha a forma de uma cpu de computador. Levava aquele vídeo game para alguém. O Fernando tinha consertado aquele vídeo game e eu ia entregá-lo. passei por dois meninos que carregavam um computador e estava pegando no chão a tampa lateral de uma cpu. Parei perto deles e disse que aquela tampa era do vídeo game que eu carregava e tinha perdido. Eles me entregaram esta tampa e fui indo embora. Entrei em uma casa onde havia uma garagem que vários carros. Havia dois homens carregando algo que parecia estar pesado e era quadrado. Nisto uma labareda de fogo saiu daquele pacote que os homens carregava e o fogo se espalhou pelos carros. Gritei que estava pegando fogo nos carros, mas os homens disseram que era só no vapor da gasolina e que logo ele se apagaria. O fogo realmente foi se apagando, mas ficou pegando fogo na carroceria de uma caminhonete pequena. Sai correndo para fora com medo de explodir tudo. Lá fora fiquei olhando a caminhonete pegar fogo e pensando se legava ou não para os bombeiros. Nisto o fogo começou a sumir e desapareceu. Não deixou nenhuma marca de queimado em nada, como se nunca tivesse ocorrido aquele fogo ali.

domingo, 15 de julho de 2012

NO GRANDE LAGO

Estava no que seria um campo no meio da mata. Havia uma casa e um grande lago. Tudo em volta era gramado e tinha algumas árvores. Estava dentro de um barco que estava no meio deste lago, com dois bombeiros e mais duas pessoas. Dentro do barco estava minha mãe, que estava embalsamada. Ela estava enrolada em faixas e com uma corda amarrada na cintura. Os bombeiros iriam jogá-la naquele lago, que este era o costume. Eles a jogaram e foram dando corda, que deveria ter uns dez metros. Mas ai um gritou que ela estava respirando. Eles então a puxaram para dentro do barco. No barco tiraram as faixas e a levaram para aquela casa. Perguntei aos bombeiros como aquilo era possível, se ela estava cheia de formol. Eles disseram que isto podia acontecer e que o formol seria aos poucos sendo eliminado do corpo. Na cama minha mãe disse que ninguém iria comer o bolo até que ela ficasse boa. Sai para fora e lá estavam alguns de meus irmãos. Eles queriam comer o bolo. Então disse a eles para distraírem minha mãe, peguei uma espátula e disse que partiria o bolo. Fomos para dentro e meus irmãos ficaram conversando com minha mãe, enquanto eu fui em direção ao bolo, sem que ela mi visse. Mas ela gritou me perguntando o que eu fazia perto do bolo. Eu disse que nada. Ela então mandou sair de lá, pois não queria que partissem o bolo.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

DESFILANDO NO CARRO DA BAND

Estava num local, que era no meio de mato. Havia uma estrada que terminava ali perto de onde eu estava. Havia uma pessoa comigo, acho que era o Gueds. Eu estava com os aparelhos para fazer a medição da qualidade do ar. Nisto veio chegando um carro naquela estradinha e parou um pouco adiante. Então o Gueds me disse que era o Henrique. Eu então disse para o Gueds que ele iria achar ruim de eu estar fazendo a medição. O Gueds disse que ele sabia que era eu. Eu fiquei na frente do painel fazendo as anotações. O Henrique chegou e perguntou se estava tudo certinho. Eu disse que sim. Ele ficou do meu lado e começou a conversar com o Gueds. Fui para dentro de uma espécie de terreno cercado por um muro muito alto. Havia outras pessoas comigo. Nisto terreno tinha uma chaminé bem alta, feita de ferro, parecendo àquelas chaminés de siderurgia. Nisto veio a Fernandinha, acompanhada de um cara, só que ela tinha quatro anos. Ela ficou olhando as coisas que tinham num armário. Perguntou-me se eram brinquedos. Eu disse que sim. Nisto ela foi para outro armário e pegou uma extensão elétrica que eu tinha. Ela era bem grande. De repente vi esta extensão colocada, uma ponta lá na plataforma que tinha no alto da chaminé e a outra esta na mão da Fernandinha lá em baixo. Eu imaginei que ela estivesse brincando de telefone e pensei como ela poderia ter colocado uma ponta da extensão lá em cima. Então percebi que foi o cara que veio com ela. Imaginei que se a extensão caísse iria quebrar. Depois pensei que não teria problemas, não era tão cara assim e eu compraria outra. Nisto ouvi certa gritaria do lado de fora do muro. Alguém lá dentro disse que era o enterro que ia começar, outro disse que era uma festa. Então eu fui subir nesta chaminé para ver do lado de fora. Eu subia as escadas com dificuldades, fazia muito força para subir e quase não conseguia. Quando pude olhar por cima do muro, vi várias pessoas andando, parece que seguiam algo. Eu não conseguia ver os rostos destas pessoas, Só via os vultos. Então descia e todos nós que estávamos dentro deste galpão, saímos num caminhão. Spo que este caminhão tinha a carroceria como as do Corpo de Bombeiros, quando leva alguma celebridade para desfilar. Eu então dizia que a gente tinha saído com o caminhão da Band. (Rede Bandeirantes de Televisão) Eu ficava repetindo que a gente estava no caminhão da Band e se eles vissem ia ser um problema. Depois eu disse que o Milton Neves, da TV bandeirante, que era o responsável pelo caminhão, não iria achar ruim. Nisto o caminhão virou à esquerda e neste instante a gente já estava a pé. Do meu lado estava minha mãe, e logo em seguida tinha uma mulher morena, que andava com dificuldade, Eu tinha a sensação que todos estavam muito tristes. Não via sorriso no rosto de ninguém. Continuamos andando e eu continuava com aquela sensação de tristeza profunda. Nisto um homem, também moreno veio de encontro a esta mulher que andava com dificuldades. Nisto minha mãe voltou. Então esta mulher disse para este homem que não era para ele ter pintado. O tal homem disse que já estava terminando. Eles saíram conversando e eu fiquei sozinho.