Estava dentro de um ônibus. Este ônibus andava por umas ruas estreitas, cheia de curvas. Eu esperava este ônibus, atravessar uma ponte e ir até o local onde eu iria descer. Mas o ônibus nunca atravessava esta ponte. Depois de ficar andando muito tempo dentro o ônibus, ele parou. O motorista foi conversar com uma mulher que estava sentada lá na frente, perto dele. Eu estava sentado atrás. Então fui falar com o motorista. Falei que estava ali dentro do ônibus, querendo ir para o outro lado da ponte. Disse que estava ali desde as 10 horas, e já era meio dia. O motorista se assustou e disse se ninguém tinha me levado até La. Disse que não, pois ainda estava ali dentro do ônibus. Então ele saiu novamente com o ônibus e foi me levar do outro lado da ponte. Chegando onde eu queria, desci do ônibus e fui até o que seria uma loja. Entrei nesta loja, mas me deu vontade de ir ao banheiro. Sabia que ao lado da loja tinha um banheiro cuja porta ficava para o passeio da rua. Fui até ele, vi que a porta estava meio encostada, mas não fechada. Entrei assim mesmo e lá dentro estava o Grilo e outra pessoa. Disse que queria usar o banheiro. O Grilo então disse que tinha acabado de colocar o vaso e estavam mesmo querendo alguém para testá-lo. O vaso estava meio de lado e muito baixo em relação aos que são colocados normalmente. Pedi a ele que fechasse a porta, pois eu iria usar o vaso. Ele perguntou se eu não importava de usar com a porta aberta. Disse que não. Tirei a roupa toda, sentei no vaso meio de lado, olhando pela porta, vendo as pessoas que passavam no passeio. Falei para o grilo que era muito difícil usar o vaso daquele jeito, pois a gente ficava escorregando dele. Então dei descarga e saiu água pra todo lado. Disse ao Grilo que o serviço tinha que ser feito novamente. Vesti minha roupa e fui indo embora.
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sábado, 5 de março de 2011
sábado, 12 de janeiro de 2008
DIRIGINDO DENTRO DA VALA, PEGANDO O HELICÓPTERO
Eu estava num restaurante a beira de uma estrada. Eu estava dentro do restaurante, sentado numa mesa, usando um short jeans e uma camiseta. Não havia ninguém lá dentro. Lá fora havia três mesas com um homem sentado em cada mesa. Eu então fui saindo do restaurante, me escondendo atrás de algumas árvores que tinha ali, para que aquelas pessoas não me vissem. Fui ate uma vala que tinha uns 50 centímetros de fundura, por 3 metros de largura e uns 10 metros de comprimento. O carro em que eu estava, o Gueds tinha estacionado ali. Achei que não poderia pegar o carro, porque o Gueds tinha fechado ele. Depois vi que a janela estava aberta. Abri o carro e sentei no lado do carona. Vi que a chave estava na ignição. Liguei o carro. Sai dirigindo ele dentro da vala, estando do lado do carona. Quando chegou no final da vala, o carro não subiu o pequeno barranco e bateu de frente. Nisto chegou um homem e disse que era preciso que o Gueds esteja ali para que o carro saísse.
Nisto veio um helicóptero e me levou. Saímos voando, eu e mais uma outra pessoa que não lembro quem era. O helicóptero passava por entre vários fios de alta tensão que cruzavam o céu. Não sei de onde vinham nem para onde iam. Ele fez isto três vezes. Na terceira vez, passando por entre os fios, eu fiquei imaginando se o piloto errasse e batesse nos fios. Ai iria morrer todos. Nisto o helicóptero me deixou no quintal da casa da dona Judit. Lá estavam o grilo e o Israel. Eu disse a eles que não ia mais de helicóptero porque podia cair. Nisto o grilo pegou uma fralda descartável e disse que era a única coisa que o Israel comprava. Então eu disse ao Israel, que nada melhor que ser solteiríssimo, porque não precisava gastar dinheiro. Na cozinha da dona Judit, estava à cama onde o Israel dormia.
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