OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : água azul
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sábado, 12 de junho de 2010

CAINDO DO PENHASCO


Estava em uma mata, onde havia várias pessoas. Havia dois cabos de aço, que saiam de onde a gente estava e ia pela mata adentro. Cada um seguindo uma direção diferente. Um cabo era azul e o outro vermelho. Eu e mais algumas pessoas, seguramos no cabo azul, enquanto as outras o fizeram no cabo vermelho. Ao segurarmos nestes cabos, saímos em disparada pela mata adentro. A gente não conseguia soltar as mãos do mesmo. A gente estava sendo puxados e muito rápidos. Nas plantas baixas e pequenos arbustos, a gente passava por cima com ele batendo na gente, nos braços e às vezes até no rosto. Os cabos contornavam as árvores grandes, mas a gente não batia nelas. Isto foi por um longo trecho, até que nós, que estávamos com o cabo azul, paramos no alto de um penhasco. Do outro lado deste penhasco, vimos às pessoas que estavam com o cabo vermelho. Na beira deste penhasco, olhei La para baixo e vi um rio passando lá no fundo do mesmo. As paredes deste penhasco era toda de pedra. Ficamos nós olhando de um lado e as outras pessoas olhando do outro. Quando de repente, um vento forte e muito rápido, empurrou todos nós para dentro deste penhasco. Quando estava caindo e muito rapidamente, começamos a gritar. Caindo e olhando para cima, fui vendo a beira de o penhasco ficar cada vez mais distante. Caia e nunca chegava ao fundo do penhasco, onde estaria o rio. Nisto não vi mais ninguém que estava comigo. Como nunca chegava ao fundo do penhasco, imaginei que não estava caindo e sim, voando. Então virei o corpo, ficando de frente e sai plainando, olhando toda aquela planície do alto.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

O PODER DO LÍQUIDO AZUL


Estava dentro de uma cabine, toda de vidro, que deveria ser de um navio. Olhava por este vidro, para a praia. Nisto veio um barco grande, que chegando à praia, não parou. Continuou pela areia, como se esta fosse água. Voltei para dentro deste navio, onde a Polyana e o Fernando estavam sentados num canto. Cheguei junto a eles e disse para a Polyana, que iria pagar os três mil reais que devia a ela. Eu teria que pagar mil reais por dia, mas iria pagar tudo de uma vez. Contei o dinheiro, que havia muitas notas de cem reais. Mas não dava os três mil. Então a Polyana disse que me devia 980 reais, que iria me pagar. Ela me deu os 980 reais. Juntei tudo e continuava não dando os três mil reais. Então dei a ela dois mil reais e pedi ao Fernando que fosse ao banco retirar mil reais para mim. Ele pegou um pedaço de papel para anotar a senha. Disse a ele para anotar num canto, para que ninguém desconfiasse que fosse senha. Dei a ele o cartão e disse a senha. (falei os numero reais de minha senha). Ele então disse que faltavam as letras. Passei para ele as letras. (dei também as letras reais de minha conta). Fui até outro canto daquele navio, onde havia um grande quadro, todo feito de uma tela de malha bem pequena. Vi um pequeno bastão, parecido que aquele usado no vídeo game Nintendo DS. Só que um pouco maior. Fiquei brincando com ele, quando alguém disse que aquilo era do vídeo game e não podia por a mão. Então coloquei o mesmo, enfiado, naquela tela fininha daquele quadro. Fiquei pensando que seria fácil achá-lo ali, caso alguém precisasse. Nisto veio dois guardas do navio, arrastando um homem algemado, e junto um menino que deveria ter uns 8 anos. Um dos guardas disse que aquele tal homem tinha muitos poderes e só não conseguia usá-los, se estivesse perto de uma criança. Entraram com eles num compartimento. Nisto vi uma pequena bacia com uma água azul. Comecei a lavar minhas mãos ali, porque tinha pegado em dinheiro. Minas mãos ficaram azuis. Chegou alguém e disse que eu não poderia fazer aquilo, porque aquela água era que impedia o ataque daqueles homens que tinham poderes. Ouvi uma explosão dentro daquela porta onde entraram. Nisto o tal homem algemado sai de dentro, com o rosto transformado como de um vampiro. Veio na minha direção. Estendi a mão, tentando afastá-lo. Ele se assustou e saiu. O liquido azul de minha mão, não deixava ele se aproximar. Ele ia em direção outras pessoas. Todas que ele tocava, ficava igual a ele. Corri até aquele quadro de tela, pequei aquele bastão de vídeo game e segurei firme na minha mão. Veio outro tentando me atacar. Estendi a mão na frente dele, e com o bastão, perfurei o peito dele várias vezes. Fiz isto com outros três. Mas como aumentava cada vez mais as pessoas que queria me atacar, corri ate a saída daquele navio e pulei no mar, para ir até a praia e fugir. Quando fiz isto, percebi que estava em alto mar. Nisto o navio foi indo embora, me deixando ali na água, sem saber o que fazer.