ESTAVA INDO POR UMA RUA, ESTAVA ANOITECENDO. IA PARA UM APARTAMENTO QUE EU TINHA NA SIDIL. ESTAVA INDO SÓ PARA TOMAR UM BANHO. NUMA DAS RUAS VI O ZIQUINHO E A FERNANDA ANDANDO DE BICICLETA. FIQUEI PENSANDO PORQUE ESTARIA ANDANDO ALI SOZINHOS SE AINDA ERAM CRIANÇAS. NISTO VI A JAQUELINE. MÃE DELES, E OUTRA PESSOA, ANDANDO DE BICICLETA LOGO ATRÁS. CONTINUEI ANDANDO PARA O APARTAMENTO, QUANDO PERCEBI QUE NÃO O ENCONTRAVA. ENTÃO FIQUEI ME QUESTIONANDO, PORQUE EU TINHA SEGUIDO POR OUTRA RUA, POIS SÓ CONSEGUIA ACHAR O PRÉDIO ONDE MORAVA, SEGUINDO PELO CAMINHO QUE EU SABIA. SAI ANDANDO TENTANDO VER O PRÉDIO, MAS NÃO ACHAVA MESMO. NISTO, NUMA DAS RUAS, VI DOIS ELEFANTES ALARANJADOS BRIGANDO. ELES ESTAVAM AGACHADOS E COMA S TROMBAS ENROLADAS. DEPOIS ELES TENTAVAM SAIR E COMEÇAVAM A GRITAR (AQUELE GRITO DE ELEFANTE) E SAIAM ROLANDO, SEM SOLTAR AS TROMBAS. FIQUEI COM MEDO DE ELES RESOLVEREM VIR EM MINHA DIREÇÃO, E FUI LADO SAINDO DALI, ALGUMAS PESSOAS QUE VINHAM TAMBÉM SAIAM DAQUELA RUA. QUANDO FUI POR OUTRA RUA, VI OUTROS DOIS BRIGANDO TAMBÉM, E FUI VENDO VÁRIOS DELES BRIGANDO. VOLTEI RAPIDAMENTE DE ONDE EU VIM. FUI TENTANDO ACHAR O PRÉDIO, MAS NÃO CONSEGUIA VÊ-LO. VI UMA ESCOLA E LEMBREI QUE MORAVA ALI POR PERTO. AS RUAS ALI TINHAM APENAS DOIS QUARTEIRÕES. CHEGANDO NUMA RUA, PENSEI SER ELA A QUE EU MORAVA. FUI INDO, QUANDO ACABEI SAINDO DENTRO DA CASA DE UMA PESSOA. VOLTEI RAPIDAMENTE, PARA ELE NÃO ME VIR. FIQUEI IMAGINANDO COMO AQUELAS RUAS PODIAM PASSAR DENTRO DAS CASAS. TENTEI OUTRA RUA E ESTA PASSAVA DENTRO DA SALA DE UMA CASA. TENTEI PASSAR, MAS A PORTA ESTAVA FECHADA. FIQUEI TENTANDO ENTENDER PORQUE TINHA IDO POR OUTRO CAMINHO. ENTÃO DECIDI IR ATÉ A RUA GOIÁS, QUE DALI EU VERIA O PRÉDIO E SABERIA CHEGAR ATÉ ELE. NA RUA GOIÁS, VI QUE ESTAVA MUITO LONGE DA CINCAL, POIS EU MORAVA NA RUA DA CINCAL. FUI ANDANDO PELA RUA GOIÁS, SEMPRE TENTANDO VER O PRÉDIO QUE EU QUERIA. NISTO ENCONTREI COM UMA CRIANÇA QUE VEIO ME ABRAÇAR. ELA SERIA MEU SOBRINHO. (MAS NUNCA A VI) ESTAVA COM O ROSTO E O BRAÇO CHEIO DE PINTAS VERMELHAS. PERGUNTEI SE ERA GRIPE SUÍNA. ELA DISSE QUE ERA CATAPORA. ENTÃO DISSE A ELA QUE NÃO TINHA PROBLEMAS ME ABRAÇAR, PORQUE EU JÁ TIVE CATAPORA. ELA ME PERGUNTOU PELO GLAUBINHO. DISSE QUE PENSEI ESTAR COM ELA. ELA DISSE QUE NÃO, POIS TODOS ESTAVAM COM MEDO DE FICAR ALI. DISSE QUE O GLAUBINHO TAMBÉM ESTAVA COM CATAPORA. CONTINUEI ANDANDO, SÓ QUE FUI IMITANDO ESTAR DE MOTO. (FAZENDO AQUELE BARULHO DE MOTO COM A BOCA, QUANDO A GENTE BRINCA ASSIM). FUI CORRENDO E FAZENDO TAL BARULHO. AS PESSOAS QUE PASSAVAM POR MIM, FICAVAM RINDO DE ME VER FAZENDO ISTO. FUI FAZENDO ISTO, ATÉ QUE ENCONTREI COM UMA MENINA, QUE ME PAROU PERGUNTANDO O QUE EU FAZIA. NISTO VI AO LONGE, O PRÉDIO ONDE EU MORAVA, VI QUE ESTAVA NA RUA CERTA E DECIDI IR ATÉ MEU APARTAMENTO.
