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sábado, 7 de setembro de 2013
A MULHER E OS MONTES DE TERRA
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.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
FAZENDO EMPRÉSTIMO BANCÁRIO
Vinham andando por uma rua, quando
entrei num lote, onde lá no fundo, havia uma construção. Era uma espécie de
loja. Havia várias pessoas do lado de fora e outras dentro do que seria esta
loja. Entrei dentro deste cômodo e sentei numa cadeira onde havia uma pequena
mesa. Nisto uma mulher sentou à mesa e perguntou o que eu queria. Disse que queria
fazer um empréstimo de três mil reais. A tal moça pegou algumas folhas e
começou a preencher. Enquanto ela preenchia, fui dizendo a ela que até podia
fazer um empréstimo consignado, que os juros eram mais baixos, mas ele demorava
muito a sair, por sito que fazer ali. Depois que ela preencheu, disse para eu
esperar que ela fosse finalizar o pedido. Sai dali e fiquei sentando vendo
aquelas pessoas ali, conversando. Como eu estava sentado perto de uma janela,
veio uma mulher, pela janela, colocou a mão em meu ombro e disse que o
empréstimo não tinha sido aprovado. Não era a mesma mulher que havia preenchido
a ficha. Sai do lado de fora e perguntei por que não tinha sido aprovado. Ela
disse que eu tinha outros empréstimos e alguma prestação pagava adiantada e
outras atrasado. Disse que ela que eu nunca tinha atrasado nada. Ela ficou dizendo:
“Ram ram, acredito”. Dizia que era verdade, mas ela não acreditava em mim. Sai
dali com vergonha porque as pessoas estavam olhando e ouvindo-a dizer que eu
atrasava as prestações.
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
INAUGURAÇÃO DE LOJA
Estava indo por uma rua, quando
entrei no que seria uma loja de departamento. Só que havia entrado pelos
fundos. Havia várias pessoas na parte de trás da loja. Trabalhadores que
pareciam acabar de ter terminado o serviço, se arrumando. Algumas mulheres,
todos sempre apressados. Fui passando por aquelas pessoas até que cheguei à
parte da frente da loja, que estava fechada. Algumas pessoas amarravam balões
por toda a loja. Eh que a loja ainda não tinha sido inaugurada, o que ia
acontecer naquele dia. Fiquei olhando o que havia nas prateleiras. Olhei um
tempo e depois voltei e sai da loja por onde havia entrado.
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segunda-feira, 21 de junho de 2010
DE PIJAMA COLORIDO

Estava dormindo em minha cama, quando ouvi a apresentadora de telejornal, da Rede Globo, a Sandra Annemberg, dizendo que bicos estavam invadindo residências. Ouvindo isto, vi no teto do meu quarto, uma taturana branca, andando rapidamente. Estava com muito sono, não consegui sair dali para tirá-la de lá. Dormi novamente e acordei logo em seguida, quando vi a tal taturana já próxima do piso do quarto, passando atrás do meu tênis. Com muito sono, sem consegui me levantar, estiquei meu pé na tentativa de espremê-la na parede, com o dedão. Mas ela caminha bem encostada na parede, e não consegui espremê-la. Dormi novamente e acordei já meio assustado, imaginando estar atrasado. Sai do meu quarto e percebi que meu quarto estava dentro de uma fábrica de roupas, que tinha uma loja na frente. Fui andando pela fábrica. Havia várias pessoas ali, algumas costurando nas máquinas, outras fazendo algo nas grandes mesas. Ninguém reparava em mim. Então percebi que estava usando um pijama todo colorido. Fiquei com vergonha de estar usando o pijama e sai procurando um banheiro para trocar de roupa. Nisto fui parar na loja da frente, que tinha acesso para a fábrica, pelo fundo da loja. Havia algumas mulheres, que seriam as vendedoras e estavam bem vestidas. Elas começaram a rir do pijama que eu usava. Perguntei onde era o banheiro. Elas me mostraram. O banheiro ficava logo ali mesmo, não tinha porta e nem parede. Havia quatro. Só que eles ficavam a um metro mais ou menos abaixo do piso. E não tinha como a gente ficar em pé e nem sentado. Tinha que ficar segurando com as mãos, na beirada do mesmo. Eu estava muito apertado para ir ao banheiro, mas não conseguia ficando daquele jeito. Então sai correndo dali, procurando outro banheiro, tentando esconder com as mãos, o pijama colorido que eu usava.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
COM A BERMUDA POR CIMA DA CALÇA
Ontem à tarde, vinha eu pela Av. primeiro de Junho, em direção a Rua Minas Gerais. Eu empurrava um carrinho que estava muito pesado. Nisto passou muito lentamente, em uma caminhonete F250, azul, o Toim Baleia dirigindo e o Zete ao lado. Quando passaram por mim, pararam, mas eu não queria falar com eles e continuei empurrando o carrinho. Eles deram marcha a ré e voltaram devagarzinho como estava indo. Fiz força o máximo que pude, para que não viessem falar comigo. Quando cheguei à Rua Minas Gerais, virei subindo a rua. Assim eles não conseguiriam falar comigo. Deixei o carrinho ali, peguei uma mochila que estava dentro deste carrinho e coloquei nas costas. Quando atravessei a Av. Vinte e Hum de Abril, entrei numa loja. Havia algumas pessoas ali comprando roupa. Peguei uma bermuda e experimentei, colocando a mesma por cima da calça que eu usava. A bermuda serviu certinho. Então sai dali e fui indo embora. Quando cheguei a frente ao Pioneiro, lembrei que não tinha pago a bermuda. Fiquei pensando porque o alarme não tocou, sendo que na porta tinha alarme. Como estava com pressa, pensei em voltar lá depois, para pagar a bermuda. Coloquei a mão atrás da bermuda que eu usava por cima da calça e vi que as etiquetas estavam ali penduradas. Não importei com isto e fui embora. Quando virei na Av. Sete de Setembro, vi que ela estava diferente e em outro local. fui andando e no final de cada quarteirão que eu passava, era como um tobogã. Eu ficava parado e eia escorregando, em pé, até o final, sem cair. Fiz isto três vezes. Depois vi que estava num bairro onde já estive antes. Havia uma pequena ruazinha que passando por ela, a gente ia até o centro. Mas lembrei de que todas as vezes que tentei passar por ali, nunca consegui chegar ao centro. Então decidi ir pelo bairro Esplanada. Vi alguns motoqueiros indo por aquela ruazinha. Pensei que seguindo eles eu poderia, desta vez, acertar o caminho. Mas preferi ir pelo Esplanada mesmo. Quando cheguei ao esplanada, já estava anoitecendo. Entrei na casa da minha mãe, cujo quintal estava todo inundado. Minha mãe andava dentro daquela água que ia até a cintura. Perguntei por que ela andava dentro da água. Ela disse que não tinha problema algum. Depois me perguntou se eu queria comprar uns biscoitos, que a Valéria estava vendendo. Ela disse que ela mesma fazia. Eu disse que não gostava de nada caseiro, só comprava produtos industriais. Sai dali e fui para minha casa, ainda com a bermuda vestida por cima da calça jeans.
