OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : caindo
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domingo, 20 de maio de 2012

DESEQUILIBRANDO NO PENHASCO

ESTAVA NUM LOCAL QUE SERIA UM SÍTIO ONDE JÁ TINHA MORADO. ESTAVA COM O CANDIDO, O GERALDO E OUTRA PESSOA QUE NÃO SEI QUEM ERA. ESTE SÍTIO FICAVA AS MARGENS DO LAGO DE FURNAS. A GENTE ESTAVA ANDANDO CALMAMENTE E CONVERSANDO, QUANDO FUI ATÉ A BEIRADA DE UM GRANDE PAREDÃO, QUE DEVERIA TER UNS DEZ METROS DE ALTURA. LÁ EM BAIXO ESTAVA A ÁGUA. AO LADO DESTE PAREDÃO, HAVIA UMA RAMPA FEITA DE CIMENTO, PARA SE CHEGAR LÁ EM BAIXO. EU SENTEI NESTE PAREDÃO, COLOQUEI OS PÉS PARA BAIXO E FALEI PARA O CANDIDO E O GERALDO, QUE A IARA GOSTAVA DE SENTAR ALI E FICAR BATENDO OS PÉS NA ÁGUA. MAS A ÁGUA TINHA DESCIDO TANTO E ESTAVA LÁ NO FUNDO AGORA. QUANDO FUI LEVANTAR PARA SAIR DALI, MEU CORPO DESEQUILIBROU E FIZ DE CAIR LÁ EM BAIXO. FIQUEI SEGURANDO COM AS PONTAS DOS DEDOS, MAS NÃO CONSEGUIA VOLTAR, POIS MEU CORPO JÁ ESTAVA MAIS PRA FRENTE. ENTÃO GRITEI PARA O CANDIDO E O GERALDO ME AJUDAREM. ELES, QUE TINHAM CONTINUADO A CAMINHAR, ESTAVAM UM POUCO DISTANTE. ELES VOLTARAM CORRENDO. O GERALDO CHEGOU PRIMEIRO E DESCEU AQUELA RAMPA INDO LÁ EM BAIXO. PERGUNTEI A ELE O QUE ESTAVA FAZENDO. COMO ELE IRIA ME AJUDAR ESTANDO LÁ EM BAIXO. NO QUE ELE RESPONDEU:
__VOU EMPURRAR SEUS PÉS.
__VAI EMPURRAR MEUS PÉS COMO? VOCÊ ESTÁ A DEZ METROS MAIS BAIXO QUE EU.
__HA, EU PENSEI QUE DAVA.
NISTO O CANDIDO CHEGOU E ME PUXOU PELA GOLA DA CAMISA E DISSE:
__VOCÊS DOIS PARECEM DOIDOS.

domingo, 14 de agosto de 2011

COMENDO DOCE DE ABACAXI NO ALTO FORNO


Estava numa siderurgia. Perto do alto forno. Ali havia um homem com um imenso tacho, fazendo doce em um fogão de tijolos, montado ali. Ele fazia doce de abacaxi com coco. Ofereceu-me um pouco de doce. Peguei uma tigela que tinha ali e fui colocando o doce, retirando diretamente do tacho, com uma colher que era muito grande. Coloquei doce até encher esta tigela. Este homem que fazia o doce colocou doce para ele também, só que em uma tigela um pouco menor. Deixei a tigela de doce ali e fui pegar uma colher com o tal homem do doce. Ele saiu procurando, mas não encontrava. Até que em um armário, havia varias colheres. Deu-me uma pequena. Sai para pegar minha tigela e vi que ela era grande demais, estava muito cheia e eu não deveria ter colocado tanto doce assim. Eu nem gostava de doce de abacaxi. Então peguei a tigela do homem que fazia o doce, porque era menor e tinha pouco doce. Procurei um local para ir comer o doce, mas não via lugar para sentar. Então, com dificuldades, fui subindo no próprio alto forno, nos encanamentos que tem em volta dele. Depois de estar a uns 5 metros do chão, em pé, fui comer o doce. Neste instante, alguém começou a lavar o alto forno, na parte de cima. Nisto a água começou a escorre por onde eu estava. Com medo de escorregar, subi mais um pouco. Mas a água vinha por todo lado. Então sentei No único local onde era possível. Estava de calça jeans branca. Ficou toda suja de preto do carvão. Mas a água veio vindo ali. Então subi mais ainda. Ficando em pé, com um só pé em um cano que tinha ali, encostando meu corpo nas próprias ferragens do alto forno. Fiquei a uns 10 metros de altura aproximadamente. Mas a águam começou a passar pelo cano em que eu me apoiava. Fiquei com medo de meu sapato escorregar e eu vir a cair lá em baixo. Só que eu não tinha mais como subir e não conseguia descer. Segurando a tigela de doce na mão e com a colher na boca, olhei para baixo e vi algumas pessoas. Uma tubulação de uns 50 centímetros de diâmetro passava próximo ao chão, perto de onde estas pessoas estavam. Imaginei se eu caísse, bateria naquela tubulação e poderia acontecer o pior. Não conseguia sair de jeito nenhum dali. A única maneira era alguém me socorrer. Mas não conseguia chamar por socorro, porque estava com a colher na boca. Meu pé começou a escorregar. Então percebi que não tinha outro jeito, eu cairia e seria o que DEUS quisesse.

