OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : equipamento
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sábado, 10 de abril de 2010

DIRIGINDO NA CARROCERIA


Estava eu numa caminhonete, cuja carroceria era igual aquelas de transportar cavalos. Não havia cavalos na carroceria e sim, os equipamentos que uso para fazer a medição da qualidade do ar. Eu dirigia esta caminhonete, não da cabine, mas sim, da carroceria, sentado em cima dos equipamentos. Dirigindo a mesma, vi a Regina na beira do passeio em uma rua que não sei o nome. Fui dirigindo até ela, pois queria lhe contar algo. Mas ela nada perguntou sobre o assunto que eu queria falar, então decidi não dizer nada. Sai dali, fui até a casa do Gueds, buscá-lo para agente trabalhar. Ele subiu também na carroceria e fomos indo embora. Chegando num galpão, vi um homem de bigode e cabelos brancos. Desci da caminhonete, fui falar com este homem. Queria dizer a ele sobre o motivo de eu estar dirigindo a caminhonete. Mas ele parecia ocupado, andando de um lado a outro. Então decidi ir embora, dirigindo dentro deste galpão, quando deparei com vários encanamentos a mais ou menos um metro de altura. Para não bater nos mesmos, freei bruscamente. Nisto o Gueds veio rolando em cima do equipamento, me atingindo. Disse a ele que foi melhor frear que arrebentar os encanamentos.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

INDO TRABALHAR EM MARABÁ, NO PARÁ

Eu e o Gueds estávamos chegando numa firma que fica em Marabá, no Pará. Quando chegamos, a gente já não estava de carro e sim um carrinho feito de ferro e com todo o equipamento dentro. A gente foi passando por um corredor, onde algumas pessoas trabalhavam. Fomos até o escritório, Nisto o Gueds disse para um homem ali, que era para ir preparando o local para vistoriar o material que estava entrando. Depois pegou um carrinho do tipo usando em fundição e pediu para eu ir buscar o equipamento, porque o outro carrinho de ferro onde eles estavam não passava neste corredor devido às imperfeições do terreno. Quando fui voltando, vi o Paulinho, meu irmão, trabalhando lá. Eu parei para conversar com ele. Eu perguntei se ele estava gostando de trabalhar ali, já que estava muito longe de casa. Ele disse que sim. Nisto vi que estava pingando, do alto, ferro gusa derretido, bem entre onde as pessoas estavam neste corredor aberto. Eu então fui passando e um pingo caiu nas minhas costas, mas ardeu só um pouco. Então um homem ali disse que o ferro gusa não queimava, devido à ação do vento sobre ele, enquanto caia. Eu fui até o equipamento e comecei a colocá-lo neste carrinho de fundição. Eu fui colocando de qualquer jeito e o equipamento não coube todo e ficou meio que caindo. Ainda assim sobrou uma caixa bem grande com o restante do equipamento. Nisto o Gueds chegou para ajudar a levar o equipamento para a vistoria. Ele saiu puxando o carrinho e deixou a caixa para eu levar.
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terça-feira, 23 de setembro de 2008

INVESTIGANDO O INVESTIGADOR

Estava na porta da casa do Henrique. Eu pegava o equipamento para fazer a medição da qualidade do ar. Eu colocava o equipamento no carro e vi que a caixa com os impingers esta ao lado de uma criança, brincando com um carrinho. Eu olhei a caixa e disse a mim mesmo que eu não poderia esquecer a caixa ali. Sai de carro e fui até a cidade do Rio de janeiro. Eu trabalhava numa firma que investigava uma mulher. Eu fui até a casa desta mulher. A casa era uma mansão. A tal mulher estava deitada num sofá, onde ao lado deste, tinha uma espécie de canteiro bem fundo. Lá no fundo, tinha muito jornal embolado. Esta mulher pegou um fósforo, ascendeu e jogou ele para trás, caindo nos jornais velhos, Começou a pegar fogo. Eu tentei soprar, mas o fogo aumentava. Nisto a tal mulher levantou e disse que sabia que a gente estava investigando ela, e que na verdade, era ela que estava investigando a empresa que eu trabalho. Peguei uma panela que tinha ali e fui lá fora encher ela de água para apagar o fogo. Quando sai lá fora, chovia muito. A tal mulher já estava lá também. Ela disse que o fogo já tinha sido apagado. Nisto eu imaginei que o Silvério vinha no carro naquela chuva e que iria derrapar com o carro na rodovia. Eu tinha que avisar a ele, para ele não sofrer acidente.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

SEM PORTAS NEM JANELAS

Estava eu e o Gueds, num local que seria uma empresa. Nós íamos fazer uma medição da qualidade do ar. Sai carregando o equipamento. Nisto cheguei perto de um túnel. Eu entrei neste túnel bem apertado, que era bem curto, Nisto sai numa sala grande onde não tinha nada. Eu já não carregava nenhum equipamento e sim, uma prancheta. Eu andei pela sala, olhando as paredes. Depois de dar a volta, não vi mais a porta de saída. Eu estava fechado dentro daquela sala que não tinha porta nem janelas. Nisto então imaginei que alguém tinha me seqüestrado e me prendido ali.