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DE JUIZ DE FORA A OLIVEIRA


Estava num local, parecido com uma residência, mas era uma empresa, eu deveria fazer uma medição da qualidade do ar neste local. Fui chegando neste local, mas já estava começando a anoitecer. Entrei por uma sala, onde o teto era baixo. Passei levando a sonda de medição. Chegando ao local onde faria a medição, havia dois homens me esperando. Um era o dono da empresa e outro o funcionário. O dono perguntou onde eu faria a medição. Olhei e vi rente ao chão, bem no canto da parede, a marca de um buraco que foi tampado, disse que faria no mesmo lugar, que era só destampar aquele buraco ali na parede. O dono mandou o empregado fazer isto. Sai para pegar o restante do equipamento, quando o dono da empresa perguntou por que demorei tanto, se tinha marcado para eu ir ali à parte da manhã. Disse a ele que tive que viajar até a cidade de Juiz de Fora. Ele então disse que Juiz de fora ficava muito longe. Então eu corrigi, dizendo que tinha ido até a cidade de Cláudio. Mas na verdade, eu tinha ido até a cidade de Oliveira. Não consegui entender porque havia dito Cláudio em vez de Oliveira

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ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
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NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

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POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
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“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

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