-->
Estava
no que seria um navio. Estava na plataforma dele juntamente com várias pessoas
e muitas crianças. Perto de mim havia uma mulher com uma criança que deveria
ter uns cinco anos. Esta criança queria que sua mãe comprasse algo para ela,
dizendo que os juros eram de apenas 7,5%. A mãe dizia que teria que ver os
preços de outros lugares, pois parecia ser um juro muito alto. A criança
insistia muito. Então peguei esta criança nos braços, encaixei as pernas dela
na minha barriga, de modo que ela ficasse de frente para mim e sai cantando e
dançando desajeitadamente pela plataforma do navio. A criança ria muito. Nisto as
outras pessoas pegaram as crianças como eu tinha feito e saíram dançando também
com suas crianças. Na verdade eu só ficava balançando a criança de um lado para
outro e ia arrastando os pés. Mas somente eu cantava uma música muito antiga.
Quando vi estavam todos dançando com uma criança nos braços.
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sexta-feira, 16 de novembro de 2012
NA PLATAFORMA DO NAVIO
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segunda-feira, 28 de maio de 2012
FRITANDO PASTEL NA LATA DE ÓLEO
Estava
vindo de carro por uma estrada de terra, com uma pessoa comigo. Parei o carro
perto de um posto de gasolina, olhei um mapa para localizar onde eu devia ir. Vi
que já estava onde deveria. Então resolvi abastecer o carro. Ao andar com o carro,
percebi que havia algo na roda da frente. Parei o carro pouco antes da bamba de
combustível. Desci e vi que a roda dianteira direita do Fiat que eu dirigia,
estava quase que saindo do eixo, faltava muito pouco. No porta malas para pegar
um macaco e trocar a roda pelo estep. Procurei e encontrei o macaco. Mas ele
era pequeno e feito de arame mais grosso. Fiquei tentando colocá-lo debaixo do
carro, mas percebi que ele não conseguiria levantar o carro. Voltei ao porta
malas e achei o macaco do carro mesmo. O que eu estava tentado usar era um
macaco de caro de brinquedo. Quando fui usar o macaco, esta pessoa que estava
comigo disse que era para deixar que os frentistas abastecessem o carro e
trocariam a roda. Então saímos dali e fomos para trás do posto, para o local
onde a gente deveria ir. Vi que era do outro lado. Voltando, ao passar pelo
posto novamente, vi os frentistas trocando a roda do carro. Cheguei ao local
onde deveria ir e lá estava com muitas pessoas. Era uma festa. Lá dentro estava
o Vitinho, o Nênei, o Ricardo a Regina e várias outras pessoas. Peguei uma lata
de margarina, destas de 20 litros que eram usadas antigamente. Dentro dela já
tinha uns três dedos de óleo. Era um óleo especial que não precisava ser aquecido
para fazer frituras. Dentro desta lata coloquei cinco pasteis para fritar. Sai andando
com aquela lata de óleo e com os pasteis fritando dentro dela. O Vitinho me
mandou largar aquela lata de óleo, pois tinha muitos pastéis fritos ali. Disse a
ele que já estava acabando de fritar. Depois fui falar da roda do carro que
quase havia se desprendido enquanto eu viajava até ali. Mas ninguém ouvia o que
eu dizia. Todos falavam ao mesmo tempo.
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3900 Rd, Independence, KS 67301, EUA
domingo, 29 de janeiro de 2012
COMPETIÇÃO / QUAL CABEÇA EH MAIOR?
AQUI, O RAMON E O PAULINHO, DISPUTAM QUAL TEM A CABEÇA MAIOR.
CLARO QUE NENHUM DELES QUER GANHAR.
MAS A DISPUTA NÃO ESTA NADA FÁCIL.
MAS A DISPUTA NÃO ESTA NADA FÁCIL.
