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CORRENDO ATRÁS

-->Vinha por uma rua carregando alguma coisa embrulhada em uma sacola. Passei por algumas pessoas que iam ao mesmo sentido que eu. Quando cruzei com um rapaz que vinha no sentido contrário, ele me parou oferecendo uma sacola para eu colocar o que carregava nas mãos. Mostrei a ele que eu já estava com sacola, só que havia feito ela de embrulho. Ele insistiu, mas eu não quis. Ele então veio me seguindo. Nisto veio outro rapaz e começou a nos seguir. Quando cheguei à casa da mamãe e entrei, os dois entraram também. Fiquei pensando o que os dois estavam querendo ali. Eles entraram como se fosse de casa. Entreguei o embrulho para a mamãe e fui para um quartinho que tinha a porta virada para o alpendre. Os dois entraram comigo lá. O chão do quartinho estava cheio de lama, isto porque o piso era de terra e havia caído água lá. Um destes rapaz depois de pisar nesta lama, sentou na minha cama e colocou os pés na parede. O quartinho tinha três metros de comprimento por dois de largura. Nisto chegou o Ricardo e reclamou com ele o fato dele estar sujando a parede. Ele então tirou a camisa e foi limpar a parede. O outro rapaz veio ajudar a limpar a parede. Minha mãe chegou ali e me entregou algo, depois disse que o almoço estava pronto e que era para a gente ir almoçar.


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Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

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DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
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POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

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