OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : janela
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terça-feira, 3 de julho de 2012

EMPRÉSTIMO PARA A REDE GLOBO

Estava do lado de fora de uma janela, em cima de umas madeiras usadas para fazer telhado, olhando para dentro desta. Do lado de dentro da janela estavam o Vitinho e o Nenêi. Eu dizia que iria trabalhar na segunda feira. Então o Vitinho disse que segunda feira era feriado e que ninguém trabalhava naquele dia. Então disse que não era feriado e sim ponto facultativo. O Nenêi disse que na sexta feira da paixão não era mais feriado e sim ponto facultativo, mas mesmo assim a Rede Globo tinha trabalhado normalmente. Disse então que podia ou não trabalhar no ponto facultativo. Nisto o Nenêi disse que o estado do Rio Grande do Sul queria emprestar dinheiro para a Rede Globo. O Vitinho falou que a Rede Globo não quis o dinheiro emprestado, embora estivesse precisando.

terça-feira, 24 de abril de 2012

PORQUINHO DA ÍNDIA VOADOR - OS SONHOS

Era de madrugada, estava dormindo quando acordei com um barulho que vinha do banheiro. Levantei e com medo, fui ver o que seria. Fui abrindo a porta do banheiro bem devagar. Ouvi barulho de asas batendo na parede. Então imaginei que seriam aquelas bruxas que voam a noite e costumam entrar na casa da gente devido a luz. Com uma fresta da porta aberta penas, acendi a luz para ver melhor. Então vi um porquinho da índia bem pequeno que tinha asas iguais as destas bruxas que voam a noite.  Ele tentava sair pelo basculante que estava um pouco aberto. Como ele era meio gordinho, não estava conseguindo passar pela abertura. Quando o porquinho da índia de asas me viu ficou desesperado se esforçando para passar pela tal abertura do basculante. Fui tentando até que conseguiu passar pela abertura e foi embora.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

ANDORINHAS CISCANDO ARROZ



Estava dentro de uma sala, de uma casa que não sei onde ficava. Da janela lateral, via uma máquina muito grande, que jogava umas bolas grandes, feitas de barro, dentro de um recipiente, que as transformavam em andorinhas de barro. Estas andorinhas eram para serem vendidas pela ONU, para arrecadar dinheiro. Fui para outra janela, que dava apara a casa vizinha. A janela ficava mais ou menos um metro do muro da casa vizinha, que também tinha ali uma janela. Quando cheguei nesta janela, via alguns homens vestidos de azul, limpando a tal casa. Sabia que eles eram de uma empresa que fazia limpeza em casa, antes das pessoas se mudarem. Fiquei na janela olhando, até que vi um dos homens, jogando lixo para a casa onde eu estava. Fiz sinal com as mãos, para o que limpava a janela de frente a minha. Reclamado de mandarem lixo ali. Ele falou algo com o homem que mandou o lixo, e ficaram rindo. Então fui para o canto da sala, olhando para a janela. Nisto, vi as casa onde os homens limpavam, se deslocando, como se eu estivesse dentro de um trem, e a gente vendo a paisagem passar. Fui vendo a casa passando, os homens limpando La dentro, até chegar à rua. Depois foi voltando, e fui vendo tudo novamente. Ai parou. Então imaginei que o trem tivesse tido algum problema. Sai dali e fui até outra janela, onde havia uma caixinha do tamanho da palma de uma mão. Lá dentro havia arroz e uma andorinha de barro. Aquelas que eram feitas pela máquina grande. A gente sacudia a caixinha e a andorinha ficava aparecendo que ciscava o arroz. Desci por aquela janela, atrás de uma pessoa que desceu também. Fui balançando a caixinha. Nisto vi uns 15 homens vestido de azul, que pertenciam àquela empresa de limpeza. Achei que estava pagando mico, ficando sacudindo aquela caixinha, e resolvi voltar. Só que eu não conseguia subir na janela. Por mais que eu tentasse, não conseguia, a janela estava meio alta. Pensei em ir embora e deixar tudo meu ali, do jeito que estava. Mas então decide jogar a caixinha com arroz e andorinha pela janela, para depois subir, porque com ela na mão, eu não estava conseguindo. Mesmo assim, tive que fazer muito esforço para subir. Mas consegui subir na janela e ir para dentro da casa.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

OS BÚFALOS ME PERSEGUINDO.



Estava na sala de uma casa, onde havia uma janela grande, baixa, que dava para o passeio, que era rente a casa. Havia uma porta ao lado da janela, que estava aberta. Algumas pessoas estavam sentadas a mesa, ao lado desta janela, eu olhava estas pessoas, que jogavam baralho, num canto ao lado deles. Nisto veio um búfalo, e enfiou a cabeça pela janela, em cima da mesa e ficou me olhando. Fiquei com medo do búfalo e comecei a pedir que espantasse ele. Nisto ele saiu e as pessoas da mesa continuaram a jogar baralho. Logo em seguida outro búfalo enfiou a cabeça na janela e um segundo entrou pela porta e veio muito perto de mim. Os chifres chegaram a encostar-se à minha barriga. Ele não saia dali e ficava me olhando. Então comecei a pedir para alguém abrir a porta, que tinha fechado assim que o bufalo entrou, para que ele saísse. Alguém abriu a porta e o búfalo saiu. O da janela também. Então foi rapidamente e fechei a janela. A janela era de vidro e então fechei a veneziana também, disse para as pessoas ali, que o búfalo só vinha, porque via a gente. Depois fui fechar a porta. Nisto vi várias pessoas na rua. Ao sair para ver o que acontecia. Eles me disseram que os búfalos, só entraram ali, nesta casa onde eu estava. Então entrei, fechei a porta com a chave e disse que os búfalos queriam era me pegar.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

