Estava
indo por uma rua carregando minha marmita. Ia rapidamente para o local onde eu
deveria almoçar. Muitos carros passavam nesta rua e buzinavam porque algumas
mulheres atravessavam a rua na frente deles. Parei no local onde deveria
almoçar. Era no passeio mesmo. Ele tinha um banco e era murado por dois lados.
No local onde havia o banco tinha o muro. E neste havia um quadrado de
aproximadamente meio metro que era totalmente aberto. Sentei no banco e tirei o
pano de prato que cobria o prato com meu almoço. Nisto olhei para esta abertura
na parede e vi um bicho, parecido com um louva-a-deus, em um dos ramos com semente
de capim. Este bicho arrancava rapidamente as sementes deste capim e as
atiravam em um local ali perto, que estava limpo. As sementes Caiam uma em cima
da outra e iam fazendo uma pilha alta. Este bicho ia a vários ramos de capim e
com isto a pilha de sementes já deveria ter meio metro de altura. As
sementes embora pequenas ficavam empilhadas e não caiam. Enquanto olhava aquilo,
um garfo caiu no meu prato. Provavelmente de alguém que tinha almoçado ali e
havia esquecido o mesmo. Joguei o garfo fora e então caiu uma faca de plástico
vermelha suja de terra. Então decidi não almoçar mais, pois meu almoço estava
contaminado pela faca suja. Embrulhei meu almoço no pano de prato novamente fui
embora dali.
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terça-feira, 18 de setembro de 2012
AS SEMENTES DE CAPIM
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SONHOS
Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
110th Ave SE, Oakes, ND 58474, EUA
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
A MARMITA E O CELULAR
Estava na mercearia dos ferroviários, que fica na rua da feira esquina com a “travessa” castelo Branco. Peguei meu celular e liguei para o restaurante, pedindo para levarem o almoço para mim, e entregassem na casa da minha mãe, que ficava ali perto desta mercearia. Enquanto falava, a ligação caiu. Liguei novamente comecei a passar o endereço, quando vi no meio da rua, um homem com um papel, falando ao celular e anotando alguma coisa. Imaginei que seria com ele que eu estaria falando. Desliguei o celular, para falar diretamente com o tal homem. Nisto vi outro, na rua da feira, anotando num papel também. Então percebi que eles estariam fazendo algum serviço para a prefeitura, no sentido de arrumar a rua. Peguei o telefone novamente, liguei outra vez para o restaurante, pedindo a marmita. Eles levaram até a casa da minha mãe, que ficava ali pertinho. Fui até a casa da minha mãe, peguei a marmita e fui para casa almoçar. Chegando em casa, fiquei imaginando porque tinha pedido para levarem a marmita até a casa da minha mãe, se eu morava ao lado do restaurante.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
SAINDO PARA BUSCAR A MARMITA
Estava num quintal de uma casa. Era dia, mas não havia sol. Cheguei perto e um tanque de lavar roupa, que era feito de tijolos. Ele era retangular e bem grande. Tinha colocado de um lado, água com sabão em pó e Qboa. Chegando lá, vi que as roupas todas estavam dentro desta água, inclusive as coloridas. Daí comecei a falar que iria manchar toda a roupa. Não sabia quem tinha feito aquilo. Então peguei um edredom e alguns lençóis, levei e coloquei em cima de uma cama num quarto da casa. Voltei ao tanque e comecei a enxaguar as outras roupas, para que elas não manchassem. Nisto, do tanque, eu olhei para a janela do quarto onde eu tinha colocado o edredom e os lençóis e não vi nada. Fui até lá, abaixei entre as duas camas que tinham ali, olhei em baixo de ambas, procurando pelos lençóis e edredom. Em baixo de uma cama, vi um objeto estranho que nunca tinha visto. Em baixo da outra, vi uma chave de carro. Peguei a chave, levei até um homem que estava encostado no muro deste quintal e entreguei a ele dizendo que era para levar o carro. Não sei para fazer o que. Mas disse a ele que tinha que encher o tanque e depois fazer o que deveria. Ele então me disse que tinha que trocar o cheque. Disse a ele que iria dar a ele dinheiro mesmo, não era cheque. Eram 100 reais, que ele deveria abastecer e o troco, comprar algo que não lembro o que era. Nisto lembrei que tinha que buscar o almoço. Mas como eu não tinha