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SEM DINHEIRO, VOANDO PELA LARGA AVENIDA E BRIGANDO

 Estava dentro de uma sorveteria. Ela era comprida e estreita. Estava lá no fundo, tomando sorvete. Quando acabei e fui pagar, vi que estava sem a carteira. Fiquei dizendo que tinha perdido minha carteira com o dinheiro. Fiquei andando de um lado para outro, procurando nos bolsos, se achava minha carteira. Mas não a encontrava. Disse para o atendente, que eu deveria tê-la esquecido no hotel e que iria buscá-la. Sai da sorveteria e assim que sai, pulei e sai voando. Mas havia uma árvore ali e quase bati na árvore. Desviei e sai voando sobre uma avenida que deveria ter umas oito pistas. Passavam vários carros e pessoas que também andavam no meio das pistas. Voava baixo, quase tocando os carros. Algumas pessoas me viam e ficavam apontando para mim. Quando sai daquela avenida cheia de pistas e entrei numa rua estreita, que não passava carro algum, vi a minha frente dois homens que caminhavam. Ao aproximar deles, fiquei voando em volta deles e batendo com os pés em um deles. Eu batia o pé e me afastava, pois ele tentava acertar com um murro, na minha perna. Fiquei fazendo isto algumas vezes, até que ele conseguiu me acertar e cai no chão. Ele aproximou e disse que agora queria me ver acertá-lo. Levantei e sai correndo dele. Ele corria atrás de mim. Nisto pulei e sai voando novamente e fui por cima das árvores, deixando-os para trás.

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ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

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NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
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POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

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ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

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“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

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