domingo, 15 de novembro de 2009
APRENDENDO A TROCAR A FRALDA DA CRIANÇA
Estava numa grande loja de magazine, tipo a Ricardo Eletro. Havia várias pessoas. A loja estava cheia de confete, como se estivesse ocorrendo uma grande liquidação. Nisto, uma criança, que deveria ter um ano mais ou menos, e estava em cima de uma pequena mesa, usando apenas fralda descartável, virou para mim e disse que era para eu levá-la ate o outro lado da loja, onde ela ensinaria as pessoas a trocar fraldas descartáveis. Então eu disse: --sobrou para o marmitão-- A segurei por debaixo dos dois braços e sai carregando a criança, evitando que ela encostasse em mim, porque ela estava só de fralda e não sabia em que situação estava a fralda. Chegando do outro lado da loja, coloquei a criança em cima de outra pequena mesa. Sentada, encostada na parede, tinha uma menina, que deveria ter uns 15 anos. Ela ouvia música com fone de ouvidos. Nisto, a criança que coloquei em cima da mesa, disse que iria demonstrar como se trocar fraldas. Fui tirando a fralda que usava. O problema foi que ela tinha feito cocô. Só que estava “durinho” e caiu no chão e partiu em alguns pedaços. A tal criança então pediu para eu pegar. Disse então: --sobrou para o marmitão de novo— Nisto veio rolando até perto de mim, um rolo de papel higiênico. Então disse que usaria o papel higiênico da loja mesmo. Peguei o papel em bastante quantidade, enrolei na mão e fui pegar o cocô da criança. Quando pegava, veio aquela menina que ouvia som, e foi para pegar um pedaço. Então gritei para não pegar porque era cocô. Ela então disse que havia pensado que era um doce. Então disse a ela: --vai comer este “doce” que você vai ver o gosto que tem—E comecei a rir.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
COM O VELHO FIAT 147
Estava num local, que não sei onde era. Nisto fui até onde a Rita trabalhava. Mas a loja estava num terreno vazio, onde só havia esta loja. Nisto ela pediu para eu levar o carro. Fui até o carro e vi que era um Fiat 147. Ele estava todo arrebentado, portas caindo, todo destruído mesmo. Então pensei que eu não sairia dirigindo aquela lata velha de jeito nenhum. Sai dali e voltei para minha casa. Lá liguei para o Carlos. Ele atendeu pensando ser a Rita. Então disse a ele que a Rita usava meu telefone e aquele era o meu. Disse a ele que o carro estava pronto e que ele podia ir buscá-lo na loja da Rita. Depois fui num local, onde havia uma mulher, que deveria ter uns 20 anos. A gente estava encostado numa cerca, olhando algo. Eu estava pelado, só de camisa. Quando percebi que estava sem calça. Coloquei uma bermuda. Nisto esta tal mulher, me pediu para ir com ela até um lago. Ela disse que não sabia nadar e eu teria que ensinar a ela. Disse que também não sabia nada. Ela disse então que ficaria sentada no meu colo. Ai eu disse: “beleza, vamos nessa”.
sábado, 3 de maio de 2008
SEGURANÇA POLICIAL
Eu estava dentro de uma loja que fica na rua Goiás. Ela estava fechada e havia muita gente lá fora esperando a loja abrir. Eu era o segurança da loja e estava vestido como um policial. Eu abri a porta da loja, ria muito e pedi para o pessoal fazer uma filha. Algumas pessoas ficavam rindo de ver eu vestido como policial. Eu ria muito também.
domingo, 4 de novembro de 2007
SENTINDO FRIO
Estava num local, tipo uma loja. Eu comprava uma roupa. A roupa que eu comprei, eu coloquei na hora. Era uma calça jeans e uma camisa de malha manga curta. Eu disse para a moça que me atendeu que eu queria manga curta porque fazia muito calor e eu queria que fizesse era frio. Então, quando sai desta loja, andando pela rua, eu senti muito frio. Eu então sai falando que era isto que eu queria, sentir frio. O vento batia forte no meu rosto.
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