domingo, 22 de maio de 2011

QUEDA LIVRE


Estava na frente de um prédio, juntamente com outra pessoa. Este prédio era redondo, então começamos a subir este prédio, pelo lado de fora. Fomos subindo. O prédio era muito alto. Já estava chegando lá em cima e eu disse que não estava mais aguentando me segurar nas beiradas do prédio. Disse que poderia cair a qualquer momento. Quem estava comigo dizia mesma coisa. Já quase no terraço, em um dos apartamentos, saia um trilho para fora. Agarramo-nos neste trilho e ficamos ali pendurados. Disse que iria soltar as mãos, pois não conseguia mais me segurar. A pessoa que estava comigo, disse que soltaria também. Largamos o trilho juntos e descemos em alta velocidade, rumo ao chão.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

DE TREM NA BEIRA DO ABISMO



Estava no ultimo vagão de um trem, que ia muito rapidamente. Só que ele estava indo circulando uma montanha muito alta, e sempre beirando o abismo desta montanha. A visão que eu tinha, era como se fosse uma câmera colocada bem acima deste trem, que vinha filmando o mesmo. Eu me via na janela do trem, olhando o abismo lá em baixo. Às vezes esta câmera dava um giro de 180 graus. Me via girando de lado. Como um dirigível que fica filmando um estádio de futebol, dando a volta em torno dele. Da janela do ultimo vagão, via o abismo lá em baixo e ficava imaginando que se o trem caísse provavelmente eu não sobreviveria. Depois vi parte do abismo, que tinha uma grande lagoa. Então imaginei que se o vagão em que eu estava que era o ultimo se soltasse da composição, eu iria cair dentro daquela lagoa, mas ai eu poderia sobreviver. E assim o trem continuava rapidamente, sempre na beira daquela montanha, em direção ao topo, e eu sentido sempre a imagem girando muito rapidamente. Este giro da imagem era como daquele game do Mario Kart. Onde um suposto fantasminha, fica em cima de uma pequena nuvem, filmando a corrida.

sábado, 12 de junho de 2010

CAINDO DO PENHASCO


Estava em uma mata, onde havia várias pessoas. Havia dois cabos de aço, que saiam de onde a gente estava e ia pela mata adentro. Cada um seguindo uma direção diferente. Um cabo era azul e o outro vermelho. Eu e mais algumas pessoas, seguramos no cabo azul, enquanto as outras o fizeram no cabo vermelho. Ao segurarmos nestes cabos, saímos em disparada pela mata adentro. A gente não conseguia soltar as mãos do mesmo. A gente estava sendo puxados e muito rápidos. Nas plantas baixas e pequenos arbustos, a gente passava por cima com ele batendo na gente, nos braços e às vezes até no rosto. Os cabos contornavam as árvores grandes, mas a gente não batia nelas. Isto foi por um longo trecho, até que nós, que estávamos com o cabo azul, paramos no alto de um penhasco. Do outro lado deste penhasco, vimos às pessoas que estavam com o cabo vermelho. Na beira deste penhasco, olhei La para baixo e vi um rio passando lá no fundo do mesmo. As paredes deste penhasco era toda de pedra. Ficamos nós olhando de um lado e as outras pessoas olhando do outro. Quando de repente, um vento forte e muito rápido, empurrou todos nós para dentro deste penhasco. Quando estava caindo e muito rapidamente, começamos a gritar. Caindo e olhando para cima, fui vendo a beira de o penhasco ficar cada vez mais distante. Caia e nunca chegava ao fundo do penhasco, onde estaria o rio. Nisto não vi mais ninguém que estava comigo. Como nunca chegava ao fundo do penhasco, imaginei que não estava caindo e sim, voando. Então virei o corpo, ficando de frente e sai plainando, olhando toda aquela planície do alto.