certeza se já estava aberto, sai para ver se já tinham aberto. Quando sai, as ruas tinham um metro de largura, havia casas de um lado só, mas estas casas eram pequenas e só tinham a frente. Eu deveria ir reto, mas virei à direita indo ao sentido errado e fui subindo as ruas, já que uma rua ficava a uns 10 metros acima da outra, todas com um metro de largura e fachada de casas bem pequenas de um lado só. Nisto cheguei à última rua, então percebi que tinha ido para o lado errado. Então vi que não tinha trago às marmitas e que deveria voltar para buscá-las. Mas fui indo por esta última rua. Pouco à frente vi três cachorros. Percebi que eles iriam correr atrás de mim, sai correndo. Eles começaram a me perseguir. Mais à frente vi dois cachorros. Então imaginei que eles não iriam deixar os outros cachorros passarem por ali e assim eu passaria sem problemas. E isto aconteceu. Os cachorros começaram a brigar e eu pude ir em frente. Nisto cheguei ao final desta rua, que dava para um muro muito alto. Ele tinha uns 10 centímetros de largura, na parte de cima. Eu então subi neste muro e sai correndo, embora fosse estreito em cima, corria sem medo e não errava as passadas. Fui correndo por este muro para o centro de um grande alagado que estava todo coberto por matos. Quase não se via a água. Ele ia ficando cada vez mais alto, deveria ter uns 20 metros de altura. Até que ele terminava na copa de uma grande árvore que tinha ali no centro do alagado. Numa rua, também de um metro de largura, que contornava este alagado, vinham 3 homens. Embora eu estivesse longe, ouvi os três se perguntarem o que eu estava fazendo ali. Eu então subi em um dos galhos desta grande árvore. O galho foi descendo devagar e me colocou no chão, no final da parte alagada, a uns 20 metros da própria árvore. Mas mesmo assim, ainda tive que dar uns dois passos dentro da água, para sair dela e ficar num gramado. Sai correndo por este gramado, em direção aquela ruazinha aonde os três homens iam. Nisto vi na minha frente, um bicho do tamanho de um pombo, mas tinha o corpo de morcego e a cara de dragão. Nas suas costas havia um bicho igual, porem pequeno, que imaginei ser seu filhote. O tal bicho ficou me olhando e eu com medo de ele me atacar, resolvi dar a volta. Nesta hora então lembrei que eu podia voar e não precisava correr. Então dei um pulo e sai voando. Sai voando rápido demais, quase bati nos fios de energia, dei uma pirueta no ar, depois desci rapidamente e quase bati com um ônibus que vinha no sentido contrario. Subi bem alto e fui descendo rapidamente, quando passei pelo Fernando que me disse que eu era bobo demais, pois estava andando dormindo. Então voltei voando, fui olhar aquela ruazinha onde os três homens estavam anteriormente. E me vi andando naquela ruazinha com os olhos fechados. Daí eu acordei.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
O ASSALTO COM MARMITAS
Estava na Avenida Getulio Vargas, quase esquina com Rua Goiás. Era um restaurante e eu pegava marmita para o almoço. Sai com um jogo de marmitas muito comprido que quase tocava o chão. E outro embrulho na mão. Fui indo pela Rua Goiás até na Primeiro de Junho, quando decidi ir pela Rua Minas gerais. Nisto fiquei pensando que tinha pegado o almoço muito cedo. Depois fiquei pensando que não tinha pegado o almoço, no Anézio, como de costume, e ele me vendo trazendo o almoço de outro local, poderia ficar chateado comigo. Quando estava perto do Pioneiro, um rapaz que vinha em sentindo contrário, falou que a culpa era do governo e por isto ele fazia aquilo. E tentou retirar minha carteira do bolso, dizendo que estava me assaltando. Tentava impedir que ele retirasse minha carteira, mas continuava segurando as marmitas. Eu ficava rodando, para que ele não conseguisse. Então disse que ia chamar a polícia. Ele então parou e ficou resmungando que tudo era policia. Num degrau que tinha no passeio, ele se sentou. Fui indo embora. Olhando para trás, para ver se ele me seguia. Depois de andar um pouco, vi que estava sem o jogo de marmitas. Olhei para trás, vi que o jogo estava ao lado do rapaz que tentou me assaltar. Ao lado dele, tinham outros dois sentados. Voltei lá, peguei a marmita e disse que aquele almoço era meu e eu iria levá-lo.
