-->ESTAVA ANDANDO EM UMA RUA. AO MEU LADO IA UMA
CARROÇA PEQUENA ONDE TINHA DENTRO DELA UMA CAIXA D’ÁGUA. AMARRADO A BÓIA DESTA
CAIXA D’ÁGUA QUE ESTAVA DENTRO DESTA CARROÇA, HAVIA UM CORDÃO. ESTE CORDÃO VINHA
DA BÓIA ATÉ O MEU DEDO DA MÃO, ONDE DAVA UMA VOLTA SOBRE MEU DEDO. DEPOIS DE
DAR A VOLTA EM MEU DEDO ESTE CORDÃO IA ATÉ UMA MARIPOSA NOTURNA QUE VOAVA A UM
METRO DE MIM MAIS OU MENOS. ASSIM, ESTAVA ENFILEIRADOS, A MARIPOSA VOANDO, EU
ANDANDO E A CARROÇA QUE ERA PUXADA POR UM CAVALO. ERA PARA ESTA MARIPOSA FORÇA
O CORDÃO PARA ACIONAR A BÓIA E ASSIM ENCHER A CAIXA D’ÁGUA. A GENTE IA ANDANDO
POR AQUELA RUA, EU COM A MÃO LEVANTADA PARA O CORDÃO NÃO SAIR DO MEU DEDO, A MARIPOSA
VOANDO DO MEU LADO E A CARROÇA ANDANDO. MAS A MARIPOSA NÃO CONSEGUIA FORÇA O
CORDÃO PARA ACIONAR A BÓIA DA CAIXA D’ÁGUA. ENTÃO FIQUEI PENSANDO QUE SE
DEPENDER DA MARIPOSA A CAIXA D’ÁGUA NÃO IA ENCHER NUNCA. ELA NÃO QUERIA SABER
DE TRABALHAR.
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sábado, 20 de outubro de 2012
A CARROÇA E A MARIPOSA
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011
A TORRE
Estava num local, que parecia ser o pátio de umagrande empresa. Entrei num galpão, juntamente com a Paula, para encontrar comum homem, que me chamava para a gente consertar os canos de água, para podermosentão levar as caixas de água para cima. Havia vários encanamentos neste galpão.A gente foi olhando e vimos que um jogava água foram da boca de outro cano.Então vimos que era ali o problema. Colocamos de volta no lugar. Saímos eu e aPaula. A Paula foi buscar uma caixad’água, destas de 250 litros. Ela a trazia na mão. Eu estava perto de umatorre, que deveria ter uns 20 metros de altura. Havia uma escada tipomarinheiro. Eu teria que subir com esta caixa d’água nesta torre. Subia com acaixa e entregava a Paula que já estava La em cima. A Paula posicionava a caixae descia novamente. Ela pegava outra e trazia para eu subir aquela escada comela. Já tinha subido com 15 caixas, quando resolvi ver as horas em meu celulare vi que eram 15h15min. Disse para pula que precisava ir que não continuariaali, pois estava demorando muito. Ela dizia que eu não podia ir, porqueprecisava de todas as caixas cheias. Fui assim mesmo. Cheguei ao carro que eutrabalhava, para preparar o equipamento, que já estava dentro dele. Eu só teriaque ajeitá-los ali. Havia uma vasilha de vidro, que tinha um pouco de areia deconstrução ali. Era quase nada. Joguei a areia no chão, quando apareceuimediatamente um funcionário desta empresa, dizendo que não podia jogarabsolutamente nada no chão da empresa. Mandou que eu pegasse a areia. O piso daempresa era de terra batida. A areia que joguei, nem era visível ali. Mesmoassim, peguei um pouco de terra e coloquei de volta na vasilha. Disse ao talhomem que só precisava da vasilha limpa. Nisto chegaram mais dois homens queficaram ali me vigiando. Um deles disse que eu poderia lavar a vasilha numtanque que tinha ali pertinho de onde que estava. Ele disse que não eracorreto, mas permitiria que eu lavasse lá. Fui lavar a tal vasilha. Só passeiágua para tirar a areia que tinha ali. Nisto o tal homem disse que não era paraeu balançar a vasilha para tirar o excesso de água, fora do tanque, porque nãoera permitido deixar cair pingos de água no chão. Sacudi a vasilha dentro dotanque e voltei para o carro. Nisto chegou uma mulher para me vigiar também.Estava em cima do carro ajeitando o equipamento, quando vi um homem sentado amesa, dizendo que não iria trabalhar no dia seguinte, porque seu ajudante tinhaficado doente. Então imaginei logo que teria que fazer tudo sozinho. Ia sobrarpra mim. Fiquei pensando quem iria comigo. Nisto vi o Arizinho. Então percebique o Arizinho iria ser meu ajudando. Acabei de ajeitar o equipamento, fechei ocarro e fui indo embora, com aquelas pessoas me seguindo, para ver se eujogaria algo no chão.
