Era noite. Estava
dentro do que seria o apartamento que eu morava. Este apartamento ficava na Rua
Bahia. Estava em uma sala onde minha filha estava no computador. Nisto chegou a
outra filha minha e foi para o outro computador. Então disse para a minha filha
que já estava ali, para transferir parte da internet para o computador da minha
outra filha. Ela respondeu dizendo que o sistema faria isto sozinho, era só
ligar o computador. Então disse para minhas filhas que eu iria até a casa da
minha mãe para tomar banho. Sai deste apartamento, desci pelo elevador e sai da
Rua Bahia e peguei a Rua Sergipe, visto que este edifício era na Rua Bahia
quase esquina com Rua Sergipe. Desci a Rua Sergipe até a Rua Rio Grande do Sul
e virei em direção a Rua Pernambuco, porque era ali que eu pegava o ônibus para
ir até a casa da minha mãe. Na Rua Rio Grande do Sul, havia várias pessoas,
todos era casal de namorados. Estavam no passeio e no meio da rua. Passei por
eles em direção ao ponto do ônibus que ficava ali perto, nisto percebi que não
tinha trago a carteira e a chave do apartamento. Fui voltando para buscar minha
carteira e chave. Parei e fiquei pensando que não precisaria, pois quando eu
voltasse, era só chamar no interfone que minhas filhas abririam para mim.
Depois fiquei pensando que poderia precisar de dinheiro por isto era melhor
buscar a carteira. Fui voltando para meu apartamento, passando por entre aqueles
casais de namorados.
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domingo, 9 de setembro de 2012
INDO TOMAR BANHO
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sábado, 18 de agosto de 2012
TOMANDO SORVETE COM O ÔNIBUS PASSANDO
VINHA
ANDANDO BEM NA BEIRA DE UM PASSEIO, RENTE A RUA. ESTAVA TOMANDO SORVETE EM UM
COPO DE BOCA LARGA, GERALMENTE USADO PARA COLOCAR SORVETE MESMO OU CALDINHO DE
FEIJÃO. FUI TOMANDO ESTE SORVETE NESTA BEIRINHA DO PASSEIO, SEMPRE OLHANDO PARA
A VASINHA QUE EU SEGURAVA. RASPAVA A BEIRADA DESTE COPO, TIRANDO O SORVETE BEM
AOS POUCOS E IA COMENDO. NÃO OLHAVA PARA FRENTE E NEM PARA OS LADOS, SOMENTE
PARA DENTRO DA VASILHA DE SORVETE. UM ÔNIBUS PASSOU TAMBÉM RENTE AO PASSEIO,
MUITO PRÓXIMO DE MIM. PASSOU LENTAMENTE ESPERANDO O SINAL QUE ESTAVA FECHADO,
ABRIR. NISTO AS PESSOAS QUE ESTAVAM NO ÔNIBUS FICARAM PEDINDO PARA DAR UMA
LABIDINHA EM MEU SORVETE. FIQUEI PENANDO COMIGO MESMO QUE EU NÃO OLHARIA PARA O
ÔNIBUS E PARA NINGUÉM ALI DENTRO DELE. FUI PASSANDO BEM RENTE A JANELA DO
ÔNIBUS, SEMPRE OLHANDO PARA DENTRO DA VASILHA DE SORVETE E IGNORANDO AS PESSOAS
QUE ESTAVAM DENTRO DO ÔNIBUS.
