Mostrando postagens com marcador Briga. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Briga. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
USANDO PODER DO CÉREBRO
Estava numa cidade onde havia várias ruas elevadas. Eu e todas as pessoas ali éramos gigantes. Os carros eram do tamanho que são mesmos. A gente dirigia os carros pela mente. Estava dirigindo meu carro por aquelas pistas, como se aquelas pistas fossem um autorama. Estava sentado do lado das pistas, que pareciam de brinquedo. Nisto alguém veio velozmente com seu carro e bateu no meu. Esta pessoa estava atrás de mim, sentado num gramado. Então comecei a discutir com aquela pessoa por não saber usar a mente e ter feito seu carro bater no meu. Ela ficou dizendo que eu não sabia dirigir o carro. Que minha mente estava “poluída” e por isto tinha feito uma manobra errada no que aconteceu a colisão. Na discussão, ficamos em pé e então nossas cabeças chegaram às nuvens que tinham ali. Desta forma eu não conseguia ver seu rosto e nem ele o meu. Fiquei dizendo para ele não fugir e aparecer. Ele dizia o mesmo. Então sentei novamente, mas já não via aquela pessoa. Fiquei olhando meu carro e então decidi consertá-lo usando a mente. O carro ficou novinho novamente. No que sai dirigindo com a mente, novamente.
Marcadores:
batida de carro,
Briga,
CARRO,
cidade,
discussão,
gigante,
terra de gigantes
Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
14 School St, Newark, NJ 07103, USA
sábado, 28 de agosto de 2010
SEM DINHEIRO, VOANDO PELA LARGA AVENIDA E BRIGANDO
Estava dentro de uma sorveteria. Ela era comprida e estreita. Estava lá no fundo, tomando sorvete. Quando acabei e fui pagar, vi que estava sem a carteira. Fiquei dizendo que tinha perdido minha carteira com o dinheiro. Fiquei andando de um lado para outro, procurando nos bolsos, se achava minha carteira. Mas não a encontrava. Disse para o atendente, que eu deveria tê-la esquecido no hotel e que iria buscá-la. Sai da sorveteria e assim que sai, pulei e sai voando. Mas havia uma árvore ali e quase bati na árvore. Desviei e sai voando sobre uma avenida que deveria ter umas oito pistas. Passavam vários carros e pessoas que também andavam no meio das pistas. Voava baixo, quase tocando os carros. Algumas pessoas me viam e ficavam apontando para mim. Quando sai daquela avenida cheia de pistas e entrei numa rua estreita, que não passava carro algum, vi a minha frente dois homens que caminhavam. Ao aproximar deles, fiquei voando em volta deles e batendo com os pés em um deles. Eu batia o pé e me afastava, pois ele tentava acertar com um murro, na minha perna. Fiquei fazendo isto algumas vezes, até que ele conseguiu me acertar e cai no chão. Ele aproximou e disse que agora queria me ver acertá-lo. Levantei e sai correndo dele. Ele corria atrás de mim. Nisto pulei e sai voando novamente e fui por cima das árvores, deixando-os para trás.