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quarta-feira, 1 de abril de 2009
PENSAMENTO POSITIVO
Estava numa sala, que seria de minha casa. Estava eu, a Nathalia e o Fernando. Vi que a sala estava toda bagunçada e disse que a gente tinha que arrumar aquela bagunça, e que era fácil, bastava usar a força do pensamento. Então fechamos os olhos e fiquei dizendo para pensarem na sala arrumada. Quando abrimos os olhos, a sala estava toda arrumada e com móveis novos. Porém, o vaso sanitário tinha ficado no meio da sala. Só que era um vaso quadrado e a caixa de água que fica em cima era quadrada também e ele era todo branco. Tipo aquele de antigamente. Então eu disse que precisamos pensar novamente, porque o banheiro tinha misturado com a sala. Pensamos novamente e quando abrimos os olhos, tinha mudado todos os móveis e a sala estava arrumada. Só que o vaso tinha ficado no corredor de frente a sala. Então disse que assim não dava. Alguém ali estava com dor de barriga e só pensava em banheiro. Pedi para que a gente tentasse novamente. Fechei os olhos, fiz uma força muito grande, e quando abri, eu estava na área de serviço, ao lado do tanque de lavar roupas e o tal do vaso, do meu lado, Percebi então que era eu que queria ir ao banheiro.
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quarta-feira, 27 de agosto de 2008
O ATAQUE DAS EMPILHADEIRAS
Estava trabalhando num local, que não sei bem o que era. Estava eu e o Gueds. Nisto fomos chamados a um local onde estava o filho do Nênei trabalhando. Ele pediu para eu e o Gueds ajudar a ele no serviço que ele fazia. Eu então disse a ele que eu trabalhava era com meio ambiente e só media a qualidade do ar, que aquele serviço eu não fazia. Eu perguntei a ele se não tinha visto meu uniforme onde estava escrito meio ambiente. Depois disto, eu e o Gueds saímos dali. Fomos até uma caixa d’água de cimento, que deveria ter uns dois metros quadrados por um metro de altura, que estava ali no chão e estava cheia de água. Nisto e Gueds deitou dentro desta caixa de d’água, porém, ele não afundava nem se molhava. Ali era como se fosse nosso cômodo de colocar nossas ferramentas de trabalho. Eu então resolvi me deitar no chão ali ao lado desta caixa d’água. Nisto, tinha quatro empilhadeiras que estavam um pouco adiante, que ligara sozinhas e vieram em minha direção. Elas estavam com as lanças levantadas e três delas atingiram o telhado do cômodo que tinha ao lado e saíram empurrando as telhas até pararem. A outra veio na minha direção e abaixou a lança, em cima da minha perna, me impedindo de sair dali. Nisto o Gueds apareceu e perguntou o que estava acontecendo. Eu disse que eu fui preso pela empilhadeira. Havia ali um local que parecia pasto. Havia seis vacas pastando ali perto, Nisto eu disse que tinha comprado três daquelas vacas, para uma pessoa que estava ali comigo. Apareceu outra pessoa e disse que me venderia as outras três pelo mesmo preço que eu tinha comprado. Então eu disse que no outro dia iria arrumar os mil e quinhentos reais, para pagar as seis vacas. Sai dali em direção da casa da minha mãe. Quando fui chegando perto da casa dela, vi que tinha uma fila de pessoas na casa da minha tia Gloria, que é vizinha da minha mãe. No passeio de fora da casa da minha mãe, tinha algumas pessoas sentadas, tipo quando terminam de almoçar e ficam fazendo a sexta. Ao entrar no portão da casa da minha mãe, vi que no jardim estava cheio de pessoas sentadas por todos os lados. Eu entrei, desviando das pessoas e fui para dentro da casa. Lá, encontrei o Vitinho e o Nênei e disse a eles que a gente tinha que passar uma mensagem pelo celular, para dizer que não a gente não ia de uniforme para a escola.
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