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quarta-feira, 14 de julho de 2010
O TUCANO E AS MANGAS

Estava numa rua estreita, num local que seria a praça de um mercado central. Estava com o painel do aparelho de medir a qualidade do ar. Nisto passou o ônibus e parou para eu subir. O ônibus foi fazendo as curvas daquela ruazinha estreita, quase batendo nas casas, que ficavam rente a rua. Depois de andar bastante, o ônibus parou também numa rua bem estreita. Desci com o painel e fiquei ali, esperando por alguém. Fiquei com receio de acontecer alguma coisa, pois não conhecia o local onde eu estava. Nisto, vi uma casa, com um pé de manga. Este pé havia poucas folhas e várias mangas amarelas, já maduras. Fui até lá, subi no pé e comecei a chupar as mangas. Só que eu mordia na manga, chupava um pedaço só, sem retirar a manga do pé. Fiz isto com quase todas as mangas. Quando desci do pé de manga, fiquei anotando algo em minha prancheta. Nisto chegou O Vitinho. Ele então me mostrou o pé de manga, dizendo que não sabia o que estava acontecendo, pois todas as mangas estavam faltando um pedaço. Nisto vi um tucano pousado num dos galhos do pé de manga. Então mostrei ao Vitinho, que era o tucano que estava comendo as mangas. Ao mostrar o tucano, vi uma manga que não tinha sido comida ainda. Então disse a ele que aquela seria minha, pois era a única que não estava mordida. Continuei anotando algo em minha prancheta, dizendo ao Vitinho, que eu iria pegar a manga, quando terminasse as anotações.
sábado, 5 de junho de 2010
DE VOLTA AO SEGUNDO GRAU

Estava dentro de uma sala de aula. Estava na escola Joaquim Nabuco, que fica ali na Avenida primeiro de junho. A sala estava cheia. Só que a maioria das pessoas, falavam ao mesmo tempo. Alguém me perguntou, porque eu estava fazendo o segundo grau, se eu já tinha feito faculdade nos Estados Unidos. Disse que o ensino superior de lá, não valia no Brazil, e por isto tinha que estudar tudo novamente. Levantei da carteira, e sai da escola. Estava escurecendo. Fui indo pela Avenida Primeiro de Junho, em direção a Rua Goiás. No sinal da Rua São Paulo, os carros estavam parados, esperando o mesmo abrir. Só que havia carros em cima do passeio também, esperando o sinal abrir. Fui passando entre os carros e o canto do passeio. Quando fui passar por um ônibus, este deslizou em minha direção, me espremendo na parede. Cai no chão, rapidamente, para não ser esmagado. Fiquei no chão, mas o ônibus estava tão baixo, que ficou prendendo minha perna, bem encostado na roda. Olhei bem, e vi que estava atrás da roda, e assim quando o ônibus saísse, ele não passaria em cima dela. Fui fazendo muita força, até que me consegui soltar e sai dali.
sábado, 3 de outubro de 2009
INDO DE ÓNIBUS COM A IARA
Estava num local, que seria em frente a casa da minha mãe. Só que ali parecia ser uma empresa, onde havia vários cômodos, só que não havia paredes dividindo os mesmos. Eu caminhava por entre estes cômodos, separados somente por móveis. Nisto alguém me disse que o banco estava me procurando, para que eu pagasse uma dívida. Fui até o banco, que também ficava num destes cômodos. Mas fiquei sabendo que a divida era alta e eu não conseguiria pagar. Sai dali dizendo que não tinha como pagar. A moça do banco então disse que iria descontar em folha de pagamento, até que eu terminasse de pagar. Achei bom, pois assim eles não podiam descontar muito do meu pagamento e ainda conseguiria pagar a dívida. Depois peguei uma bolsa grande e sai dizendo que iria viajar. Reclamei com uma pessoa, porque o ônibus não parava ali, tinha que sempre parar na Rua Pernambuco. Fui até a Rua Pernambuco, onde o ônibus estaria, que seria em frente a cooperativa velha, da RFFS/A. chegando lá, fui entrando no ônibus e no primeiro banco estava sentada a Iara. Só que os bancos dos ônibus, que geralmente tem 2 lugares, estava divididos com armação de ferro, para 4 pessoas. A iara me mandou sentar do lado dela. Disse que não caberia ali de jeito nenhum. Mas fui entrando no meio desta armação e consegui sentar naquele lugar apertado, junto com a Iara.
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