domingo, 9 de dezembro de 2007
A ROUPA, OS CACHORROS E VOANDO FUGINDO DO MONSTRO
Eu estava num quintal de uma casa. Era dia, mas não havia sol. Eu cheguei perto e um tanque de lavar roupa, que era feito de tijolos. Ele era retangular e bem grande. Eu tinha colocado de um lado, água com sabão em pó e Qboa. Chegando lá, vi que as roupas todas estavam dentro desta água, inclusive as coloridas. Daí eu comecei a falar que iria manchar toda a roupa. Eu não sabia quem tinha feito aquilo. Então peguei um edredom e alguns lençóis e levei e coloquei em cima de uma cama num quarto da casa. Voltei ao tanque e comecei a enxaguar as outras roupas, para que eles não manchassem. Nisto, do tanque, eu olhei para a janela do quarto onde eu tinha colocado o edredom e os lençóis e não vi nada. Fui até lá, abaixei entre as duas camas que tinham ali, olhei em baixo de ambas, procurando pelos lençóis e edredom. Em baixo de uma cama, vi um objeto estranho que nunca tinha visto. Em baixo da outra, vi uma chave de carro. Eu peguei a chave, levei até um homem que estava encostado no muro deste quintal e entreguei a ele dizendo que era para levar o carro. Não sei para fazer o que. Mas disse a ele que tinha que encher o tanque e depois fazer o que deveria. Ele então me disse que tinha que trocar o cheque. Eu disse a ele que iria dar a ele dinheiro mesmo, não era cheque. Eram 100 reais, que ele deveria abastecer e o troco, comprar calça jeans. Nisto lembrei que eu tinha que buscar o almoço. Mas como eu não tinha certeza se já estava aberto, sai para ver se já tinham aberto. Quando sai, as ruas tinham um metro de largura, havia casas de um lado só, mas estas casas eram pequenas e só tinham a frente. Eu deveria ir reto, mas virei a direita indo ao sentido errado e fui subindo as ruas, já que uma rua ficava a uns 10 metros acima da outra, todas com um metro de largura e fachada de casas bem pequenas de um lado só. Nisto cheguei na última rua, então percebi que tinha ido para o lado errado. Então vi que não tinha trago às marmitas e que deveria voltar para buscá-las. Mas eu fui indo por esta última rua. Pouco à frente vi três cachorros. Percebi que eles iriam correr atrás de mim, sai correndo. Eles começaram a me persegui. Mais à frente vi dois cachorros. Então imaginei que eles não iriam deixar os outros cachorros passarem por ali e assim eu passaria sem problemas. E isto aconteceu. Os cachorros começaram a brigar e eu pude ir em frente. Nisto cheguei no final desta rua, que dava para um muro muito alto. Ele tinha uns 10 centímetros de largura, na parte de cima. Eu então subi neste muro e sai correndo, embora fosse estreito em cima, eu corria sem medo e não errava as passadas. Fui correndo e este muro para o centro de um grande alagado que estava todo coberto por matos. Quase não se via a água. Ele ia ficando cada vez mais alto, deveria ter uns 20 metros de altura. Até que ele termina na copa de uma grande árvore que tinha ali no centro do alagado. Numa rua, também de um metro de largura, que contornava este alagado, vinham 3 homens. Embora eu estivesse longe, ouvi os três se perguntarem o que eu estava fazendo ali. Eu então subi na copa de um dos galhos desta árvore. O galho foi descendo devagar e me colocou no chão, no final da parte alagada, a uns 20 metros da árvore. Mas mesmo assim, eu ainda tive que dar uns dois passos dentro da água, para sair dela e ficar num gramado. Sai correndo por este gramado, em direção aquela ruazinha aonde os três homens iam. Nisto vi na minha frente, um bicho do tamanho de um pombo, mas tinha o corpo de morcego e a cara de dragão. Nas suas costas havia um bicho igual, porem pequeno, que imaginei ser seu filhote. O tal bicho ficou me olhando e eu com medo de ele me atacar, resolvi dar a volta. Nesta hora então lembrei que eu podia voar e não precisava correr. Então dei um pulo e sai voando. Eu então sai voando rápido demais, quase bati nos fios de energia, dei uma pirueta no ar, depois desci rapidamente e quase bati com um ônibus que vinha no sentido contrario. Subi bem alto e fui descendo rapidamente, quando passei pelo Fernando que me disse que eu era bobo demais, pois estava andando dormindo. Eu então voltei, voando e fui olhar aquela ruazinha onde os três homens estavam anteriormente. Eu me vi andando naquela ruazinha com os olhos fechados.
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VOANDO,
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