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Estava
vindo na rua carregando um vídeo game que tinha a forma de uma cpu de
computador. Levava aquele vídeo game para alguém. O Fernando tinha consertado
aquele vídeo game e eu ia entregá-lo. passei por dois meninos que carregavam um
computador e estava pegando no chão a tampa lateral de uma cpu. Parei perto
deles e disse que aquela tampa era do vídeo game que eu carregava e tinha
perdido. Eles me entregaram esta tampa e fui indo embora. Entrei em uma casa
onde havia uma garagem que vários carros. Havia dois homens carregando algo que
parecia estar pesado e era quadrado. Nisto uma labareda de fogo saiu daquele
pacote que os homens carregava e o fogo se espalhou pelos carros. Gritei que
estava pegando fogo nos carros, mas os homens disseram que era só no vapor da
gasolina e que logo ele se apagaria. O fogo realmente foi se apagando, mas
ficou pegando fogo na carroceria de uma caminhonete pequena. Sai correndo para
fora com medo de explodir tudo. Lá fora fiquei olhando a caminhonete pegar fogo
e pensando se legava ou não para os bombeiros. Nisto o fogo começou a sumir e
desapareceu. Não deixou nenhuma marca de queimado em nada, como se nunca
tivesse ocorrido aquele fogo ali.
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sexta-feira, 9 de novembro de 2012
FOGO QUE NÃO QUEIMA
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Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
Johnson Ln, Midvale, ID 83645, EUA
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
DESCARREGANDO GUSA LÍQUIDO
Estava no meu apartamento. Só que ele só tinha quartos. Não tinha sala, nem cozinha, nem copa ou banheiros. Eu estava deitado em minha cama, a Nathalia na cama dela e outra pessoa em outra cama. Ouvi um barulho e fui ate a janela ver o que seria. Era uma carreta que transportava ferro gusa liquido. Ela tentava entrar na garagem do nosso prédio. Fiquei olhando eles manobrarem até que a carreta entrou rapidamente. Fiquei imaginando com ela teria conseguido entrar ali daquele jeito. Depois lembrei que havia um portão de garagem para carretas, ao lado do nosso prédio. Voltei para minha cama, quando ouvi novos barulhos. Olhei e vi que saia muito vapor e labaredas de fogo, da área de iluminação do prédio. Ela vinha do primeiro andar, onde mora o dono da Divina Pizza. A carreta estava descarregando o ferro gusa liquido lá. Só que as labaredas de fogo atingiram meu edredom, com o qual eu me cobria. Ele começou a pegar fogo. Apaguei o fogo e fui para a janela da área de laminação. Vi que as pessoas dos outros apartamentos já estavam lá reclamando. Nisto alguma brasa que tinha ficado em meu edredom que eu ainda o mantinha enrolado em meu corpo, voltou a incendiá-lo. Ele pegou fogo rapidamente. Gritei para alguém puxá-lo. Alguém o puxou de mim, mas minha calça tinha começado a derreter com o calor do fogo. Ao puxarem o edredom, a calça foi esticando e arrebentou em alguns pedaços. As pessoas reclamavam do risco de incêndio no prédio. O dono da Divina pizza andava de um lado para outro, desesperado, pedindo para pararem o descarregamento imediatamente.
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terça-feira, 23 de setembro de 2008
INVESTIGANDO O INVESTIGADOR
Estava na porta da casa do Henrique. Eu pegava o equipamento para fazer a medição da qualidade do ar. Eu colocava o equipamento no carro e vi que a caixa com os impingers esta ao lado de uma criança, brincando com um carrinho. Eu olhei a caixa e disse a mim mesmo que eu não poderia esquecer a caixa ali. Sai de carro e fui até a cidade do Rio de janeiro. Eu trabalhava numa firma que investigava uma mulher. Eu fui até a casa desta mulher. A casa era uma mansão. A tal mulher estava deitada num sofá, onde ao lado deste, tinha uma espécie de canteiro bem fundo. Lá no fundo, tinha muito jornal embolado. Esta mulher pegou um fósforo, ascendeu e jogou ele para trás, caindo nos jornais velhos, Começou a pegar fogo. Eu tentei soprar, mas o fogo aumentava. Nisto a tal mulher levantou e disse que sabia que a gente estava investigando ela, e que na verdade, era ela que estava investigando a empresa que eu trabalho. Peguei uma panela que tinha ali e fui lá fora encher ela de água para apagar o fogo. Quando sai lá fora, chovia muito. A tal mulher já estava lá também. Ela disse que o fogo já tinha sido apagado. Nisto eu imaginei que o Silvério vinha no carro naquela chuva e que iria derrapar com o carro na rodovia. Eu tinha que avisar a ele, para ele não sofrer acidente.
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