Estavacom mais umas 10 pessoas, no que seria uma corrida. Todos nós estávamos desunga de praia. Alguém gritou “largada” e saímos correndo. Era por uma estradade terra que depois de pouco tempo, podemos ver o que seria o mar ou um grandelago. Quando chegamos ao alto de um penhasco, tinha que pular nesta água. Oprimeiro que caísse na água, ganharia a corrida. Fui o primeiro a chegar nestepenhasco. Mas fiquei com medo de pular. Outros foram chegando e pulando. Depoisque todos pularam, olhei pra baixo para ter certeza que estava tudo bem, e ai,só ai, pulei também.
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sexta-feira, 18 de novembro de 2011
CORRIDA DO PENHASCO
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Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
69-117 Summit St, Newark, NJ 07103, USA
sábado, 12 de junho de 2010
CAINDO DO PENHASCO

Estava em uma mata, onde havia várias pessoas. Havia dois cabos de aço, que saiam de onde a gente estava e ia pela mata adentro. Cada um seguindo uma direção diferente. Um cabo era azul e o outro vermelho. Eu e mais algumas pessoas, seguramos no cabo azul, enquanto as outras o fizeram no cabo vermelho. Ao segurarmos nestes cabos, saímos em disparada pela mata adentro. A gente não conseguia soltar as mãos do mesmo. A gente estava sendo puxados e muito rápidos. Nas plantas baixas e pequenos arbustos, a gente passava por cima com ele batendo na gente, nos braços e às vezes até no rosto. Os cabos contornavam as árvores grandes, mas a gente não batia nelas. Isto foi por um longo trecho, até que nós, que estávamos com o cabo azul, paramos no alto de um penhasco. Do outro lado deste penhasco, vimos às pessoas que estavam com o cabo vermelho. Na beira deste penhasco, olhei La para baixo e vi um rio passando lá no fundo do mesmo. As paredes deste penhasco era toda de pedra. Ficamos nós olhando de um lado e as outras pessoas olhando do outro. Quando de repente, um vento forte e muito rápido, empurrou todos nós para dentro deste penhasco. Quando estava caindo e muito rapidamente, começamos a gritar. Caindo e olhando para cima, fui vendo a beira de o penhasco ficar cada vez mais distante. Caia e nunca chegava ao fundo do penhasco, onde estaria o rio. Nisto não vi mais ninguém que estava comigo. Como nunca chegava ao fundo do penhasco, imaginei que não estava caindo e sim, voando. Então virei o corpo, ficando de frente e sai plainando, olhando toda aquela planície do alto.
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