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AS PILASTRAS NO CANTO DA LINHA


Estava no canto da linha (passeio que tem do outro lado da rua da casa da minha mãe, rente ao muro da ferrovia). Havia ali uma construção, linear ao muro. Estava anoitecendo. Eu estava sentado em cima de uma coluna de concreto, de 20 x 20 centímetros. Havia outras colunas, todas com alguém em cima. A gente estava ali, porque não conseguia descer. Esta coluna balançava, porque era alta. Eu segurava o mais que podia para não cair. A noite foi passando e ninguém chegava para tirar a gente. Então disse para os que estavam próximos de mim, que a gente iria passar a noite todo ali. Nisto chegou um homem com um carrinho, amarrou uma corda na coluna em que eu estava em cima e saiu puxando o carrinho e arrastando toda a construção. Ele começou a correr muito e a gente ia se segurando para não cair. Até que chegou numa loja, que ficava no meio de um descampado. Quando parou, a coluna em que eu estava caiu recostando na parede da construção. Então desci e entrei na loja. Lá dentro, o homem que estava atrás do balcão, disse que não precisava construir nada, pois o Mazinho havia dito que bastava colocar um tudo de 200mm e estaria tudo pronto.

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ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

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ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
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“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

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