OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : inevitável
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sábado, 31 de dezembro de 2011

INEVITÁVEL



*SE VOCE NÃO QUER OUVIR AS RESPOSTAS. EVITE FAZER AS PERGUNTAS* copyrigth "By Thymonthy Becker" (texto e imagem)

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

INEVITÁVEL


Estava subindo para o apartamento onde moro, pelas escadas. As escadas do prédio eram aquelas tipo “vai e vem”. Nas escadas, não tinha corrimão. Quanto mais eu subia e olhava pelas laterais da escada, para baixo, mais imaginava eu caindo e como eu chegaria lá em baixo, todo quebrado. Quando cheguei ao final da escada, para acessar meu apartamento, tinha que subir em uma viga que deveria ter uns 50 centímetros de largura. Fiquei tentando subir, mas não conseguia e neste instante, quase cai pelo vão das escadas, uma vez que não havia corrimão para proteção. Fiquei assustado e quando olhei para um canto, me vi sentando e respirando com dificuldades. Ao me ver, dei um grito muito forte. Só que o outro “eu, que estava ali, também gritou junto comigo. Virei para outro lado, imaginando ser apenas uma ilusão minha. Quando olhei novamente, lá estava eu com muita dificuldade para respirar. Gritei novamente, assustado por me ver ali sentado. O outro “eu” gritou também. Então entendi que eu estava assistindo minha própria morte. Comecei a gritar de novo. Sempre quando eu gritava, o outro “eu” gritava também. Parei de gritar e fiquei me olhando. Pude ver eu com muitas dificuldades de respirar, até que assisti a mim mesmo, morrendo. Então, este outro eu que estava sentado respirando com dificuldades, parou de respirar, a cabeça caiu para frente e morreu. Ai que gritei muito, mas o outro “eu” já não gritava e nem se mexia mais.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

ENCONTRO INEVITÁVEL

Era noite. Vinha pela Rua Goiás, e virei descendo a Avenida Antonio Olímpio de Morais, em direção ao Esplanada. Ao meu lado veio um homem e começou a falar muito, mas eu não entendia nada do que ele dizia. Quando cheguei na Rua Pernambuco, sai correndo, dei um e fui voando a uma altura de uns 2 metros do chão, até a linha da rede, que divide o Esplanada com o Centro. Quando pousei, o tal homem estava do meu lado, falando do mesmo jeito e eu sem entender nada do que dizia. Fiquei imaginando com ele teria chegando tão rápido ali. Atravessando a linha, dei um pulo para cima e fui voando para cima até uma altura de uns 50 metros, depois fui descendo e voltei praticamente no mesmo local. Continuei andando e o tal homem continuava falando. Depois que atravesse a linha, corri novamente, dei um pulo e voei mais um pouco. Quando desci o homem estava do meu lado, falando coisas que eu não entendia nada. Fiquei pensando porque aquele homem não estranhava o fato de eu voar. Imaginei que ele ficaria assustado. Mas ele não importava com isto, como se fosse normal o fato de eu poder voar. Chegando a frente da casa da minha mãe, decide entrar. Pois assim ficaria livre daquele homem. Quando entrei na sala, o tal homem estava sentado no sofá. Olhei para mim e disse: __que demora__.