Mostrando postagens com marcador fugindo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fugindo. Mostrar todas as postagens
domingo, 18 de agosto de 2013
PERSEGUIÇÃO NO LABIRINTO
Marcadores:
brazil,
CORRENDO,
correndo no labirinto,
fugindo,
labirinto,
labirinto de milho,
milharal,
milho,
perseguição,
preso no labirinto,
sonho
Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
.
sábado, 17 de agosto de 2013
MULHERES ALIENÍGENAS
Marcadores:
Alienígenas,
arma a laser,
bananeiras,
brazil,
chorando,
exterminando,
fugindo,
helicóptero,
nathalia,
praça,
pulverizando,
sonhando,
SONHOS
Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
A PROMESSA
Estava dentro de um cômodo queficava numa esquina. Este cômodo tinha dois metros x dois. Uma das paredes docômodo, que dava para a rua, era de vidro. Estava La dentro sentado, segurandoum violão. Havia mais duas pessoas comigo. Nisto passou uma mulher na rua eficou me olhando pela parede de vidro. Depois foi embora. Depois voltaram ela eoutra pessoa que me conhecia. Esta pessoa ficou dizendo que eu disse estarviajando, mas estava li na cidade. Então tentei explicar que disse aquilo, paraque ninguém me incomodasse, queria ficar longe de parentes e conhecidos por umtempo, mas que eu viajaria sim, mas no outro dia. Esta pessoa continuoufalando. Então fiquei pensando que eu deveria ter viajado há mais tempo, assimficaria livre das pessoas que me cercavam.
Marcadores:
brigando,
casa de vidro,
comodo de vidro,
falsa promessa,
fugindo,
fugindo das pessoas,
me escondendo,
promessa. a promessa,
tocando violão,
violão
Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
Newark, NJ, USA
sábado, 16 de julho de 2011
FUGINDO PELO ESTREITO BURACO
Vinha por um corredor correndo de alguém. Entrei em um cômodo onde não havia janelas. Nisto a porta fechou e fiquei preso dentro deste cômodo. A única luz que tinha vinha de um pequeno buraco na parede, rente ao chão, que deveria ter uns 10 centímetros de altura e 20 de largura. E havia três pequenas barras de ferro, neste buraco, como se fosse uma grade, nisto ouvi alguém tentando abrir a porta. Pulei no chão e com esforço grande, querei as três barras de ferro que tinha naquele buraco e fui pensando que seria possível passar por ali. Fui tentado passar a cabeça e não sei como, fui passando por aquele pequeno buraco, até que cheguei do outro lado. Ao sair, vi que a pessoa que corria atrás de mim, vinha também passando por aquele buraco. Fiquei pensando como ela conseguia passar por ali. Sai correndo, entrei numa mata fechado e me perdi no meio da densa mata.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
FICANDO INVISÍVEL, PARA FUGIR DA MULHER GIGANTE

Estava indo por uma rua, quando vi algumas pessoas correndo. Então vi que vinha atrás destas pessoas, uma mulher que deveria ter uns 4 metros de altura. Sai correndo também. Entrei no quintal de uma casa, e a contornei até o fundo. Nisto a tal mulher veio justamente atrás de mim. Entrei dentro da casa e fiquei pensando o que faria para não ser pego por aquela mulher. Nisto vi quando sua barriga passava na altura da janela do quarto onde eu estava. Então pensei que a única maneira de escapar dela, seria ficando invisível. E assim o fiz. Fiquei invisível. Mas fiquei imaginando se ela fosse capaz de ver quem estivesse invisível. Então subi na janela, pulei lá em baixo e sai correndo. Só que a tal mulher gigante, olhou na minha direção e veio atrás de mim. Então fiquei pensando ter sido bom ter saído correndo, porque a mulher via mesmo quem estivesse invisível. Fiquei imaginando como eu conseguiria escapar dela, visto que ela já estava me alcançando. Então vi que a única maneira, seria sair voando. Deu um pulo e sai voando. A tal mulher parou e ficou me olhando, sem poder fazer nada. Eu a olhava lá de cima, me dando por satisfeito por ela não conseguir voar.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