AI LEMBREI QUE JA TINHA FEITO TUDO ISTO ANTES, QUE EU APENAS REPETIA O QUE JA TINHA FEITO ANTES.
Mostrando postagens com marcador anoitecendo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador anoitecendo. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
COM MÚSICA NA CHUVA
Estava em uma rua, onde havia muitas pessoas. Estava anoitecendo. Estava agachado no passeio, havia um homem ao meu lado, agachado também. Eu tinha algo na mão, que não sei o que era. Havia vários carros passando, até que uma caminhonete, parecida com esta Fiat estrada, parou em frente. Desceram dois homens desta caminhonete. Então peguei o aparelho que tinha na mão, e liguei o aparelho. Começou a tocar musica. Era para os homens da caminhonete dançar. Mas no momento em que desceram, começou a chover. Eles voltaram para dentro da caminhonete e saíram. Então disse ao homem que estava o meu lado. Não foi desta vez.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
ACERTANDO AS CONTAS
Estava num local, onde parecia ser um grande pátio. Estava anoitecendo. Nisto chegou duas crianças chorando perto de mim, dizendo que queriam colo. Peguei as duas no colo e sai andando, até chegar numa pequena escada onde sentei. Nisto disse a uma delas, que tinha que tomar o remédio. Tirei um envelope com remédio do bolso para dar a criança. Nisto chegou um homem e uma mulher perto de mim, O tal homem disse que precisou tomar aquele remédio e não tinha encontrado, Disse a ele que tinha encontrado no porão. Coloquei as duas crianças no chão, quando veio uma mulher, japonesa, chorando em minha direção. Fui ao encontro dela. Ela vestia um blusão de pele, parecendo àqueles usados no Alaska, ou locais que cai neve. Sai com ela, andando, entramos num corredor, que ficava naquele grande pátio, e era feito de tela. Aquelas usadas para fazer galinheiro. Vim andando com ela, quando vieram cinco homens, todos vestidos iguais a ninja. Todos de preto. Pegaram esta mulher e levaram para um cercado que tinha no final deste corredor, que era bem largo. O cercado era feito de cortinas. Ficaram lá dentro. Eu tentava olhar, mas não conseguia ver o que estava acontecendo. Nisto saiu um destes ninjas e veio até mim, dizer que eu não podia ficar com aquela mulher, porque eu não era oriental. Fui indo embora pelo corredor, quando cheguei no pátio, que era imenso. Havia ali uma máquina muito grande, parecida com uma caldeira imensa. Havia uma esteira rolante que ficava constantemente jogando entulhos dentro desta maquina, e sai um liquido do outro lado. Nisto dois homens chegaram até mim, dizendo que era para eu ligar o cabo da televisão ali num pequeno motor que fazia parte daquela imensa máquina. Este pequeno motor era uma espécie de compressor. Ficava apenas jogando ar. Eles disseram para eu ligar ao cabo da TV ali, pois assim eu teria todos os canais de TV para ver. Pois a TV a cabo funcionava a ar comprimido. Fiquei imaginando como fazer aqui, até que veio um caminhão, deste fora de estrada, abrindo uma rua no meio deste pátio, perto desta grande máquina. Ele na verdade, ligou uma rua que havia de um lado e continuava do outro lado deste grande pátio. Entrei então por esta rua e via algumas pessoas sentadas à mesa, comendo e bebendo. Era o refeitório da empresa. Havia uma faixa pendurada na porta. Como estava meio escuro, aproximei para conseguir ler. Dizia que a gente tinha que devolver tudo em 15 dias. (não sei o que seria este tudo). Nisto tive vontade de ir ao banheiro. Então não quis