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EM BUSCA DO APARTAMENTO, TENTANDO VOAR


Estava vindo correndo na rua da casa da minha mãe. Estava usando um short preto de lycra que eu uso para dormir. Estava sem camisa, pois trazia a mesma enrolada na mão. Eu corria muito, mas não conseguia ir rapidamente. Era como se corre com uma pessoa num jogo de vídeo game. Eu fazia um esforço danado, mas ia lentamente. Quando cheguei perto da casa da minha mãe, vi várias pessoas ali. Então percebi que tinha esquecido a chave da casa que eu tinha comprado ali perto da casa da minha mãe. Eu queria descansar, mas não tinha como entrar. Fiquei indignado por ter saído cedo para descansar e ter esquecido a chave. Percebi então que não tinha trago também à chave do outro apartamento que eu tinha comprado ali no bairro esplanada. Vi que só estava com a chave do meu apartamento onde moro. Sai assim mesmo em direção ao apartamento do bairro esplanada. Corria mais ia devagar. Perto do portão da oficina da rede, havia várias pessoas. Chegando ali e já cansando, decidi tentar voar, para ir mais rápido. Não tinha certeza se conseguiria, mas tentei assim mesmo. Dei um pulo e com dificuldades também, sai voando. Mas a corrente de vento me impedia de ir para frente. Eu fiquei a uns 5 metros do chão. Tentava ir adiante, mas não conseguia, até que o vento foi me empurrando para baixo. Eu fui em direção aos fios de alta tensão que tinha ali. Cheguei a tocar as mãos em um deles, para tentar me desviar. Mas vi que todos estavam encapados. O vento acabou por me colocar de volta ao chão.

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CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
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ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

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