ENCONTRO INEVITÁVEL
Era noite. Vinha pela Rua Goiás, e virei descendo a Avenida Antonio Olímpio de Morais, em direção ao Esplanada. Ao meu lado veio um homem e começou a falar muito, mas eu não entendia nada do que ele dizia. Quando cheguei na Rua Pernambuco, sai correndo, dei um e fui voando a uma altura de uns 2 metros do chão, até a linha da rede, que divide o Esplanada com o Centro. Quando pousei, o tal homem estava do meu lado, falando do mesmo jeito e eu sem entender nada do que dizia. Fiquei imaginando com ele teria chegando tão rápido ali. Atravessando a linha, dei um pulo para cima e fui voando para cima até uma altura de uns 50 metros, depois fui descendo e voltei praticamente no mesmo local. Continuei andando e o tal homem continuava falando. Depois que atravesse a linha, corri novamente, dei um pulo e voei mais um pouco. Quando desci o homem estava do meu lado, falando coisas que eu não entendia nada. Fiquei pensando porque aquele homem não estranhava o fato de eu voar. Imaginei que ele ficaria assustado. Mas ele não importava com isto, como se fosse normal o fato de eu poder voar. Chegando a frente da casa da minha mãe, decide entrar. Pois assim ficaria livre daquele homem. Quando entrei na sala, o tal homem estava sentado no sofá. Olhei para mim e disse: __que demora__.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
COM O CARRO VELOZMENTE
Havia eu e mais três pessoas. A gente tinha que viajar de carro para um local. Uma das pessoas saiu a pé e não voltava. Havia uma que era o dono do carro e estava reclamando muito da pessoa ter sumido. Então peguei o carro e sai dirigindo velozmente pelas ruas. Estava decidido a ir sozinho para a tal cidade. Ia muito rapidamente, até que me dei conta que estava voltando para o local de onde tinha saído. Nisto um dos três homens, que seria o dono do carro, me viu e sai correndo atrás de mim. Entrei numa rua onde havia várias pessoas. As pessoas começaram a gritar “pega” “pega” “pega”. Olhei para trás e vi que o homem vinha correndo. Eu acelerava o carro, mas ele ia lentamente. O tal homem foi aproximando, e quando chegou próximo ao carro,sai do carro e fugi correndo
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
FUGINDO DO MONSTRO
Estava com uma pessoa, numa casa que não sei qual era. A gente corria de um monstro, que tinha cara de leão e corpo de dragão. Ele corria atrás da gente, que corria em volta daquela casa. Só que toda vez que ele ia pegar a gente, ele desaparecia. Daí a gente começava a andar, para ir para dentro da casa, ele aparecia novamente. A gente corria novamente e ele vinha atrás, fazendo um barulho parecido com de um rugido de Leão. Nisto ele não pareceu mais. Então saímos daquela casa.
domingo, 14 de dezembro de 2008
CORRENDO DE ASSALTANTES
Estava em minha casa, era noite. peguei um pedaço de papel e fui escrever algo, que não lembro. O papel tinha muita coisa escrita, então escrevi num cantinho do papel. Sai dali e quando cheguei à esquina da Rua Minas Gerais com Vinte e Hum de Abril, vi que eu estava carregando um pano de prato na mão, e não o papel que eu tinha escrito algo. Enfiei a mão em meu bolso para procurar o papel e vi que tinha outro pano de prato em meu bolso, mas o papel estava lá também. Nisto percebi que vinha duas pessoas atrás de mim. Eu pensei que fossem assaltantes, então voltei correndo, passando por eles. Ao correr, vi que tinha outro homem um pouco mais a frente. Passei correndo por ele também, só que ele veio correndo atrás de mim. Quando eu atravessei a rua, ele ja não me seguia.