ir ao banheiro do refeitório e fui no banheiro dos trabalhadores. Para entrar neste banheiro, tinha uma pequena escada de uns 5 degraus, pois o banheiro ficava um pouco elevado. Quando abri a porta, vi vários homens brigando, sendo que alguns deles estavam vestidos como ninja. Voltei e vi dois policiais parados abaixo desta escada. Eles também estavam vestidos de preto. Então disse a eles que estava havendo uma briga no banheiro. Abri a porta e ele viu a briga. Eles entram no banheiro e começaram a brigar também. Entrei e subi uma escada tipo caracol, que me levava na parte de cima. Quando cheguei lá, veio um homem e disse que riria brigar comigo, para acertar nossas contas. Disse q ele que nem o conhecia e não iria brigar. Nisto ele começou pulando igual à ninja e bateu os pés no meu peito, me mando longe. Então comecei a descer a escada novamente. Ele foi descendo, pulando igual um ninja, se agarrando na parede. Quando chegamos lá em baixo, disse a ele que a policia estava ali. Ele olhou para os policiais e disse que a gente iria brigar em outra ocasião. Ele foi embora, sai do banheiro e fui indo por aquela rua aberta pelo caminhão. Então fiquei pensando como estaria aquela máquina gigante que tinha ali. Fui até aquela máquina. O caminhão estava retirando ela do lugar. Então pensei que a TV a cabo não funcionaria, pois a maquina tinha parado de funcionar.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
CORRENDO DA ONÇA PINTADA
Estava anoitecendo. Vinha por uma rua, quando cheguei numa esquina, vi pessoas correndo. Olhei para a outra esquina, vi que vinha uma onça pintada. Ela vinha em minha direção. Sai correndo e passe por duas vacas. Continuei correndo e pensei então, que a onça pegaria a vaca e não correria mais atrás de mim. Depois fiquei pensando que se a vaca corresse também, a onça podia continuar correndo atrás da gente. Cheguei numa casa, que seria a casa do meu irmão. No portão, que era feito de grade fui entrando, quando veio do quintal da casa, uma onça pintada, só que menor, parecendo um filhote. Fechei o portão rapidamente. Ela ficava tentando me pegar, enfiando as patas pela grade. Nisto abriram a porta da casa e saíram duas crianças. Fiquei gritando para elas entrarem rapidamente, porque tinha uma onça ali. Mas elas não entraram. Nisto algumas grades do portão quebraram e a onça poderia sair. Mas nesta hora, a onça voltou e foi em direção das crianças. Gritei para elas correrem, mas elas ficaram paradas. Nisto a onça chegou perto delas, e as crianças começaram a brincar com a onça, como se ela fosse um gatinho. Fui para a casa do meu irmão, Vitinho. Lá comecei a contar o que tinha acontecido. Falei da onça que correu atrás de mim, das vacas que encontrei pelo caminho e da onça na casa com as crianças. O Vitinho começou a rir e disse que eu era um grande mentiroso.
sexta-feira, 6 de março de 2009
SOPRANDO UM VENTO FORTE
Caminhava por uma rua. Estava anoitecendo. Um vento muito forte batia e quase me impedia de andar. Mas o vento só soprava em mim. As árvores estavam como se não houvesse vento algum. De repente começou a sair do meu corpo um tipo de pó, de todas as cores que ficavam brilhando. Quando mais pó saia, menos força eu tinha, até que chegou num momento que não consegui andar. Ajoelhei no chão, fiquei encolhido, mas o vento não parava e nem o pó que saia do meu corpo. Perdi toda a foca e cai, como se estivesse morrendo.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Assinar:
Postagens (Atom)




