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A TORRE

Estava num local, que parecia ser o pátio de umagrande empresa. Entrei num galpão, juntamente com a Paula, para encontrar comum homem, que me chamava para a gente consertar os canos de água, para podermosentão levar as caixas de água para cima. Havia vários encanamentos neste galpão.A gente foi olhando e vimos que um jogava água foram da boca de outro cano.Então vimos que era ali o problema. Colocamos de volta no lugar. Saímos eu e aPaula.  A Paula foi buscar uma caixad’água, destas de 250 litros. Ela a trazia na mão. Eu estava perto de umatorre, que deveria ter uns 20 metros de altura. Havia uma escada tipomarinheiro. Eu teria que subir com esta caixa d’água nesta torre. Subia com acaixa e entregava a Paula que já estava La em cima. A Paula posicionava a caixae descia novamente. Ela pegava outra e trazia para eu subir aquela escada comela. Já tinha subido com 15 caixas, quando resolvi ver as horas em meu celulare vi que eram 15h15min. Disse para pula que precisava ir que não continuariaali, pois estava demorando muito. Ela dizia que eu não podia ir, porqueprecisava de todas as caixas cheias. Fui assim mesmo. Cheguei ao carro que eutrabalhava, para preparar o equipamento, que já estava dentro dele. Eu só teriaque ajeitá-los ali. Havia uma vasilha de vidro, que tinha um pouco de areia deconstrução ali. Era quase nada. Joguei a areia no chão, quando apareceuimediatamente um funcionário desta empresa, dizendo que não podia jogarabsolutamente nada no chão da empresa. Mandou que eu pegasse a areia. O piso daempresa era de terra batida. A areia que joguei, nem era visível ali. Mesmoassim, peguei um pouco de terra e coloquei de volta na vasilha. Disse ao talhomem que só precisava da vasilha limpa. Nisto chegaram mais dois homens queficaram ali me vigiando. Um deles disse que eu poderia lavar a vasilha numtanque que tinha ali pertinho de onde que estava. Ele disse que não eracorreto, mas permitiria que eu lavasse lá. Fui lavar a tal vasilha. Só passeiágua para tirar a areia que tinha ali. Nisto o tal homem disse que não era paraeu balançar a vasilha para tirar o excesso de água, fora do tanque, porque nãoera permitido deixar cair pingos de água no chão. Sacudi a vasilha dentro dotanque e voltei para o carro. Nisto chegou uma mulher para me vigiar também.Estava em cima do carro ajeitando o equipamento, quando vi um homem sentado amesa, dizendo que não iria trabalhar no dia seguinte, porque seu ajudante tinhaficado doente. Então imaginei logo que teria que fazer tudo sozinho. Ia sobrarpra mim. Fiquei pensando quem iria comigo. Nisto vi o Arizinho. Então percebique o Arizinho iria ser meu ajudando. Acabei de ajeitar o equipamento, fechei ocarro e fui indo embora, com aquelas pessoas me seguindo, para ver se eujogaria algo no chão.

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