OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : fosso
Mostrando postagens com marcador fosso. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fosso. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

SENTINDO FRIO NO CALOR

Estava em uma casa de campo. Havia várias pessoas ali e algumas crianças. Na frente da casa havia um fosso. Para passar por este fosso havia uma tábua larga de um metro de largura mais ou menos. Fui ajeitar esta tábua para passar pelo fosse e uma cobra coral que estava ali mordeu minha mãe. Depois que ela morde, pisei rapidamente nela, várias vezes. Mas ainda assim ela saiu se contorcendo e caiu dentro deste fosso. Minha mãe estava sentada em uma cadeira próximo dali. Fui correndo até ela, disse que uma cobra tinha me mordido e mostrei minha mãe. Minha mãe disse que não havia problemas que não era nada. Disse a ela que a cobra era coral. Ela então disse que ela não era venenosa. Sai dali e fui para um cômodo que ficava do lado de fora da casa. A Bete do Paulinho estava ali juntamente com outras pessoas. Eu ia ajudá-los em algo. Nisto comecei a sentir muito frio. Disse para a Bete que ia lá dentro de casa pegar uma blusa. Ela começou a rir dizendo que estava um calor danado. Mas eu estava sentido frio e fui buscar a blusa. Então lembrei que poderia ser o veneno da cobra fazendo efeito. Então imaginei que eu estava perdido e não dava tempo de fazer mais nada.


segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

MEDO DA PERSEGUIÇÃO


Estava vindo descendo a Rua Goiás, com o Fernando. Estava na altura da Cimcal. Ia até uma padaria. Nisto, o Fernando mostrou no outro lado da rua, uma moça, que seria a Nathália. Falei que não podia ser ela, pois ela estava na cidade de Vitória da Conquista, na Bahia. Atravessei a rua para ver direito. Havia três moças, elas riam muito. Então olhando mais perto, percebi que era a Nathália mesmo. Estava carregando uma bolsa e usava óculos escuros. Fiquei tentando entender como ela esta ali, se estava viajando. No passeio do outro lado, nos últimos dez metros, havia um corrimão, que era para facilitar o andar de idosos. Decidi ir numa padaria, que havia na rua lateral de baixo. Quando cheguei nesta parte do passeio que tinha um corrimão, havia um homem que era gay, na minha frente. Ao tentar passá-lo, ele ficava de um lado para outro, me impedindo de passar por ele. Então voltei, dei a volta no corrimão e fui pela rua rapidamente, temendo que ele me seguisse. Virei a rua para ir a tal padaria. Logo em seguida, tinha uma construção. Pulei o portão de tela, cai em cima de uma pequena laje e logo a frente tinha um fosso que seria o da escada. Pulei lá dentro. Deveria ter uns dois metros de altura.  Era apenas o buraco que seria o da escada. Estava na terra ainda, e muito barro. Mas tinha a coluna central de concreto, onde se fixariam os degraus da escada. Fui dando volta, num sentido retangular, até que percebi que estava rodando em volta daquela coluna. Parei e esperei, para ver se o tal gay passasse fosse embora. Nisto ele apareceu logo atrás de mim. Assustei com a chegada dele e sai correndo. Fiquei pensando como eu subiria aqueles dois metros que eu havia pulado para o fosso da escada. Quando cheguei num certo local, vi que tinha na parede de terra, buracos feitos para a gente subir mesmo. Subi por ali rapidamente, desci o portão de tela e sai correndo pela rua. Como minhas mãos estavam sujas de barro, sai limpando as mãos. Fiquei imaginando que se alguém estivesse olhando, poderia imaginar que eu o tal gay tinha feito alguma coisa. Sem olhar para os lados, para não ver ninguém, sai e fui embora dali.