OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : deslizando
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sábado, 26 de julho de 2014

DESLIZANDO DE BARRIGA NA EXPLOSÃO DA GALINHA






Estava na rua Rio de Janeiro, onde ela tem aqueles altos morros. Uma moto ia à minha frente e eu ia deslizando de barriga na rua, bem rápido. Eu descia o morro deslizando em alta velocidade e sua o outro pelo impulso da descida. Teve uma hora, que eu desviei de um buraco, fui para a contra mão e quase bati com um carro que vinha nos sentido contrario. Quando chegamos no final da rua, onde havia algo parecido com uma escola, eu já estava na garupa da moto. Havia muitos guardas lá. Eu perguntei ao motoqueiro porque o guarda não tinha parado a gente, visto nós não estarmos usando capacete. Nisto vi que ali era o batalhão de policia e o motoqueiro na verdade, era um guarda. Então percebi que era por isto que não tinham parado a gente. Havia um homem ao meu lado. Nisto chegou alguém e jogou várias bolinhas com um nome de pessoa em cada uma dela. Eu então falei que não seria assim, pois muito ali iam aposentar-se.

Então fu para um local, que tinha uma mata fechada. Nesta mata havia uma trilha que fazia um retângulo. Havia um homem com uma arma que queria me matar. Ele me mantinha preso numa das pontas deste retângulo. Eu então fugi deste local. Sai correndo, ele veio atrás de mim com esta arma. Ele apontou a arma para mim. Eu imaginei que iria morrer, cai no chão. Nisto quando ele foi atirar, uma galinha que passava perto dele explodiu, matando ele. Fui para minha casa e a Nathalia me entregou três envelopes da revista dela, dizendo que podiam ficar para mim.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

50 ANOS MAIS NOVO

-->Estava ma Avenida Getúlio Vargas esquina com Rua Goiás, para ir ao bairro Porto velho. Estava eu, o Fernando e uma mulher. Só que a descida era bem mais íngreme que eh realmente. Então deitei de costas no asfalto e com a cabeça virada para o Bairro porto velho. Então o Fernando e a tal mulher saíram correndo e eu fui deslizando. Perguntei ao Fernando se havia algo na minha frente porque eu não estava vendo nada. Ele disse que a rua estava livre. Fui deslizando de costas rapidamente com o Fernando e esta mulher correndo ao meu lado. Quando chegamos na porte, passei rente ao canteiro central só que na contra mão. Continuamos assim até que após passar pela ponte, paramos. Levantei e a tal mulher disse que as pernas dela estavam doendo. Perguntei se ela queria que eu levasse as pernas dela. Ela resmungou. Nisto veio descendo o morro vindo em nosso encontro, um homem que seria o pai da minha mãe. Ele parecia ter uns 50 anos e tinha os cabelos grisalhos. Quando encontrou com a gente, descemos por um caminho que tinha ali e nos levou a um local que parecia ser debaixo da ponte. Havia um banco feito de tronco de árvore ali e nele estavam sentados meus pais com um cobertor nas costas dos dois. Eles tomavam algo em uma xícara que parecia ser café ou chá. Então lembrei da foto do pai do meu pai que tinha lá em casa e disse para o Fernando que o pai da minha mãe parecia ser 50 anos mais novo, que o pai do meu pai. O Fernando disse que era mesmo 50 anos mais novo. Fiquei olhando meus pais sentados ali e tentando entender como eles podiam ter quase que a mesma idade se os pais tinha idades diferentes. 

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

DESLIZANDO DE BARRIGA

Estava na rua Rio de Janeiro, onde ela tem aqueles altos morros. Uma moto ia à minha frente e eu ia deslizando de barriga na rua, bem rápido. Eu descia o morro deslizando em alta velocidade e sua o outro pelo impulso da descida. Teve uma hora, que eu desviei de um buraco, fui para a contra mão e quase bati com um carro que vinha nos sentido contrario. Quando chegamos no final da rua, onde havia algo parecido com uma escola, eu já estava na garupa da moto. Havia muitos guardas lá. Eu perguntei ao motoqueiro porque o guarda não tinha parado a gente, visto nós não estarmos usando capacete. Nisto vi que ali era o batalhão de policia e o motoqueiro na verdade, era um guarda. Então percebi que era por isto que não tinham parado a gente. Havia um homem ao meu lado. Nisto chegou alguém e jogou várias bolinhas com um nome de pessoa em cada uma dela. Eu então falei que não seria assim, pois muito ali iam aposentar-se.