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sábado, 12 de junho de 2010

CAINDO DO PENHASCO


Estava em uma mata, onde havia várias pessoas. Havia dois cabos de aço, que saiam de onde a gente estava e ia pela mata adentro. Cada um seguindo uma direção diferente. Um cabo era azul e o outro vermelho. Eu e mais algumas pessoas, seguramos no cabo azul, enquanto as outras o fizeram no cabo vermelho. Ao segurarmos nestes cabos, saímos em disparada pela mata adentro. A gente não conseguia soltar as mãos do mesmo. A gente estava sendo puxados e muito rápidos. Nas plantas baixas e pequenos arbustos, a gente passava por cima com ele batendo na gente, nos braços e às vezes até no rosto. Os cabos contornavam as árvores grandes, mas a gente não batia nelas. Isto foi por um longo trecho, até que nós, que estávamos com o cabo azul, paramos no alto de um penhasco. Do outro lado deste penhasco, vimos às pessoas que estavam com o cabo vermelho. Na beira deste penhasco, olhei La para baixo e vi um rio passando lá no fundo do mesmo. As paredes deste penhasco era toda de pedra. Ficamos nós olhando de um lado e as outras pessoas olhando do outro. Quando de repente, um vento forte e muito rápido, empurrou todos nós para dentro deste penhasco. Quando estava caindo e muito rapidamente, começamos a gritar. Caindo e olhando para cima, fui vendo a beira de o penhasco ficar cada vez mais distante. Caia e nunca chegava ao fundo do penhasco, onde estaria o rio. Nisto não vi mais ninguém que estava comigo. Como nunca chegava ao fundo do penhasco, imaginei que não estava caindo e sim, voando. Então virei o corpo, ficando de frente e sai plainando, olhando toda aquela planície do alto.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

NA PICINA DO HOSPITAL

Estava num local, parecendo o terrero da casa da minha mãe. Eu lavava o meu braço num balde com água, e após eu lavar, a água ficava vermelha, pois meu braço estava cheio de sangue. Eu fiz isto umas três vezes. Depois peguei o balde com a água e joguei no chão. Com uma vassoura, fui empurrando a água. Nisto cheguei perto do Paulinho e perguntei a ele se queria ir à piscina municipal, que ficava no hospital São João de Deus. Ele disse que não queria ir. Eu disse que não queria ir sozinho, porque tinha medo de deixar o carro estacionado lá e alguém roubá-lo. Ai eu fiquei me imaginando na piscina e alguém roubando meu carro.