FICANDO INVISÍVEL, PARA FUGIR DA MULHER GIGANTE


Estava indo por uma rua, quando vi algumas pessoas correndo. Então vi que vinha atrás destas pessoas, uma mulher que deveria ter uns 4 metros de altura. Sai correndo também. Entrei no quintal de uma casa, e a contornei até o fundo. Nisto a tal mulher veio justamente atrás de mim. Entrei dentro da casa e fiquei pensando o que faria para não ser pego por aquela mulher. Nisto vi quando sua barriga passava na altura da janela do quarto onde eu estava. Então pensei que a única maneira de escapar dela, seria ficando invisível. E assim o fiz. Fiquei invisível. Mas fiquei imaginando se ela fosse capaz de ver quem estivesse invisível. Então subi na janela, pulei lá em baixo e sai correndo. Só que a tal mulher gigante, olhou na minha direção e veio atrás de mim. Então fiquei pensando ter sido bom ter saído correndo, porque a mulher via mesmo quem estivesse invisível. Fiquei imaginando como eu conseguiria escapar dela, visto que ela já estava me alcançando. Então vi que a única maneira, seria sair voando. Deu um pulo e sai voando. A tal mulher parou e ficou me olhando, sem poder fazer nada. Eu a olhava lá de cima, me dando por satisfeito por ela não conseguir voar.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

CORRENDO NO LABIRINTO

Estava indo por um local, quando cheguei à entrada de um labirinto. Havia uma mulher numa pequena janela deste labirinto. Ela então ficou dizendo para alguém me pegar. Sai correndo, entrei neste labirinto e depois que virei cheguei numa sala muito grande. Não havia ninguém lá. Então eu vi pela fresta de uma porta entreaberta, várias pessoas passando, usando uma roupa toda azul. Eu imaginei que ali poderia ser uma empresa e as pessoas estavam de uniforme.
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quarta-feira, 12 de novembro de 2008

SOLTANDO PAPAGAIO


Estava numa sala bem grande. Eu estava usando um computador, para transformar o texto que eu tinha escrito, num livro. Só que este computador era tipo uma prancheta de desenhista. Havia outra pessoa na sala. Nisto, o livro saiu pronto de uma máquina de Xerox. Fui por uma Rua do Porto velho. Ao passar perto de uma casa, algumas pessoas ficaram perguntando o que eu estava fazendo ali. Eu continuei, até que me vi montado num cavalo branco, indo em disparada. Eu tinha que abrir uma loja para uma pessoa. Eu seguia a cavalo no alto de um morro e procurava um caminho para descer até a tal loja. Nisto vi o forno de uma siderurgia e percebi que tinha passado do caminho. Então voltei e desci numa estradinha, pois sabia que a tal loja ficava em frente a esta siderurgia. Mas lá em baixo havia muitas coisas espalhadas, tipo ferro velho. O cavalo pulava algumas e passava em baixo de outras. Nisto ouvi alguém perguntando a outra pessoa se eu tinha caído com o cavalo. Este alguém disse que não. Então ele disse que teria que montar a armadilha novamente. Ele queria que eu caísse do cavalo. Entrei num edificio e fiquei tomando café na janela num andar muito alto. Numa sala ao lado, tinha três pessoas sentadas numa mesa. Nisto vi um avião, descendo entre os prédios. Ele parecia um avião a jato misturado com um helicóptero. Era roxo e listras vermelhas e pretas. Mas não tinha as hélices do helicóptero. Nisto ele foi rodopiando. Eu comecei a gritar que o avião estava caindo. Eu o vi indo descendo rodopiando indo muito baixo, e já estava bem longe, pois eu estava num prédio muito alto mesmo. Olhei para as três pessoas sentadas na mesa, mas elas não se importaram de eu dizer que o avião estava caindo. Nisto olhei novamente, e o tal avião vinha subindo de novo. Então percebi que era só um papagaio que alguém estava soltando. Então fiquei imaginado que se alguém dos outros prédios estivessem ouvido iam xingar porque era mentira. Nisto olhei pela janela novamente, e já estava num prédio não tão alto. Era mais ou menos da altura dos que tem aqui, uns 20 andares. Nisto vi um estacionamento que tinha num lote, lá em baixo. Vi algumas pessoas descarregando algo de um caminhão. Fiquei pensando que poderia ser algum contrabando.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

O FANTASMA DO PRÉDIO


Estava no apartamento que já morei há muito tempo. Era noite e estava chovendo. Eu estava dormindo e acordei com o vento batendo a janela do quarto do Fernando. Então eu fui fechar a janela, e quando cheguei lá à janela estava fechada. O Fernando dormia no berço. Voltei e disse para a Iara que os fantasmas do prédio tinham fechado as janelas. Deitei novamente, mas continuava sentindo o vento e chuva lá de fora, que entrava por alguma janela e me atingia. Então, quando fui levantar, para fechar a tal janela.