OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : carro. papel de pão
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sábado, 8 de janeiro de 2011

O NOVELO DE CORDÃO

Estava numa rua, onde havia um corredor que levava até onde seria o depósito de equipamentos da empresa onde eu trabalhava. Estava lá além de mim, o Gueds, o Fabrício, a mulher do Gueds, o Lucas e outra pessoa que não sei quem era. Fomos para este corredor até a sala de equipamentos. O Gueds procurava algo, e o Fabrício dizia que nada ali poderia ser pego. O Lucas levava algo pelo corredor, até o carro do Fabrício e voltava correndo. Nisto a mulher do Gueds, que carregava nas mãos duas coisas embrulhadas em papel de pão de cor alaranjado, ficou olhando ver se ninguém via, e pegou em cima da mesa, outro embrulho de papel de pão da mesma cor, e saiu rapidamente, para que ninguém a visse. Saímos dali e lá na rua, o Fabrício saiu com o carro levando o Lucas. Então o Gueds foi abrir o embrulho que a esposa dele tinha pegado. Quando abriu, vi eu era só um grande novelo de cordão. Perguntei para ele porque pegar aquilo, se não valia nada. Ele disse que o cordão pertencia a ele e que não deixaria nada de graça para ninguém.

domingo, 6 de janeiro de 2008

A ÁRVORE DOS OBJETOS

Estava em baixo de uma árvore, juntamente com um homem, que ficava mexendo em um objeto no qual segurava. Esta árvore tinha três coisas penduradas. Eram do tamanho de uma manga, mas não era fruta. Estes três objetos estavam embrulhados num papel de pão. Eu sabia que aqueles objetos eram meus. Nisto chegou a Jaqueline e este homem pediu a ela para colher os três objetos. Eu então fui saindo sem que a Jaqueline me visse. Quando eu caminhava, a Jaqueline já estava me esperando um pouco a frente. Ela então me perguntou porque eu não disse que aqueles objetos eram meus. Eu disse que era para ela não ficar com raiva e dizer coisas que se arrependeria depois, por isto não tinha dito. Então eu a chamei para ir ate uma outra árvore, onde estavam tudo que ela tinha me dado, porque eu iria devolver tudo para ela.