Estava dentro de um
jipe ao lado de um a pessoa que o dirigia. Esta pessoa me levava para um local
onde eu deveria anotar alguns dados para posteriormente fazer um trabalho.
Pouco a nossa frente havia um galpão gigante. A porta deste galpão deveria ter
uns 5 metros de altura e uns 10 metros de largura. Ao lado desta porta, havia
outra menor. Mais ou menos a metade da porta gigante. Este homem que dirigia o
jipe foi dirigindo em direção a esta porta menor que estava fechada, embora a
grande estivesse aberta. Ele bateu com o jipe na porta abrindo a mesma. Lá dentro
eu vi um imenso local limpo e cimentado. Só lá no fundo que havia o que seria
um Cubilot. (forno de fundição). Eu via o ferro derretido e alguns montes de
areia comum. Mas não via propriamente o forno Cubilot. Este homem parou o jipe
próximo a este forno e assim que descemos, ele foi falando os dados para eu anotar.
Fiquei procurando caneta e um pedaço de papel. Encontrei um pedaço de papel no
bolso, mas ele estava todo sujo. Fui anotar assim mesmo. O homem já havia dito
tudo, eu só lembrava o primeiro dado, que era: 0,756. Perguntei a ele o restante.
Ele disse tudo novamente e pude então anotar o restante que era: 6,943. Mas
depois que anotei e com a sujeira do papel eu não conseguia ler o que tinha
escrito. Então reescrevi na beirada do papel que estava um pouco mais limpo. Mas
ainda assim tinha dificuldades de ler o que estava escrito. Fiquei pensando que
se tivesse anotado errado, faria errados também os cálculos. Mas, a pessoa que
havia me levado ali já tinha ido embora e não tinha como perguntar novamente os
dados.
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sábado, 7 de julho de 2012
OS NÚMEROS - OS SONHOS QUE SONHEI
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Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
State Highway 30, DeSoto, GA 31743, EUA
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
DESCARREGANDO GUSA LÍQUIDO
Estava no meu apartamento. Só que ele só tinha quartos. Não tinha sala, nem cozinha, nem copa ou banheiros. Eu estava deitado em minha cama, a Nathalia na cama dela e outra pessoa em outra cama. Ouvi um barulho e fui ate a janela ver o que seria. Era uma carreta que transportava ferro gusa liquido. Ela tentava entrar na garagem do nosso prédio. Fiquei olhando eles manobrarem até que a carreta entrou rapidamente. Fiquei imaginando com ela teria conseguido entrar ali daquele jeito. Depois lembrei que havia um portão de garagem para carretas, ao lado do nosso prédio. Voltei para minha cama, quando ouvi novos barulhos. Olhei e vi que saia muito vapor e labaredas de fogo, da área de iluminação do prédio. Ela vinha do primeiro andar, onde mora o dono da Divina Pizza. A carreta estava descarregando o ferro gusa liquido lá. Só que as labaredas de fogo atingiram meu edredom, com o qual eu me cobria. Ele começou a pegar fogo. Apaguei o fogo e fui para a janela da área de laminação. Vi que as pessoas dos outros apartamentos já estavam lá reclamando. Nisto alguma brasa que tinha ficado em meu edredom que eu ainda o mantinha enrolado em meu corpo, voltou a incendiá-lo. Ele pegou fogo rapidamente. Gritei para alguém puxá-lo. Alguém o puxou de mim, mas minha calça tinha começado a derreter com o calor do fogo. Ao puxarem o edredom, a calça foi esticando e arrebentou em alguns pedaços. As pessoas reclamavam do risco de incêndio no prédio. O dono da Divina pizza andava de um lado para outro, desesperado, pedindo para pararem o descarregamento imediatamente.
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