OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : painel
Mostrando postagens com marcador painel. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador painel. Mostrar todas as postagens

domingo, 22 de julho de 2012

MEDIÇÃO EM FONTE ESTACIONÁRIA


ESTAVA EM UMA EMPRESA ONDE EU LEMBRAVA JÁ TER ESTADO ALI ANTES. ESTAVA ALI PARA FAZER A MEDIÇÃO DA QUALIDADE DO AR. HAVIA QUATRO PESSOAS COMIGO, DUAS MULHERES E DOIS HOMENS. ELES ESTAVAM ALI PARA EU ENSINAR COMO SE FAZIA A MEDIÇÃO DA QUALIDADE DO AR. QUANDO FUI COLOCAR O EQUIPAMENTO EM CIMA DO TELHADO, QUE ERA BEM BAIXO, O FUNCIONÁRIO DA EMPRESA QUE ACOMPANHAVA A GENTE DISSE QUE NÃO PODIA SUBIR ALI MAIS. TERIA QUE PASSAR POR OUTRO CAMINHO. O TAL CAMINHO ERA UM MURO QUE DEVERIA TER UNS CINQÜENTA CENTÍMETROS DE LARGURA E QUE SAIA DE MAIS OU MENOS UM METRO DO CHÃO ATÉ CHEGAR À CHAMINÉ A UNS 3 METROS DE ALTURA. ESTE MURO FAZIA UMA VOLTA GRANDE. ENTÃO DECIDI QUE MONTARIA O EQUIPAMENTO NO CHÃO, PRÓXIMO AO TELHADO E FARIA DO CHÃO MESMO, POIS ERA POSSÍVEL LIGAR O EQUIPAMENTO DO CHÃO NA CHAMINÉ. DEPOIS QUE MONTAMOS O EQUIPAMENTO, PEDI A UMA DAS MOÇAS PARA LIGAR O CABO DE ENERGIA PARA A GENTE COMEÇAR A MEDIÇÃO. ASSIM QUE LIGUEI O EQUIPAMENTO, AS QUATRO PESSOAS QUE ESTAVAM ALI PARA APRENDER COMO SE FAZ, SAÍRAM E FORAM EMBORA. FIQUEI PERGUNTANDO POR QUE TINHAM VINDO SE NÃO QUERIAM APRENDER NADA. DECIDI ENTÃO FAZER A MEDIÇÃO SEM ENSINAR NADA A NINGUÉM.

domingo, 3 de julho de 2011

NA NOVA EMPRESA COM O ANTIGO AJUDANTE.


Estava dentro de uma empresa, juntamente com uma pessoa que trabalhava comigo. Eu carregava o painel de medição da qualidade do ar e, esta pessoa carregava a bomba de sucção. Já tinha terminado a medição e vinha trazendo o equipamento para ir embora, quando encontrei com o Gueds e a pessoa que seria seu ajudante. Isto ainda dentro da empresa. O Gueds me viu, veio rapidamente em minha direção e quis saber se a empresa tinha sido reaberta. Isto porque eu usava o blusão da antiga empresa (Ecos) onde eu e ele (Gueds) trabalhamos juntos por 5 anos. Disse que usava o blusão, mas estava trabalhando em outra empresa. Abri o blusão e mostrei a camisa da nova empresa, que era a Engequisa. Ele então disse que por isto aquela empresa onde a gente estava não havia o chamado para fazer a medição, pois já tinham contratado agente. Ele tinha ido ali justamente para saber por quê. Depois o Gueds me pediu para ver se conseguia um trabalho nesta nova empresa (Engequisa) onde eu estava trabalhando, para que a gente pudesse trabalhar juntos novamente. Disse que iria saber da direção da empresa, mas sabia que eles procuravam alguém para me ajudar, pois meu ajudante era do escritório e só estava quebrando um galho. Eu usava uns óculos de sol, que estava meio embasado. Tirei os óculos e vi que havia muita sujeira na armação. Então fui até um tanque que havia ali, para lavar os óculos. Fiquei jogando água nos óculos. Foi saindo muita sujeira. Eu não entendia como podia acumular tanta sujeira numa armação de óculos. Quanto mais eu lavava, mais sujeira saia. Depois que terminei, peguei o painel e fui levando para o carro.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