domingo, 9 de dezembro de 2007
A ROUPA, OS CACHORROS E VOANDO FUGINDO DO MONSTRO
Eu estava num quintal de uma casa. Era dia, mas não havia sol. Eu cheguei perto e um tanque de lavar roupa, que era feito de tijolos. Ele era retangular e bem grande. Eu tinha colocado de um lado, água com sabão em pó e Qboa. Chegando lá, vi que as roupas todas estavam dentro desta água, inclusive as coloridas. Daí eu comecei a falar que iria manchar toda a roupa. Eu não sabia quem tinha feito aquilo. Então peguei um edredom e alguns lençóis e levei e coloquei em cima de uma cama num quarto da casa. Voltei ao tanque e comecei a enxaguar as outras roupas, para que eles não manchassem. Nisto, do tanque, eu olhei para a janela do quarto onde eu tinha colocado o edredom e os lençóis e não vi nada. Fui até lá, abaixei entre as duas camas que tinham ali, olhei em baixo de ambas, procurando pelos lençóis e edredom. Em baixo de uma cama, vi um objeto estranho que nunca tinha visto. Em baixo da outra, vi uma chave de carro. Eu peguei a chave, levei até um homem que estava encostado no muro deste quintal e entreguei a ele dizendo que era para levar o carro. Não sei para fazer o que. Mas disse a ele que tinha que encher o tanque e depois fazer o que deveria. Ele então me disse que tinha que trocar o cheque. Eu disse a ele que iria dar a ele dinheiro mesmo, não era cheque. Eram 100 reais, que ele deveria abastecer e o troco, comprar calça jeans. Nisto lembrei que eu tinha que buscar o almoço. Mas como eu não tinha certeza se já estava aberto, sai para ver se já tinham aberto. Quando sai, as ruas tinham um metro de largura, havia casas de um lado só, mas estas casas eram pequenas e só tinham a frente. Eu deveria ir reto, mas virei a direita indo ao sentido errado e fui subindo as ruas, já que uma rua ficava a uns 10 metros acima da outra, todas com um metro de largura e fachada de casas bem pequenas de um lado só. Nisto cheguei na última rua, então percebi que tinha ido para o lado errado. Então vi que não tinha trago às marmitas e que deveria voltar para buscá-las. Mas eu fui indo por esta última rua. Pouco à frente vi três cachorros. Percebi que eles iriam correr atrás de mim, sai correndo. Eles começaram a me persegui. Mais à frente vi dois cachorros. Então imaginei que eles não iriam deixar os outros cachorros passarem por ali e assim eu passaria sem problemas. E isto aconteceu. Os cachorros começaram a brigar e eu pude ir em frente. Nisto cheguei no final desta rua, que dava para um muro muito alto. Ele tinha uns 10 centímetros de largura, na parte de cima. Eu então subi neste muro e sai correndo, embora fosse estreito em cima, eu corria sem medo e não errava as passadas. Fui correndo e este muro para o centro de um grande alagado que estava todo coberto por matos. Quase não se via a água. Ele ia ficando cada vez mais alto, deveria ter uns 20 metros de altura. Até que ele termina na copa de uma grande árvore que tinha ali no centro do alagado. Numa rua, também de um metro de largura, que contornava este alagado, vinham 3 homens. Embora eu estivesse longe, ouvi os três se perguntarem o que eu estava fazendo ali. Eu então subi na copa de um dos galhos desta árvore. O galho foi descendo devagar e me colocou no chão, no final da parte alagada, a uns 20 metros da árvore. Mas mesmo assim, eu ainda tive que dar uns dois passos dentro da água, para sair dela e ficar num gramado. Sai correndo por este gramado, em direção aquela ruazinha aonde os três homens iam. Nisto vi na minha frente, um bicho do tamanho de um pombo, mas tinha o corpo de morcego e a cara de dragão. Nas suas costas havia um bicho igual, porem pequeno, que imaginei ser seu filhote. O tal bicho ficou me olhando e eu com medo de ele me atacar, resolvi dar a volta. Nesta hora então lembrei que eu podia voar e não precisava correr. Então dei um pulo e sai voando. Eu então sai voando rápido demais, quase bati nos fios de energia, dei uma pirueta no ar, depois desci rapidamente e quase bati com um ônibus que vinha no sentido contrario. Subi bem alto e fui descendo rapidamente, quando passei pelo Fernando que me disse que eu era bobo demais, pois estava andando dormindo. Eu então voltei, voando e fui olhar aquela ruazinha onde os três homens estavam anteriormente. Eu me vi andando naquela ruazinha com os olhos fechados.
Marcadores:
cachorros,
correndo do cachorro,
fugindo,
fugindo do monstro,
Marmita,
roupa na qboa,
Rua estreita,
VOANDO,
voando rapido
Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
96-136 Boyd St, Newark, NJ 07103, USA
Assinar:
Postagens (Atom)






