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BRIGA DE CRIANÇAS

Estava na via expressa “JK”, subindo em direção a Catedral. Estava mais ou menos perto onde é o Asilo. Tentava correr, com a ajuda da mão direita, que eu ia tocando o chão, no sentido de me empurrar. Segurava alguma coisa nesta mão, e tinha dificuldade de correr, pois estava meio encurvado, sempre tocando o chão com a mão direita. Depois cheguei a um local, onde a subida era muito forte, quase que um paredão, isto no passeio. Mas havia uma opção de subir em algo que havia no meio do passeio e depois continuar. Fiz isto com dificuldade. Quando acabei de subir, vi o Ozanan com seu filho, que tinha uns 8 anos. Havia outro menino ali perto, que deveria ter a mesma idade. Nisto este menino empurrou o filho do Ozanan. O Ozanan então começou a bater no menino. Mas mesmo assim, o tal menino ainda queria ir para cima do filho do Ozanan. Então eu tirei o Ozanan de perto do menino, dizendo que não se podia bater em criança. E se o pai do menino visse aquilo, ele iria brigar na certa com ele. Mesmo assim o Ozanan ficou chingando o menino, que não saia dali.


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NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
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ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

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MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
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“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
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