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sexta-feira, 3 de julho de 2009
O ASSALTO COM MARMITAS
Estava na Avenida Getulio Vargas, quase esquina com Rua Goiás. Era um restaurante e eu pegava marmita para o almoço. Sai com um jogo de marmitas muito comprido que quase tocava o chão. E outro embrulho na mão. Fui indo pela Rua Goiás até na Primeiro de Junho, quando decidi ir pela Rua Minas gerais. Nisto fiquei pensando que tinha pegado o almoço muito cedo. Depois fiquei pensando que não tinha pegado o almoço, no Anézio, como de costume, e ele me vendo trazendo o almoço de outro local, poderia ficar chateado comigo. Quando estava perto do Pioneiro, um rapaz que vinha em sentindo contrário, falou que a culpa era do governo e por isto ele fazia aquilo. E tentou retirar minha carteira do bolso, dizendo que estava me assaltando. Tentava impedir que ele retirasse minha carteira, mas continuava segurando as marmitas. Eu ficava rodando, para que ele não conseguisse. Então disse que ia chamar a polícia. Ele então parou e ficou resmungando que tudo era policia. Num degrau que tinha no passeio, ele se sentou. Fui indo embora. Olhando para trás, para ver se ele me seguia. Depois de andar um pouco, vi que estava sem o jogo de marmitas. Olhei para trás, vi que o jogo estava ao lado do rapaz que tentou me assaltar. Ao lado dele, tinham outros dois sentados. Voltei lá, peguei a marmita e disse que aquele almoço era meu e eu iria levá-lo.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
DESCENDO A RUA CORRENDO
Um homem descia a Rua Pernambuco, correndo, parecendo que fugia de alguém. Sempre olhando para trás. Mas não havia ninguém na rua. Somente ele. Eu estava parado em frente a cooperativa da rede, quando ele passou por mim e pediu para que eu o seguisse. Ele continuou correndo, mas não o segui. Chegando à primeiro de junho, ele foi em direção a catedral. Nisto sai andando, para ver aonde ele ia. Quando cheguei na esquina da primeiro de junho, ele estava sentado na beira do passeio. Perguntei o que ele queria comigo. Ele disse que nada, nunca tinha me visto. Que eu estava ficando doido. Continuei subindo a primeiro de junho e fui até a caixa federal. Quando entrei, o tal homem que vinha correndo, já estava lá, usando o uniforme de guarda da caixa. Eu fiquei por entender como ele tinha chegado primeiro que eu. Ao passar por ele, ele me perguntou se eu tinha corrido muito. Então disse que não tinha corrido. Ele então falou que eu corri sim, pois eu tinha descido a Rua Pernambuco correndo. Achei que ele não fosse bom da cabeça e me afastei. Sai da caixa federal e fui em direção a casa da minha mãe. Quando estava chegando à casa da minha mãe, vi que tinha um homem no portão, vestindo uniforme de policia. Pensei que não iria lá de jeito nenhum, porque sabia que seria o tal homem da caixa federal.
terça-feira, 10 de março de 2009
CAIXOTE VERMELHO GIGANTE
Estava vindo na Avenida primeiro de Junho, em direção a Rua Goiás. Quando cheguei perto do ABC da Avenida Primeiro de Junho, vi uma grande armação de ferro em volta dele, que deveria ter uns 20 metros de altura, alguns homens em cima desta armação, pregavam uns tapumes de cor vermelho. Algumas pessoas ainda entravam e saiam numa parte que eles ainda não tinham pregado este tapume. Então fiquei pensando que eles iam fechar tudo e ninguém poderia comprar ali mais. Eles realmente fecharam tudo. Ficou parecendo um caIxote vermelho gigante. Até o passeio foi fechado. Indo do outro lado da rua, fui caminhando olhando para trás, vendo alguns homens lá no alto, pregando os tapumes, estando eles amarrados em corda.
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