OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : presos
Mostrando postagens com marcador presos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador presos. Mostrar todas as postagens

sábado, 26 de julho de 2014

DESLIZANDO DE BARRIGA NA EXPLOSÃO DA GALINHA






Estava na rua Rio de Janeiro, onde ela tem aqueles altos morros. Uma moto ia à minha frente e eu ia deslizando de barriga na rua, bem rápido. Eu descia o morro deslizando em alta velocidade e sua o outro pelo impulso da descida. Teve uma hora, que eu desviei de um buraco, fui para a contra mão e quase bati com um carro que vinha nos sentido contrario. Quando chegamos no final da rua, onde havia algo parecido com uma escola, eu já estava na garupa da moto. Havia muitos guardas lá. Eu perguntei ao motoqueiro porque o guarda não tinha parado a gente, visto nós não estarmos usando capacete. Nisto vi que ali era o batalhão de policia e o motoqueiro na verdade, era um guarda. Então percebi que era por isto que não tinham parado a gente. Havia um homem ao meu lado. Nisto chegou alguém e jogou várias bolinhas com um nome de pessoa em cada uma dela. Eu então falei que não seria assim, pois muito ali iam aposentar-se.

Então fu para um local, que tinha uma mata fechada. Nesta mata havia uma trilha que fazia um retângulo. Havia um homem com uma arma que queria me matar. Ele me mantinha preso numa das pontas deste retângulo. Eu então fugi deste local. Sai correndo, ele veio atrás de mim com esta arma. Ele apontou a arma para mim. Eu imaginei que iria morrer, cai no chão. Nisto quando ele foi atirar, uma galinha que passava perto dele explodiu, matando ele. Fui para minha casa e a Nathalia me entregou três envelopes da revista dela, dizendo que podiam ficar para mim.

sábado, 8 de janeiro de 2011

PRISÃO DE SALSICHAS



Estava numa prisão. Nesta prisão, havia um grande galpão todo coberto e de igual tamanho, uma parte descoberta. Fui indo pela parte descoberta, para pegar um carregamento de salsichas, que estava dentro de um caminhão, parado ali naquele pátio. Nesta prisão, a gente só comia salsicha. Quando carregava os pacotes, deixei um cair. Ele estourou e saiu sangue de dentro do pacote. Um homem que vigiava a gente descarregar as salsichas ficou perguntando o que era aquilo. Então disse que já tinha acontecido aquilo antes. Disse que sempre vinha um pacote com sangue. O tal homem achou estranho e disse que iria investigar aquilo. Depois que tiramos do caminhão, fomos levar as salsichas para dentro do galpão. Ao chegar lá dentro, já havia vários presos comendo salsichas, nisto um disse que todos ali, os familiares tinham arrumado advogados, e que todos sairia dali por fiança. Então fiquei desesperado, pois eu não tinha familiar nenhum e por isto não teria advogado. Disse para o preso que estava ao meu lado, que seria o único a ficar. Que seria o preso mais velho dali, quando chegassem outros e assim, seria o chefe dos presos, e isto não seria bom. Porque eu não queria ser chefe de quadrilha de presos. Saí do galpão, dizendo que aquilo não seria bom. E fui repetindo muitas vezes: __isto não é bom, isto não é bom...

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

O ATAQUE DAS EMPILHADEIRAS


Estava trabalhando num local, que não sei bem o que era. Estava eu e o Gueds. Nisto fomos chamados a um local onde estava o filho do Nênei trabalhando. Ele pediu para eu e o Gueds ajudar a ele no serviço que ele fazia. Eu então disse a ele que eu trabalhava era com meio ambiente e só media a qualidade do ar, que aquele serviço eu não fazia. Eu perguntei a ele se não tinha visto meu uniforme onde estava escrito meio ambiente. Depois disto, eu e o Gueds saímos dali. Fomos até uma caixa d’água de cimento, que deveria ter uns dois metros quadrados por um metro de altura, que estava ali no chão e estava cheia de água. Nisto e Gueds deitou dentro desta caixa de d’água, porém, ele não afundava nem se molhava. Ali era como se fosse nosso cômodo de colocar nossas ferramentas de trabalho. Eu então resolvi me deitar no chão ali ao lado desta caixa d’água. Nisto, tinha quatro empilhadeiras que estavam um pouco adiante, que ligara sozinhas e vieram em minha direção. Elas estavam com as lanças levantadas e três delas atingiram o telhado do cômodo que tinha ao lado e saíram empurrando as telhas até pararem. A outra veio na minha direção e abaixou a lança, em cima da minha perna, me impedindo de sair dali. Nisto o Gueds apareceu e perguntou o que estava acontecendo. Eu disse que eu fui preso pela empilhadeira. Havia ali um local que parecia pasto. Havia seis vacas pastando ali perto, Nisto eu disse que tinha comprado três daquelas vacas, para uma pessoa que estava ali comigo. Apareceu outra pessoa e disse que me venderia as outras três pelo mesmo preço que eu tinha comprado. Então eu disse que no outro dia iria arrumar os mil e quinhentos reais, para pagar as seis vacas. Sai dali em direção da casa da minha mãe. Quando fui chegando perto da casa dela, vi que tinha uma fila de pessoas na casa da minha tia Gloria, que é vizinha da minha mãe. No passeio de fora da casa da minha mãe, tinha algumas pessoas sentadas, tipo quando terminam de almoçar e ficam fazendo a sexta. Ao entrar no portão da casa da minha mãe, vi que no jardim estava cheio de pessoas sentadas por todos os lados. Eu entrei, desviando das pessoas e fui para dentro da casa. Lá, encontrei o Vitinho e o Nênei e disse a eles que a gente tinha que passar uma mensagem pelo celular, para dizer que não a gente não ia de uniforme para a escola.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

EXPLOSÃO DA GALINHA

Eu estava num local, que tinha uma mata fechada. Nesta mata havia uma trilha que fazia um retângulo. Havia um homem com uma arma que queria me matar. Ele me mantinha preso numa das pontas deste retângulo. Eu então fugi deste local. Sai correndo, ele veio atrás de mim com esta arma. Ele apontou a arma para mim. Eu imaginei que iria morrer, cai no chão. Nisto quando ele foi atirar, uma galinha que passava perto dele explodiu, matando ele. Fui para minha casa e a Nathalia me entregou três envelopes da revista dela, dizendo que podiam ficar para mim.