OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : usando o vaso sanitario
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sábado, 5 de março de 2011

USANDO BANHEIRO COM PORTA ABERTA


Estava dentro de um ônibus. Este ônibus andava por umas ruas estreitas, cheia de curvas. Eu esperava este ônibus, atravessar uma ponte e ir até o local onde eu iria descer. Mas o ônibus nunca atravessava esta ponte. Depois de ficar andando muito tempo dentro o ônibus, ele parou. O motorista foi conversar com uma mulher que estava sentada lá na frente, perto dele. Eu estava sentado atrás. Então fui falar com o motorista. Falei que estava ali dentro do ônibus, querendo ir para o outro lado da ponte. Disse que estava ali desde as 10 horas, e já era meio dia. O motorista se assustou e disse se ninguém tinha me levado até La. Disse que não, pois ainda estava ali dentro do ônibus. Então ele saiu novamente com o ônibus e foi me levar do outro lado da ponte. Chegando onde eu queria, desci do ônibus e fui até o que seria uma loja. Entrei nesta loja, mas me deu vontade de ir ao banheiro. Sabia que ao lado da loja tinha um banheiro cuja porta ficava para o passeio da rua. Fui até ele, vi que a porta estava meio encostada, mas não fechada. Entrei assim mesmo e lá dentro estava o Grilo e outra pessoa. Disse que queria usar o banheiro. O Grilo então disse que tinha acabado de colocar o vaso e estavam mesmo querendo alguém para testá-lo. O vaso estava meio de lado e muito baixo em relação aos que são colocados normalmente. Pedi a ele que fechasse a porta, pois eu iria usar o vaso. Ele perguntou se eu não importava de usar com a porta aberta. Disse que não. Tirei a roupa toda, sentei no vaso meio de lado, olhando pela porta, vendo as pessoas que passavam no passeio. Falei para o grilo que era muito difícil usar o vaso daquele jeito, pois a gente ficava escorregando dele. Então dei descarga e saiu água pra todo lado. Disse ao Grilo que o serviço tinha que ser feito novamente. Vesti minha roupa e fui indo embora.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

O VASO E O ABACAXI NA PORTA DO SÍTIO


Estava em um local que seria um sítio. Estava nas proximidades da porta da casa do sítio. Havia um vaso sanitário ali, com um cano que saía para cima, e a válvula de dar descarga. Eu estava usando o vaso. Usava o papel higiênico, dava descarga, mas voltava a usar o vaso novamente. Havia dois homens próximos de mim, aguardando para usar o vaso também. Todas as vezes que usava o papel higiênico, virava a mão para trás e dava descarga. Mas como eu continuava usando o vaso, não levantava dali. Ao levar a mão para trás, para dar descarga, fiz no chão, um pouco do que deveria fazer no vaso. Olhei para os dois homens, que tapavam o nariz com as mãos. Eles olharam um para o outro, mas nada disseram. Peguei o que caiu no chão, com papel higiênico, e Joguei dentro do vaso. Usei o papel novamente, joguei dentro do vaso, dei descarga novamente e por fim, terminei de usar o vaso. Quando levantei, estava de roupa e não nu, como deveria. Ao levantar, fui dar descarga novamente, mas dentro do vaso, tinha meio abacaxi, partido no sentido mais comprido. Dei descarga, mas o abacaxi não descia. Nisto, um dos dois homens, sentou numa cadeira que estava ao lado do vaso, o outro veio e ficou em pé de frente ao mesmo. O que sentou, disse que o abacaxi não descia daquele jeito. Pegou o abacaxi dentro do vaso, e com um canivete, foi cortando o mesmo em pedaços pequenos e jogando dentro do vaso. Depois deu descarga e o abacaxi desceu. Saí Dalí, deixando os dois homens e fui para dentro da casa. Deitei numa cama e adormeci. Dormindo, sonhei que estava naquele mesmo vaso, usando da mesma forma. Só que perto de mim, estava o Vitinho sentado na cadeira em frente ao vaso, a uma distância de uns 3 metros, e ao lado, estava a Magda. Quando usei o papel higiênico e fui dar descarga, fiz fora do vaso, o que deveria fazer dentro. Só que desta vez, era bem grande. Nisto a Magda começou a rir muito. O Vitinho ficava sentado na cadeira, só balançando a cabeça, dizendo: __que porcariada. Nisto veio minha mãe, só que ela parecia ter uns 20 anos. Quase que ela pisa no que eu tinha feito no chão. A Magda não parava de rir. Minha mãe quis saber por que ela ria tanto. Ela então mostrou onde minha mãe estava com o pé. Minha mãe estava com o pé encostado no que fiz no chão. Quando ela olhou e perguntou quem tinha feito aquilo, eu acordei assustado na cama daquela casa do sítio. Sai lá fora e vi o vaso, que desta vez, estava sendo usado pelo Vitinho e a Magda estava do lado rindo muito.