Pular para o conteúdo principal

O ATAQUE DAS EMPILHADEIRAS


Estava trabalhando num local, que não sei bem o que era. Estava eu e o Gueds. Nisto fomos chamados a um local onde estava o filho do Nênei trabalhando. Ele pediu para eu e o Gueds ajudar a ele no serviço que ele fazia. Eu então disse a ele que eu trabalhava era com meio ambiente e só media a qualidade do ar, que aquele serviço eu não fazia. Eu perguntei a ele se não tinha visto meu uniforme onde estava escrito meio ambiente. Depois disto, eu e o Gueds saímos dali. Fomos até uma caixa d’água de cimento, que deveria ter uns dois metros quadrados por um metro de altura, que estava ali no chão e estava cheia de água. Nisto e Gueds deitou dentro desta caixa de d’água, porém, ele não afundava nem se molhava. Ali era como se fosse nosso cômodo de colocar nossas ferramentas de trabalho. Eu então resolvi me deitar no chão ali ao lado desta caixa d’água. Nisto, tinha quatro empilhadeiras que estavam um pouco adiante, que ligara sozinhas e vieram em minha direção. Elas estavam com as lanças levantadas e três delas atingiram o telhado do cômodo que tinha ao lado e saíram empurrando as telhas até pararem. A outra veio na minha direção e abaixou a lança, em cima da minha perna, me impedindo de sair dali. Nisto o Gueds apareceu e perguntou o que estava acontecendo. Eu disse que eu fui preso pela empilhadeira. Havia ali um local que parecia pasto. Havia seis vacas pastando ali perto, Nisto eu disse que tinha comprado três daquelas vacas, para uma pessoa que estava ali comigo. Apareceu outra pessoa e disse que me venderia as outras três pelo mesmo preço que eu tinha comprado. Então eu disse que no outro dia iria arrumar os mil e quinhentos reais, para pagar as seis vacas. Sai dali em direção da casa da minha mãe. Quando fui chegando perto da casa dela, vi que tinha uma fila de pessoas na casa da minha tia Gloria, que é vizinha da minha mãe. No passeio de fora da casa da minha mãe, tinha algumas pessoas sentadas, tipo quando terminam de almoçar e ficam fazendo a sexta. Ao entrar no portão da casa da minha mãe, vi que no jardim estava cheio de pessoas sentadas por todos os lados. Eu entrei, desviando das pessoas e fui para dentro da casa. Lá, encontrei o Vitinho e o Nênei e disse a eles que a gente tinha que passar uma mensagem pelo celular, para dizer que não a gente não ia de uniforme para a escola.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
NASCERAM OS POLVINHOS, QUE CHEGARAM DE MANSINHO, PARA ORGULHO DO PAIZÃO.

NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

PRAIA GRANDE / SÃO PAULO - ESTÂNCIA BALNEÁRIA

SEJA BEM VINDO A CIDADE DE PRAIA GRANDE. IMPORTANTE ESTÂNCIA BALNEÁRIA.  RODOVIA DOS IMIGRANTES DE ACESSO À CIDADE imagem - Wikipédia QUEM NASCE EM PRAIA GRANDE EH: PRAIA-GRANDENSE A CIDADE TEM 262.051 HABITANTES - IBGE 2010 PRAIA GRANDE FAZ ANIVERSÁRIO EM  19 DE JANEIRO E FOI EMANCIPADA EM 1.967 ORIGEM DO NOME O TOPÔNIMO PRAIA GRANDE DECORRE DA EXTENSA PRAIA - CERCA DE 40 QUILÔMETROS - QUE LHE SERVE DE DIVISA TERRITORIAL, E QUE OS PRIMITIVOS HABITANTES JÁ CHAMAVAM DE "PEAÇABUÇU", O PORTO GRANDE. HISTÓRIA A HISTÓRIA DA SUA FORMAÇÃO ESTÁ INTIMAMENTE LIGADA À DE SÃO VICENTE, DA QUAL FOI DISTRITO ATÉ 1966, QUANDO O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, EXAMINANDO RECURSO EXTRAORDINÁRIO PELA MUNICIPALIDADE DE SÃO VICENTE, DEU GANHO DE CAUSA AO MUNICÍPIO DE PRAIA GRANDE, CONCEDENDO-LHE AUTONOMIA. ESSA EMANCIPAÇÃO, CONTUDO, FOI FRUTO DE LONGA LUTA, INICIADA NO BAIRRO DE SOLEMAR, EM 1953, POR JÚLIO SECCO DE CARVALHO, SUSTENTADA MAIS TARDE POR OSWALDO TOSCHI, POR NESTOR FERREIRA DA ROCHA, E SEGUIDA POR C…