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
NO FUTURO, DE ENCONTRO COM O PASSADO
Estava descendo uma ladeira, que não sei onde era. Estava junto com o Fernando. Nisto passou a Nathália abraçada com um rapaz de cor negra, que deveria ter uns 13 anos. Reclamei com a Nathália, dizendo que ela tinha 19 anos e não podia namorar alguém de 13 anos. Mas ela não deu ouvidos ao que eu falava e continuo abraçada ao rapaz e fui indo na nossa frente. Estava meio escuro e havia neblina. Ela sumiu na neblina. Continuei andando com o Fernando, até que chegamos numa rua que cruzava aquela ladeira. Fui para a direita e o Fernando foi para a esquerda. Sai andando até que percebi que estava numa estrada de terra, que seguia por entre uma mata. Andando um pouco cheguei num sítio onde havia uma grande casa, com varando em toda sua volta e várias pessoas conversando e bebendo cerveja. Dentre as pessoas que estava lá, uma estava sentada na cadeira, não bebia nada e também nada dizia. Fui aproximando aos poucos daquelas pessoas, quando vi que a pessoa que estava sentada ali, era eu mesmo. Fiquei assustado e imaginando como poderia ter dois eu. Então imaginei que eu poderia ter voltado no tempo e estava encontrando comigo mesmo. E que eu estava parado, sentado naquela cadeira sem fazer nada, porque dois de mim não podiam se mexer no mesmo tempo. Eu só voltaria a me mexer, quando eu voltasse para o futuro, de onde tinha vindo.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
COM EMPREGO PARA O DIA PRIMEIRO
Estava num local, que seria uma festa que uma empresa estava oferecendo aos funcionários. Nisto chegou perto de mim, um funcionário e perguntou-me se era eu quem ia trabalhar lá. Disse que sim. Ele perguntou se eu era o engenheiro de meio ambiente. Eu confirmei. Ele então ficou satisfeito, pois eu iria assinar os papéis que só o engenheiro de meio ambiente podia. Então fiquei pensando como ia fazer, pois eu não era engenheiro de meio ambiente. Eu era engenheiro de minas. Fiquei sem jeito de dizer a ele. Então disse que ia demorar para eu começar a trabalhar lá, pois só iria começar no dia primeiro. Ele então disse que seria na próxima quarta, porque terça era feriado e quarta era dia primeiro. Fiquei pensando como iria fazer para desmentir o que havia dito.
sábado, 1 de novembro de 2008
BEBEDOUROS PARA ENVIAR E-MAIL
Estava num local que parecia um salão onde acontecia uma festa. Havia várias pessoas em pé e sentada à mesa. Havia dois bebedouros de água, um era verde e outro vermelho. Mas os bebedouros não eram para beber água, e sim para enviar e-mail. Eu estava em frente ao bebedouro verde e disse para um homem que estava perto de mim, que ia passar um e-mail para o INSS, e que o bebedouro verde era usado quando o assunto fosse dinheiro. O vermelho seria para outros assuntos. Nisto este homem saiu e disse que tinha que ir até a cobertura. Eu fui atrás dele. Nisto chegamos num cômodo onde havia várias caixas de papelão. Este homem começou a tirar as caixas. Eu disse que já havia subido ali e que não precisa tirar as caixas. Então fui subindo nas caixas, até chegar ao teto onde havia uma passagem para a cobertura.
domingo, 13 de julho de 2008
NA FESTA, ATACADO PELO URSO
Estava na casa do Sr. Ary, Era uma festa que estava acontecendo lá. Só que do lado de dentro da casa, parecia uma rua com vários lotes, sem ninguém por lá. Eu estava ao lado do Segundinho. O Israel estava um pouco mais adiante. O dia estava claro. Nisto o pessoal começou a ir embora. Quando eu vi eles saindo, eu me dei conta que tinha prometido nunca mais ir na casa do Sr. Ary. Fiquei pensando no que tinha feito, e todos iam achar que eu só fui lá por causa da comida da festa. Fiquei chateado comigo mesmo. Eu pensei comigo que já tinha 12 anos que eu não ia lá. Então eu fui saindo também, tentando me afastar do Israel, para não ter que despedir dele. Despedi-me do Segundinho, do Sr. Ary e nisto o Israel chegou perto e eu tive que me despedir dele também. Sai chateado pensando porque eu tinha me esquecido de que não colocaria mais os pés ali. Quando atravessava a pracinha que tem ali perto, veio uns bichinhos pequenos, do tamanho de rato, mas a forma de cachorro e começaram a me atacar, Eu sai correndo, mas só conseguia correr em câmara lenta. Quanto mais força eu fazia para correr, mais devagar eu ia. Nisto um destes bichos entrou por dentro da barra da minha calça e começou a me morder. peguei dois pedaços de pau, parecido com perna de pau, que os malabaristas usam. Nisto vi um urso passando por mim. Eu então pensei e passar bem devagar para não assustar o urso e ele me atacar. Mas o urso era do tamanho de um cachorro comum. Mas eu acabei esbarrando no urso e ele veio ferozmente em minha direção. Eu o segurava com as pernas de pau, sempre me protegendo das mordidas que ele tentava dar em mim. Mas teve um momento que ele mordeu o peito do meu pé. Eu dei um grito e peguei um dos paus que estavam na minha mão e finquei nas costas dele. Eu punha toda minha força, mas ele não soltava o meu pé.
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