terça-feira, 11 de maio de 2010
A POLÍCIA, AS FRUTAS E A BRIGA
Estava eu numa praia do nordeste. Estava junto a algumas pessoas, que brincavam com uma bola. O mar ficava um pouco distante de onde eu estava. Pois eu estava no alto de uma duna de areia, distante uns 20 metros do mar. Nisto, a beira do mar, passou um carro, deste tipo bugre, só que da policia. Ele ia rapidamente e com a sirene ligada. Nisto a bola daquelas pessoas que brincavam, foi um pouco distante dali. Eu fui buscá-la. Nisto vi vindo outro bugre da policia, só que este tinha uma grande espingarda presa em sua traseira. Tipo aqueles carros usado em guerra. Então imaginei que o que estava acontecendo não era nada bom. Decidi ir embora, sem pegar a bola. Fui caminhando até que cheguei num pomar. Havia algumas frutas caídas no chão, que não sei qual era. Fui andando pelo pomar, quando ouvi vozes. Continuei andando e percebi que era o Ricardo, irmão meu com o qual não converso, conversando com o Tonhão, meu irmão também. Ele reclamava de uma briga. O Tonhão estava no chão e o Ricardo em cima da árvore, jogando as frutas para o Tonhão. Imaginei de que briga que falavam, fosse a que tive com ele. Decidi então ir embora. Quando estava indo, o Ricardo pulou da árvore quase na minha frente. Para não olhar para ele, desviei o olhar para outro lado e fui indo embora. Ele então continuou a conversar com o Tonhão, dizendo que a briga tinha sido feia lá no jogo de truco. Imaginei que ele tinha falado que a briga era no jogo de truco, só para eu pensar que não estava falando da nossa briga. Continuei andando e fui embora dali.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
BRIGA DE CRIANÇAS
Estava na via expressa “JK”, subindo em direção a Catedral. Estava mais ou menos perto onde é o Asilo. Tentava correr, com a ajuda da mão direita, que eu ia tocando o chão, no sentido de me empurrar. Segurava alguma coisa nesta mão, e tinha dificuldade de correr, pois estava meio encurvado, sempre tocando o chão com a mão direita. Depois cheguei a um local, onde a subida era muito forte, quase que um paredão, isto no passeio. Mas havia uma opção de subir em algo que havia no meio do passeio e depois continuar. Fiz isto com dificuldade. Quando acabei de subir, vi o Ozanan com seu filho, que tinha uns 8 anos. Havia outro menino ali perto, que deveria ter a mesma idade. Nisto este menino empurrou o filho do Ozanan. O Ozanan então começou a bater no menino. Mas mesmo assim, o tal menino ainda queria ir para cima do filho do Ozanan. Então eu tirei o Ozanan de perto do menino, dizendo que não se podia bater em criança. E se o pai do menino visse aquilo, ele iria brigar na certa com ele. Mesmo assim o Ozanan ficou chingando o menino, que não saia dali.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
BRIGA DE CRIANÇAS
Estava no bairro esplanada, indo pela travessa Montese em direção a rua da casa da minha mãe. Quando cheguei à esquina, vi que o quarteirão da casa da minha mãe tinha como continuação o quarteirão da rua do meio. Como se estivesse trocado um quarteirão de lugar com a outra rua. Nisto vi o Fernando. Ele estava jogando pedra no Carlota. E no Fabrício. O Carlota e o Fabrício também jogavam pedras no Fernando. Eles estavam brigando. Eu então fui em direção ao Fernando, e quando ele me viu, entrou correndo para dentro da casa da minha mãe. Então fui correr atrás do Carlota e Fabrício. Quando cheguei perto deles, eles disseram que o Fernando tinha começado. Então o Fabrício me tacou uma pedra na minha perna. Eu fui pegar uma pedra para tacar nele também, e quando olhei ambos já tinham ido embora.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
NOTAS DE 500,00 E 100,00 REAIS
Estava na casa do Sr. Ary. Estava deitado no chão. Sentado perto de mim estava o Arizinho e um pouco adiante o Israel. Havia outras pessoas por lá também que não sei quem eram. Nisto chegou o Henrique e sentou perto do Arizinho. Ele entregou ao Arizinho 700,00 reais. Uma nota de 500,00 reais e duas de 100,00 reais. O Arizinho perguntou para que fosse aquele dinheiro. Ele disse que era para comprar “REUNITE”. (nem imagino que seja isto). Então lembrei que eu tinha colocado este nome na lista de coisas que o Henrique tinha mandado comprar, mas aquilo era para mim e não para o Henrique, mas ele quis dar o dinheiro assim mesmo. O Arizinho me entregou o dinheiro. Eu fiquei pensando porque o Henrique tinha feito aquilo, já que a gente não se falava ha muito tempo, devido uma briga. Depois eu deitei no sofá e fiquei pensando o que eu fazia ali na casa do Sr. Ary, já que eu tinha prometido que jamais voltaria ali novamente. Nisto o Israel me chamou para ajudá-lo a colocar uma peça em outra, que não sei o que era. Eu fui ajudá-lo e fiquei pensando porque eu o estava ajudando, já que nós dois tínhamos brigando e não nos falávamos ha muito tempo.
