OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : gritos
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sábado, 7 de setembro de 2013

A MULHER E OS MONTES DE TERRA


quinta-feira, 30 de setembro de 2010

INEVITÁVEL


Estava subindo para o apartamento onde moro, pelas escadas. As escadas do prédio eram aquelas tipo “vai e vem”. Nas escadas, não tinha corrimão. Quanto mais eu subia e olhava pelas laterais da escada, para baixo, mais imaginava eu caindo e como eu chegaria lá em baixo, todo quebrado. Quando cheguei ao final da escada, para acessar meu apartamento, tinha que subir em uma viga que deveria ter uns 50 centímetros de largura. Fiquei tentando subir, mas não conseguia e neste instante, quase cai pelo vão das escadas, uma vez que não havia corrimão para proteção. Fiquei assustado e quando olhei para um canto, me vi sentando e respirando com dificuldades. Ao me ver, dei um grito muito forte. Só que o outro “eu, que estava ali, também gritou junto comigo. Virei para outro lado, imaginando ser apenas uma ilusão minha. Quando olhei novamente, lá estava eu com muita dificuldade para respirar. Gritei novamente, assustado por me ver ali sentado. O outro “eu” gritou também. Então entendi que eu estava assistindo minha própria morte. Comecei a gritar de novo. Sempre quando eu gritava, o outro “eu” gritava também. Parei de gritar e fiquei me olhando. Pude ver eu com muitas dificuldades de respirar, até que assisti a mim mesmo, morrendo. Então, este outro eu que estava sentado respirando com dificuldades, parou de respirar, a cabeça caiu para frente e morreu. Ai que gritei muito, mas o outro “eu” já não gritava e nem se mexia mais.

domingo, 17 de janeiro de 2010

CAPOTAMENTO SEM SALVAMENTOS

Estava dentro de um carro, que não sei qual era. O Ricardo dirigia o carro. Estávamos numa rodovia que tinha quatro pistas de cada lado. Era muito larga a rodovia. A gente estava na pista bem central. Ao longo desta rodovia, sempre no acostamento, havia homens em pé, segurando alguma coisa. Provavelmente trabalhadores da rodovia, pois usavam uniforme alaranjado. Eram sempre de dois em dois e ficavam a uns 10 metros de distância uns dos outros. Do outro lado da pista, no sentido contrário, era a mesma coisa. Na nossa frente ia um Fiat Uno azul e um carro grande, parecendo com um opala branco. Só quem este opala, esta indo de marcha à ré. Eles iam muito rápido. Nisto o opala deu um “cavalo de pau”, e sai dirigindo de frente. Ele e o Uno saíram muito rapidamente. Nisto o Ricardo acelerou para tentar seguir os dois. Disse ao Ricardo que ele estava indo rápido demais e mesmo assim não conseguiria alcançar aqueles carros, que era melhor ele diminuir a velocidade. Mas ele continuou acelerando. Pedi a ele para parar, quando nosso carro passou dentro de um buraco grande que havia na pista. Fiquei falando para o Ricardo diminuir, porque não conseguiria desviar dos buracos. Nisto o carro foi indo para o acostamento, na direção daqueles homens que estavam trabalhando ali. Fiquei falando para o Ricardo desviar deles, mas ele continuava correndo muito e indo em direção ao acostamento. Olhei para o Ricardo e vi que ele estava desmaiado. Então, com a mão esquerda, peguei o volante e fui tentar dirigir e desviar dos homens que estavam em pé ali. Mas não conseguia. Nisto o carro foi até o acostamento, bateu numa proteção que tinha ali e capotou. Eu só me vi rodando muito e quando parou, estava tudo escuro, não via nada. Comecei a gritar: __Ai, Ai, Ai, Ai, Ai__ inúmeras vezes. Depois que cansava de gritar, parava um pouco e começar a gritar novamente. Fiz isto três vezes. Depois comecei a gritar: __Minha barriga.__Aconteceu alguma coisa com minha barriga__ Fui falando isto várias vezes. Depois que parei, continuei a gritar “Ai” novamente. Quando cansei de gritar “ai, falei: __Que demora destes caras da rodovia para vir salvar a gente__