O TUCANO E AS MANGAS


Estava numa rua estreita, num local que seria a praça de um mercado central. Estava com o painel do aparelho de medir a qualidade do ar. Nisto passou o ônibus e parou para eu subir. O ônibus foi fazendo as curvas daquela ruazinha estreita, quase batendo nas casas, que ficavam rente a rua. Depois de andar bastante, o ônibus parou também numa rua bem estreita. Desci com o painel e fiquei ali, esperando por alguém. Fiquei com receio de acontecer alguma coisa, pois não conhecia o local onde eu estava. Nisto, vi uma casa, com um pé de manga. Este pé havia poucas folhas e várias mangas amarelas, já maduras. Fui até lá, subi no pé e comecei a chupar as mangas. Só que eu mordia na manga, chupava um pedaço só, sem retirar a manga do pé. Fiz isto com quase todas as mangas. Quando desci do pé de manga, fiquei anotando algo em minha prancheta. Nisto chegou O Vitinho. Ele então me mostrou o pé de manga, dizendo que não sabia o que estava acontecendo, pois todas as mangas estavam faltando um pedaço. Nisto vi um tucano pousado num dos galhos do pé de manga. Então mostrei ao Vitinho, que era o tucano que estava comendo as mangas. Ao mostrar o tucano, vi uma manga que não tinha sido comida ainda. Então disse a ele que aquela seria minha, pois era a única que não estava mordida. Continuei anotando algo em minha prancheta, dizendo ao Vitinho, que eu iria pegar a manga, quando terminasse as anotações.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

USANDO O TELETRANSPORTE

Estava num local que não sei onde era. Tinha outras pessoas ali. Havia um painel onde aparecia o nome de várias coisas minha e das pessoas que estavam ali também. Caso eu tocasse em uma coisa minha, eu me teletransportava para algum lugar e voltava novamente. Eu disputava com uma mulher, que não sei quem era, quem se teletransportava mais. A lista minha era grande, mas a dela também. Até que restou somente o meu nome. Então eu disse a tal mulher que ela podia apertar meu nome e teletransportar em meu lugar, porque eu não importava se ela ganhasse.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

PAGANDO PARA SAIR


Estava num local, que não sei onde, com o Gueds e uma mulher alta. Depois fomos para a Rede Ferroviária. Ficamos na sala de relógio, que estava ao lado da portaria da Rede, onde não é na realidade. Nisto o Gueds ligou o painel de amostragem, Eu fiquei com medo da mulher ver que ele tinha ligado o painel, pois ela era nossa chefa. Nisto houve uma confusão e esta mulher foi ver o que era. Eu fui atrás. Havia muitas pessoas andando por ali de um lado a outro. Entrei num local onde havia três salas. Entrei nas três e não vi a tal mulher. Havia algumas pessoas dentro da sala. Sai dali pensando que para sair da Rede Ferroviária, a gente tinha que pagar 600 reais. Mas eu só tinha 510 reais. Então fiquei pensando que poderia pedir ao Gueds ou a minha mãe, se eles me deixassem ir lá pedir a ela. Pois ela morava pertinho da Rede. Quando olhei para a portaria, vi várias pessoas saindo. Parecia aluno saindo de escola. Então imaginei que não estavam cobrando os 600 reais. Fui até onde o Gueds estava, para chamá-lo para irmos embora. Mas quando cheguei lá vi que ele já tinha ido embora e levado o painel. Então sai também. Logo que passei da casa da minha mãe, vi um caminhão fazendo manobras numa rampa bem alta que tinha na esquina. Nisto veio o Sávio, que foi meu chefe quando trabalhei na Gerdau, e me perguntou se eles tinham entregues as mercadorias que eu tinha pedido. Eu disse que sim. Ele disse que as dele não tinham sido entregues. Então eu disse que a moça passava depois perguntando quem recebeu e colocando um x no quadrinho.