Estava
indo por uma rua carregando minha marmita. Ia rapidamente para o local onde eu
deveria almoçar. Muitos carros passavam nesta rua e buzinavam porque algumas
mulheres atravessavam a rua na frente deles. Parei no local onde deveria
almoçar. Era no passeio mesmo. Ele tinha um banco e era murado por dois lados.
No local onde havia o banco tinha o muro. E neste havia um quadrado de
aproximadamente meio metro que era totalmente aberto. Sentei no banco e tirei o
pano de prato que cobria o prato com meu almoço. Nisto olhei para esta abertura
na parede e vi um bicho, parecido com um louva-a-deus, em um dos ramos com semente
de capim. Este bicho arrancava rapidamente as sementes deste capim e as
atiravam em um local ali perto, que estava limpo. As sementes Caiam uma em cima
da outra e iam fazendo uma pilha alta. Este bicho ia a vários ramos de capim e
com isto a pilha de sementes já deveria ter meio metro de altura. As
sementes embora pequenas ficavam empilhadas e não caiam. Enquanto olhava aquilo,
um garfo caiu no meu prato. Provavelmente de alguém que tinha almoçado ali e
havia esquecido o mesmo. Joguei o garfo fora e então caiu uma faca de plástico
vermelha suja de terra. Então decidi não almoçar mais, pois meu almoço estava
contaminado pela faca suja. Embrulhei meu almoço no pano de prato novamente fui
embora dali.
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terça-feira, 18 de setembro de 2012
AS SEMENTES DE CAPIM
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SONHOS
Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
110th Ave SE, Oakes, ND 58474, EUA
domingo, 27 de fevereiro de 2011
SUBINDO A RUA TAPETE, SEM MEMÓRIA
Estava no boteco do Anézio, querendo dizer a ele que eu não mais pegaria almoço ali. Ele ficava andando de um lado para outro e eu não conseguia falar com ele. Então sai dali e fui indo embora. Nisto vi que estava no final de uma rua, tentando subir a ladeira. Mas esta rua era revestida de um tapete verde, que ficava rodando, como uma esteira rolante, fazendo com que eu não saísse do lugar. Quanto mais eu tentava subir, mas o tapete girava. O tapete girando, fez passar por mim, algumas partes do tapete que haviam desgastadas, deixando aparecer a rua. Aproveitei estas pequenas falhas, para conseguir subir a ladeira. Lá em cima, entrei num carro que seria o meu. Nisto vi dentro do carro, meus dois travesseiros, meu edredom, e o lençol. Fiquei tentando imaginar como aquilo foi para ali. Sai com o carro e fui até uma casa, onde havia uma varanda e algumas pessoas ali, inclusive a Iara, Rita e outras pessoas. Chegando lá, disse para eles que eu tinha perdido a memória, no momento em que tinha saído do Anézio. E só foi recobrá-la, quando tentava subir a ladeira. Então a Iara começou a dizer que estava tudo perdido, porque sem memória, como eu iria trabalhar e sustentar a casa. Então disse a ela, que já tinha ido ao medido e este disse que a culpa era da “molinha”. Que eu tinha nos dente, para correção. Que ela tinha se soltado e entrou pelo orifício que liga o nariz a garganta, indo alojar dentro do ouvido, fazendo com que eu perdesse a memória. Que era só fazer a cirurgia para retirá-la.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
O ASSALTO COM MARMITAS
Estava na Avenida Getulio Vargas, quase esquina com Rua Goiás. Era um restaurante e eu pegava marmita para o almoço. Sai com um jogo de marmitas muito comprido que quase tocava o chão. E outro embrulho na mão. Fui indo pela Rua Goiás até na Primeiro de Junho, quando decidi ir pela Rua Minas gerais. Nisto fiquei pensando que tinha pegado o almoço muito cedo. Depois fiquei pensando que não tinha pegado o almoço, no Anézio, como de costume, e ele me vendo trazendo o almoço de outro local, poderia ficar chateado comigo. Quando estava perto do Pioneiro, um rapaz que vinha em sentindo contrário, falou que a culpa era do governo e por isto ele fazia aquilo. E tentou retirar minha carteira do bolso, dizendo que estava me assaltando. Tentava impedir que ele retirasse minha carteira, mas continuava segurando as marmitas. Eu ficava rodando, para que ele não conseguisse. Então disse que ia chamar a polícia. Ele então parou e ficou resmungando que tudo era policia. Num degrau que tinha no passeio, ele se sentou. Fui indo embora. Olhando para trás, para ver se ele me seguia. Depois de andar um pouco, vi que estava sem o jogo de marmitas. Olhei para trás, vi que o jogo estava ao lado do rapaz que tentou me assaltar. Ao lado dele, tinham outros dois sentados. Voltei lá, peguei a marmita e disse que aquele almoço era meu e eu iria levá-lo.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
NO CORREDOR PARA FAZER CÁLCULOS
Estava numa casa que não sei qual era. Nisto o Sr. Ary me pediu para fazer uns cálculos de sua aposentadoria. Nisto vi o LULA com outra pessoa. O LULA disse que já tinha mandado sua equipe não permitir que se cortasse nada dos aposentados. Que ele tinha ficado sabendo que todo mês, se fazia um desconto nas aposentadorias e ele não queria que isto acontecesse. Eu disse para o Sr. Ary que ia pegar algo para fazer isto para ele. Entrei num corredor bem largo, bem comprido e que havia apenas uma mesinha. Nesta mesinha peguei um bloquinho e coloquei no bolso. Voltei até a casa e não vi o Sr. Ary ali. Então vi a Rita e perguntei pelo pai dela. Ela então disse que ia colocar meu almoço numa vasilha, para eu levar e almoçar na minha casa. Então fiquei pensando se ia aceitar, porque eu não gostava de favor dos outros. Nisto a Rita saiu chamando o pai dela, só que ela gritava chamando “presidente” “presidente” cadê você? Nisto vi a Jaqueline fazendo almoço. A Jaqueline então, pegou um aparelho de som e ligou, deixando o som bem alto. A música que tocava era “brasileirinho”.
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