Estava num local com o Candido e o Paulinho. Havia uma cerca de tela na nossa frente. Ela protegia a montagem de uma chaminé. Esta empresa onde se montava a chaminé ficava onde eh o supermercado Candidez da Avenida Vinte e hum de Abril. Tentava olhar como eles estavam montando a tal chaminé. Então disse para o Candido que eles estavam montando errado. A peça que eles tinham colocado era de qualidade ruim. Nisto veio uma mulher que estava acompanhando aquela montagem, me perguntar qual era o problema com a peça. Ela dizia que a peça tinha sido comprada pelo Fabrício. Que não existia outra no mercado. Disse que conhecia uma pessoa que fazia qualquer peça. Era só procurá-lo que ele faria a peça exatamente como se queria. Saímos dali e fomos para um local que seria o posto de saúde. Havia várias pessoas sentadas lá dentro. Uma enfermeira estava de pé na frente. Nisto o Candido começou a coçar a orelha, dizendo que tinha pulgas na orelha dele. Fui saído de perto dele, com medo das pulgas pularem em mim. Ele continuava coçando a orelha com muita vontade. Fui me afastando, me aproximando daquela enfermeira. Disse à enfermeira que fizesse alguma coisa. Ela então disse que contra pulgas, nada podia fazer.
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
A GALINHA, OS PINTINHOS E A ÁRVORE
Estava numa empresa, juntamente com o Fabricio. Eu iria fazer a medição da qualidade do ar. O equipamento já estava montado ali. Eu andava de um lado a outro, olhando a empresa que na verdade era um forno de Cubilot. O Fabrício fazia algumas anotações em uma folha que tinha numa prancheta. Fui até o equipamento, para colocar novos filtros, para continuar a medição. Nisto vi em cima de uma pequena parede, em volta do forno Cubilot, vários filtros de medição. Todos tinham marca d’água da empresa que teria feito a medição anteriormente. Fiquei tentando entender porque eles teriam largados aqueles filtros ali. Nisto uma pessoa me chamou e disse que os filtros que o Fabricio havia colocado, não estavam captando nenhuma sujeira. E me chamou para ir ver. Desci uma escada, para ir ver o do que ele falava. Ele foi indo e eu o seguindo. Ele saiu da empresa e entrou num terreno onde havia um grande gramado e uma árvore no meio deste gramado. Quando se aproximou da árvore, ele sumiu e vi apenas um passarinho. Ao chegar à árvore, uma galinha que chocava os ovos ali, saiu correndo. Este passarinho então começou a comer as cascas dos ovos que já havia nascidos os pintinhos e depois começou a bicar nos que ainda não tinha nascido. Eu disse para ele parar, pois poderia matar os pintinhos. O passarinho me respondeu dizendo que já estava na hora deles nasceram. Ele foi bicando e os pintinhos foram nascendo com o passarinho quebrando as cascas.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
BRIGA DE CRIANÇAS
Estava no bairro esplanada, indo pela travessa Montese em direção a rua da casa da minha mãe. Quando cheguei à esquina, vi que o quarteirão da casa da minha mãe tinha como continuação o quarteirão da rua do meio. Como se estivesse trocado um quarteirão de lugar com a outra rua. Nisto vi o Fernando. Ele estava jogando pedra no Carlota. E no Fabrício. O Carlota e o Fabrício também jogavam pedras no Fernando. Eles estavam brigando. Eu então fui em direção ao Fernando, e quando ele me viu, entrou correndo para dentro da casa da minha mãe. Então fui correr atrás do Carlota e Fabrício. Quando cheguei perto deles, eles disseram que o Fernando tinha começado. Então o Fabrício me tacou uma pedra na minha perna. Eu fui pegar uma pedra para tacar nele também, e quando olhei ambos já tinham ido embora.
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