sábado, 13 de setembro de 2008
BRIGA NA PORTA DA EMPRESA
Havia uma mesa grande, ao lado da entrada do portão de uma empresa. Eu e várias pessoas estávamos almoçando nesta mesa. Nisto chegou uma pessoa e começou a chamar meu irmão, o Tonhão, para uma briga. O Tonhão saiu da mesa e fui brigar com ele. Os dois davam murros um no outro, mas não acertavam, pois sempre se desviavam. Nisto eles foram entrando pelo portão desta empresa. Alguém disse que não podia entrar para brigar lá dentro. Mas eles continuaram e foram cada vez mais pra dentro da empresa. Chegaram na ETA, da Pains, onde eu já tinha trabalhado, quando tinha 17 anos. Era noite. Uma mulher me pediu para pegar uma amostra para ela no pavimento de baixo da ETA. Eu fui indo por um dos corredores do lado de fora, que tem lá. Quando cheguei à ponta de um destes corredores, vi um homem e um menino lá em baixo. Então o tal home começou a gritar “é ele” “é ele”. E começou a me atirar pedras. Sai correndo, dizendo que não era eu. Mas ele continuou a tacar pedras em mim. Nenhuma me acertava. Então desci uma escada tipo marinheiro, fui para o pavimento de baixo e fui procurar a entrada principal da ETA. Na frente da ETA, eu não conseguia ver qual caminho deveria seguir, pois tinha muitas árvores e ficava um pouco distante da entrada. Havia várias pessoas passando por ali. Eu fui indo, até que cheguei numa rua onde tinha um tijolo de cerâmica, em pé, no meio da rua. Nisto ouvi um estalo e o tijolo caiu. Sai correndo dali e desconfiei que pudesse ter sido um tiro. Nisto vi o caminho que dava ate a entrada da ETA. Quando fui seguir por este caminho, ouvi uma voz que eu já conhecia e não gostava de ouvir. Não entendia o que estava sendo dito. Olhei para o lado e vi um homem vestido tipo caubói, com bota, chapéu e dois revolveres na mão. Percebi que aquela voz era do homem que queria me matar. Sai correndo para dentro da ETA. Quando entrei disse para a moça que estava lá, que tinha um homem atirando em mim. Ela disse que sabia quem era e me perguntou se eu tinha trago à amostra que ela pediu. Eu procurei e a amostra estava no bolso da minha camisa. Eu entreguei a ela a amostra e fui ate a porta, abri devagarzinho, para ver se o tal homem tinha ido embora. Quando abri um pouquinho, ele deu outro tiro, acertando o beiral da porta. Fechei a porta e disse para a tal mulher, que ali ele não me acertava.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
NA NEVE, RECLAMANDO DO CELULAR
Estava num local, que tinha muita neve. Estávamos eu e o Sr. Ary. Eu reclamava com ele do celular que eu tinha. Que não tinha nenhum recurso. Nem filmadora, na câmara fotográfica e nada além de um simples telefone. Eu dizia que queria outro mais moderno. Saímos andando pela neve e eu continuei falando que não mais queria aquele celular. Depois fui até a casa do Taquínho do mel, levando uma peça de fogão a gás, para ligar na casa dele, pois o meu tinha estragado. Chegando lá, a casa dele ficava em baixo de uma marquise. Eu tentei descer e não consegui. Daí eu fui para a casa da minha mãe. Chegando nesta casa, que seria a da minha mãe, A Paulinha começou a brigar com o Cândido. Ela saiu correndo e ele correu atrás dela. ela gritava. Eu, no cômodo em que estava, fui tentar ligar a peça do fogão. Nisto vi que tinha esquecido a válvula do fogão. Fiquei imaginando que não teria como, ligá-la ali. Decidi não ligar então, pois não queria voltar para buscá-la. Quando fui saindo, veio a Paulinha e me perguntou se eu não pagava a fisioterapia para ela. Eu disse que estava “quebrado”
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
A BRIGA
Estava num local, onde havia dois homens. Um deles começou a brigar comigo. Eu me defendia, me afastando dele. Até que ele, com uma faca não mão, tentou me acertar. Eu fui me afastando, tentando segurar a mão dele. Nisto ele conseguiu enfiar a ponta da faca na minha barriga, Fez isto uma cinco vezes. Então eu fiquei pensando que iria morrer naquele momento, pois não tinha como me defender mais.
Assinar:
Comentários (Atom)