terça-feira, 3 de novembro de 2009

ATACADO POR VAMPIRO INVISÍVEL

Estava indo pelo passei, para chegar ao prédio onde moro. Quando passei em frente ao bar do Anésio, vi que tudo estava ao contrário, como se estive dentro de um espelho. Continuei andando e vi que no bar do Anésio não tinha luz. Então imaginei que no prédio onde moro, também não teria, já que sou vizinho do Anésio. Mas, chegando à entrada do prédio, vi que tinha uma luz acesa. Abri o portão da frente e entrei. Havia algumas pessoas ali. Quando cheguei às escadas para subir até meu AP, elas estavam era descendo. Então percebi que tinha entrado no prédio visinho ao que eu moro. Nisto percebi que podia passar para meu prédio, sem sair dali, porque isto já tinha acontecido comigo, e eu tinha passado para meu prédio, por uma passagem que tinha ali. Fiquei procurando por esta passagem, até que a vi. Mas ela estava diferente e não caberia eu ali. Então fui até a portaria deste prédio, porque dali eu conseguiria passar para o meu. Havia algumas pessoas numa fila, então decidir sair deste prédio e voltar para o meu. Ao sair, já me vi em cima do portão de entrada da casa da dona Judith. Havia algumas pessoas no corredor que vai do portão até a área que tem no fundo. Parecia que estava havendo uma festa. Então comecei a gritar, como se alguma coisa estivesse me seguindo. Dei um pulo e fui por cima das pessoas, dando pulo bem alto, até a área que tem lá no fundo. Eu sentia que havia um vampiro me seguindo. Lá no fundo, voltei pelo mesmo corredor, dando gritos, até chegar de volta e sentar em cima do muro do portão. Nisto fiz que pegasse alguém que estivesse me atacando, embora eu não visse nada, e o atirei no chão, do lado de dentro da casa da dona Judith. Nisto, embora não caísse nada no chão, foi como se estivesse caído, pois começou a escorrer um sangue, do nada. Então dando gritos, sai pulando dali, em disparada.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

CARREGANDO ARMAÇÕES



Estava carregando algumas armações de ferro, com vários fios enrolados. Eu cheguei num galpão, para entregar estas armações, às 18 horas. Eu entrei e fui para uma porta dos fundos, imaginando que já poderia estar fechada, pois eram 18 horas. Mas ela estava aberta. Eu entrei e perguntei a quem deveria entregar. Um homem chegou e disse que ele queria só os fios e que era para eu entregar o restante numa outra sala que tinha ali. Eu fui até esta sala e entreguei as peças. Nisto ouvi gritos. Eu, e a mulher que pegou aquelas peças, olhei em direção ao grito. Tinha uma piscina grande, mas toda cercada por um murinho. Eu tentava ver se era alguém se afogando, mas não conseguia ver nada.
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segunda-feira, 6 de outubro de 2008

CAINDO NO MONTE DE TERRA


Eu estava num trabalhando num local onde havia dois montes, bem alto, de terra e duas lagoas de lama. Eu estava entre os dois montes de terra. Sai andando dali e não conseguia abrir os olhos direito, porque o sol estava batendo direto neles. Quando vi eu estava andando sobre um lamaçal. Eu tentava ver se ninguém estava me olhando. Sai para procurar meu armário na empresa, para trocar a botina. Mas eu não conseguia ver direto. Nisto cheguei ao galpão onde ficaria meu armário. Uma rua estreita passava ao lado dele. Nisto veio um carro e algumas pessoas que estava ali começaram a dizer que ele estava na contra mão. Mas ele seguiu assim mesmo. Eu então segui o carro que subia esta rua que era bem íngreme. Chegando lá em cima, eu peguei outra ruazinha à esquerda e logo adiante vi um homem e uma mulher ao lado de alguém que estava em uma moto, em cima do passeio. Eu olhei o tal homem e lembrei que ele tinha atirado em alguém e a policia não prendia ele, eu não sabia por quê. Quando fui passando por eles, vi que na beira do passeio tinha uma arma de fogo. Imaginei que fosse deste homem e que, ele sabendo que eu tinha visto, poderia querer atirar em mim. Fui rapidamente e virei na primeira rua à esquerda. A rua era uma descida muito forte. Eu comecei a descer, sem que andasse, fui escorregando como se estive de patins. Então ouvi uma mulher gritar “assassino”. Depois ouvi um tiro e outra pessoa dizendo “covarde”. Eu descia aquela rua rapidamente, olhando para trás, com medo de o tal homem me seguir. Nisto veio o final da rua e não conseguia parar. Então passei do final e sai no ar e vi lá em baixo, os dois montes de terra e as duas lagoas de lama, onde eu estava trabalhando. Eu fui caindo muito rapidamente e cai no monte de terra. Bati os pés primeiro e ele esparramou terra pra todo lado. Eu fiquei sentado e pensei se eu estava vivo ou tinha morrido na queda. Depois fiquei mexendo os pés, para ver se não tinha quebrado a coluna. Então, coloquei as mãos para trás, apoiando-a na terra e fiquei ali parado.