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ME AFOGANDO NO MAR

Eu estava num local, que parecia ser a rua do “meio”, do bairro esplanada. No rio ao lado, que parecia um braço de mar muito agitado, havia um pequeno navio e algumas pessoas no mar se afogando. Nisto estas pessoas se agarraram numa peça do barco que estava dentro do mar. Esta peça era triangular e a parte mais larga que estava dentro do mar. À ponta do triângulo, era presa no barco. Havia uns 10 cabos de aço, amarrados na parte de baixo do triangulo e se juntavam nesta ponta. As pessoas que se afogavam se agarraram nestes cabos de aço e começaram a gritar. Alguém do barco acionou uma alavanca o triângulo foi subindo levando todos para dentro do barco. Nisto chegou perto de mim um homem e nós saímos andando pela rua do meio. Ele me disse que eu podia rezar de voz alta ou em silencio, que eu fizesse do jeito que achasse melhor. Ele foi rezando de voz alta e eu de voz baixa. A gente rezava o “Pai Nosso” ou a “Ave Maria”, não me lembro bem. Nisto eu pensei em ir para a primeira rua. De repente me vi dentro de uma canoa, num mar. O mar estava muito agitando, mas a canoa não se mexia. Nisto vi um barco mais longe de onde eu estava. Ele balançava muito. Algumas pessoas gritavam desesperadas pedindo ajuda, Estas pessoas se agarraram num triângulo parecido com o do barco anterior. Elas gritavam ate que alguém veio ver o que era e acionou novamente a tal alavanca e começou a puxá-los para dentro do mar. Nisto eu fiquei com falta de ar, fazia força para respirar e não conseguia. Eu fiquei meio desesperado dentro da canoa e disse que tinha que sair dali.

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CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
NASCERAM OS POLVINHOS, QUE CHEGARAM DE MANSINHO, PARA ORGULHO DO PAIZÃO.

NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

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