Pular para o conteúdo principal

O ASSALTO COM MARMITAS

Estava na Avenida Getulio Vargas, quase esquina com Rua Goiás. Era um restaurante e eu pegava marmita para o almoço. Sai com um jogo de marmitas muito comprido que quase tocava o chão. E outro embrulho na mão. Fui indo pela Rua Goiás até na Primeiro de Junho, quando decidi ir pela Rua Minas gerais. Nisto fiquei pensando que tinha pegado o almoço muito cedo. Depois fiquei pensando que não tinha pegado o almoço, no Anézio, como de costume, e ele me vendo trazendo o almoço de outro local, poderia ficar chateado comigo. Quando estava perto do Pioneiro, um rapaz que vinha em sentindo contrário, falou que a culpa era do governo e por isto ele fazia aquilo. E tentou retirar minha carteira do bolso, dizendo que estava me assaltando. Tentava impedir que ele retirasse minha carteira, mas continuava segurando as marmitas. Eu ficava rodando, para que ele não conseguisse. Então disse que ia chamar a polícia. Ele então parou e ficou resmungando que tudo era policia. Num degrau que tinha no passeio, ele se sentou. Fui indo embora. Olhando para trás, para ver se ele me seguia. Depois de andar um pouco, vi que estava sem o jogo de marmitas. Olhei para trás, vi que o jogo estava ao lado do rapaz que tentou me assaltar. Ao lado dele, tinham outros dois sentados. Voltei lá, peguei a marmita e disse que aquele almoço era meu e eu iria levá-lo.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
NASCERAM OS POLVINHOS, QUE CHEGARAM DE MANSINHO, PARA ORGULHO DO PAIZÃO.

NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

OS 5 LOCAIS MAIS BONITOS DA CHAPADA DIAMANTINA

MORRO DO INÁCIO
CACHOEIRA DOS MOSQUITOS
POÇO ENCANTADO
GRUTA PRATINHA
CACHOEIRA DA FUMAÇA