OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : respirar
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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Porque meu Deus? - Porque na época em que ficamos velhos e precisamos muito da saúde e vigor físico, ficamos fracos e doentes? A velhice não foi bem planejada

















Porque na época em que ficamos velhos e precisamos muito da saúde e vigor físico, ficamos fracos e doentes? A velhice não foi bem planejada
ESTOU AQUI, SENTADO A FRENTE DA TV E SENTINDO AQUELA SENSAÇÃO DE FINAL DE DOMINGO.
SABENDO QUE A QUARTA FEIRA ESTA CHEGANDO E A VIDA TOMA SEU CURSO NORMAL.
BEM QUE PODIA O CARNAVAL DURAR PELO MENOS UM ANO. UM ANO SÓ DE FERIADO.
SÃO MUITAS AS VANTAGENS.
NÃO PRECISA LEVANTAR CEDO, NÃO TEM QUE IR CORRENDO AO BANCO COBRIR CHEQUE, SEM AULAS NA FACULDADE, SEM USAR TERNO PARA UMA RECEPÇÃO A NOITE, SEM TRÂNSITO LENTO, SEM FILA, ENFIM, 365 DOMINGOS SEGUIDOS.



PORQUE SERÁ QUE NOS FERIADOS OS DIAS PASSAM RAPIDAMENTE?
PORQUE TEMOS QUE TRABALHAR?
PORQUE TEMOS QUE GASTAR DINHEIRO?
PORQUE TEMOS QUE IR NA CASA DE PARENTES?
PENSANDO BEM, PORQUE TEMOS QUE RESPIRAR O TEMPO TODO? NÃO DAVA PARA RESPIRAR SÓ UMAS OITO HORAS POR DIA?
PORQUE SÓ PODEMOS VER DE OLHOS ABERTOS? PORQUE NÃO PODEMOS ANDAR NAS RUAS DE OLHOS FECHADO E AINDA ASSIM VER TUDO?


PENSANDO MELHOR, PORQUE ANDAR? NÃO SERIA MELHOR SAIR FLUTUANDO PARA ONDE QUISÉSSEMOS?
PORQUE QUANDO FICAMOS VELHOS, FICAMOS DOENTES E FRACOS? NA HORA EM QUE MAIS PRECISAMOS DA SAUDE E FORÇA, ELES VÃO EMBORA.
ACHO QUE DEUS NÃO PLANEJOU A VELHICE DIREITO.
EH, SÃO MUITAS AS PERGUNTAS.
QUANDO CHEGAR NO CÉU, VOU PERGUNTAR TUDO ISTO A DEUS. AINDA QUE ELE NÃO ME QUEIRA VER TÃO CEDO POR LÁ.


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segunda-feira, 19 de abril de 2010

ENTULHO DE PESSOAS


Estava com dificuldades de respirar. Não conseguia me mexer direito. Com muito esforço e na tentativa de respirar, consegui tirar o que estava em cima de mim. Era um amontoado de pessoas, que vinham escorregando uma ladeira abaixo. Era como se fosse um monte de entulho. Sai daquele monte de gente, onde todos pareciam estar dormindo. Estava anoitecendo. Sai correndo e algumas pessoas que estava ali, olhando aquele amontoado de gente descer a ladeira, usavam uma corda para dar lambadas no meu PE. A corda batia no pé e doía muito. Corri até chegar numa outra rua. Peguei uma corda e fui fazer o mesmo, para me defender e assim, poder salvar aquele monte de gente que estavam descendo a ladeira, como se fossem um monte de lixo. Correndo, e tacando a corda nas pessoas, e elas em mim, sempre nós pés, consegui chegar ao alto da rua. Mas não vi mais aquele monte de gente. Desci outra rua, onde também as pessoas tacavam a corda no meu pé. Até chegar lá em baixo. Já não via mais ninguém e as tais pessoas não as vi mais. Fui correndo por uma rua plana e comprida. Quanto mais eu corria, mais rua tinha para correr. Até que cheguei numa ponte. Olhei lá em baixo e vi aquele monte de gente indo rio abaixo. Todos ainda desacordados. Pulei da ponte, para poder salvá-los. Cai bem em cima deles. No cair, afundei no meio daquelas pessoas. Fiquei novamente sem ar e não conseguindo me mexer. Depois de muito esforço, percebi que não conseguiria escapar dali. Já sem força e não conseguindo respirar, desacordei.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

TENTANDO RESPIRAR DENTRO D'ÁGUA

Estava numa sala, onde havia dois homens. Um sentado a mesa e outro numa cadeira de frente a esta. Eu estava sentado do lado. Eu fazia um seguro, mas não sei de que. O homem sentado a mesa preenchia meus dados. Depois o homem que estava sentado de frente, pegou uma mini calculadora e a colocou dentro de outra maior. Esperou um pouco e disse que meu cadastro tinha dado algumas restrições. Mas disse que achava que não atrapalharia eu fazer o seguro. Nisto já me vi no meio de uma inundação, juntamente com aqueles dois homens. Um deles jogou uma bolsa preta dentro d’água, dizendo que era uma doação. A bolsa afundou. Eu disse que doações deveriam ser feitas pessoalmente, enviadas via água, podiam não chegar. A inundação em que a gente estava acontecia na rua do posto central, que ia até os ex-combatentes. Eu boiava deitado de barriga para cima, e só com o rosto fora d’água. Fazia muito esforço para respirar. A água chegava aos meus ouvidos e deixando mesmo só o nariz e olhos fora d’água. Temia que a água cobrisse meu nariz e viesse a afogar. Fazia muito esforço para chegar ao posto dos ex-combatentes, onde daria pé. Respirando com muita dificuldade.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

ME AFOGANDO NO MAR

Eu estava num local, que parecia ser a rua do “meio”, do bairro esplanada. No rio ao lado, que parecia um braço de mar muito agitado, havia um pequeno navio e algumas pessoas no mar se afogando. Nisto estas pessoas se agarraram numa peça do barco que estava dentro do mar. Esta peça era triangular e a parte mais larga que estava dentro do mar. À ponta do triângulo, era presa no barco. Havia uns 10 cabos de aço, amarrados na parte de baixo do triangulo e se juntavam nesta ponta. As pessoas que se afogavam se agarraram nestes cabos de aço e começaram a gritar. Alguém do barco acionou uma alavanca o triângulo foi subindo levando todos para dentro do barco. Nisto chegou perto de mim um homem e nós saímos andando pela rua do meio. Ele me disse que eu podia rezar de voz alta ou em silencio, que eu fizesse do jeito que achasse melhor. Ele foi rezando de voz alta e eu de voz baixa. A gente rezava o “Pai Nosso” ou a “Ave Maria”, não me lembro bem. Nisto eu pensei em ir para a primeira rua. De repente me vi dentro de uma canoa, num mar. O mar estava muito agitando, mas a canoa não se mexia. Nisto vi um barco mais longe de onde eu estava. Ele balançava muito. Algumas pessoas gritavam desesperadas pedindo ajuda, Estas pessoas se agarraram num triângulo parecido com o do barco anterior. Elas gritavam ate que alguém veio ver o que era e acionou novamente a tal alavanca e começou a puxá-los para dentro do mar. Nisto eu fiquei com falta de ar, fazia força para respirar e não conseguia. Eu fiquei meio desesperado dentro da canoa e disse que tinha que sair dali.