domingo, 19 de julho de 2009

A ENCHENTE NO TELHADO

Estava em cima de um telhado de uma casa, juntamente com uma mulher e um homem, que eu não conhecia. Estava acontecendo uma enchente e a água estava subindo e já chegava perto do telhado. Nisto vi um cano passando em cima do telhado, fui pegar e o tal homem gritou, dizendo que aquele cano era quente e eu iria me queimar. Chamou-me de burro. A mulher me pediu para levar até a água da enchente, a ponta de uma mangueira, que ela iria puxar a água com a boca, para o outro lado do telhado. Quando fui descendo com dificuldades para levar a ponta da mangueira, a tal mulher caiu do telhado e se agarrou em mim, no meu pescoço. Disse que se a gente caísse, iríamos morrer afogados. Ela então começou a beijar minha boca.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

PULAR PARA VOAR E CAIR LENTAMENTE

Eu estava na esplanada, na rua da casa da minha mãe. Em frente a casa dela. Eu saí correndo, dava um pulo, tentando sair voando. Eu fiz isto diversas vezes. Algumas vezes eu ia quase que conseguindo mais caia novamente. Eu sabia que para eu voar, eu tinha que arrepiar o corpo todo, na ora em que pulasse. Quando meu corpo arrepiou, eu saí voando. Eu vi os funcionários da rede ferroviária saindo, vi algumas pessoas jogando bola. Eu voava por ali mesmo. Ninguém se importava de eu estar voando, nem olhava para mim. De repente eu comecei a cair e fui caindo muito rápido. Quando fui chegando perto do chão, cai em câmara lenta. Em pé.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

CAINDO NO MONTE DE TERRA


Eu estava num trabalhando num local onde havia dois montes, bem alto, de terra e duas lagoas de lama. Eu estava entre os dois montes de terra. Sai andando dali e não conseguia abrir os olhos direito, porque o sol estava batendo direto neles. Quando vi eu estava andando sobre um lamaçal. Eu tentava ver se ninguém estava me olhando. Sai para procurar meu armário na empresa, para trocar a botina. Mas eu não conseguia ver direto. Nisto cheguei ao galpão onde ficaria meu armário. Uma rua estreita passava ao lado dele. Nisto veio um carro e algumas pessoas que estava ali começaram a dizer que ele estava na contra mão. Mas ele seguiu assim mesmo. Eu então segui o carro que subia esta rua que era bem íngreme. Chegando lá em cima, eu peguei outra ruazinha à esquerda e logo adiante vi um homem e uma mulher ao lado de alguém que estava em uma moto, em cima do passeio. Eu olhei o tal homem e lembrei que ele tinha atirado em alguém e a policia não prendia ele, eu não sabia por quê. Quando fui passando por eles, vi que na beira do passeio tinha uma arma de fogo. Imaginei que fosse deste homem e que, ele sabendo que eu tinha visto, poderia querer atirar em mim. Fui rapidamente e virei na primeira rua à esquerda. A rua era uma descida muito forte. Eu comecei a descer, sem que andasse, fui escorregando como se estive de patins. Então ouvi uma mulher gritar “assassino”. Depois ouvi um tiro e outra pessoa dizendo “covarde”. Eu descia aquela rua rapidamente, olhando para trás, com medo de o tal homem me seguir. Nisto veio o final da rua e não conseguia parar. Então passei do final e sai no ar e vi lá em baixo, os dois montes de terra e as duas lagoas de lama, onde eu estava trabalhando. Eu fui caindo muito rapidamente e cai no monte de terra. Bati os pés primeiro e ele esparramou terra pra todo lado. Eu fiquei sentado e pensei se eu estava vivo ou tinha morrido na queda. Depois fiquei mexendo os pés, para ver se não tinha quebrado a coluna. Então, coloquei as mãos para trás, apoiando-a na terra e fiquei ali parado.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

VOANDO NO ESPLANADA

Eu estava na esplanada, na rua da casa da minha mãe. Em frente a casa dela. Eu saí correndo, dava um pulo, tentando sair voando. Eu fiz isto diversas vezes. Algumas vezes eu ia quase que conseguindo mais caia novamente. Eu sabia que para eu voar, eu tinha que arrepiar o corpo todo, na ora em que pulasse. Quando meu corpo arrepiou, eu saí voando. Eu vi os funcionários da rede ferroviária saindo, vi algumas pessoas jogando bola. Eu voava por ali mesmo. Ninguém se importava de eu estar voando, nem olhava para mim. De repente eu comecei a cair e fui caindo muito rápido. Quando fui chegando perto do chão, cai em câmara lenta. Em pé.