OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : mato
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sábado, 12 de julho de 2014

A ESTRADA DE TERRA








Estava numa casa, que ficava no meio do mato. Eu não via casa de nem ninguém por perto. Eu estava dormindo, levantei e sai lá para fora. Vi uma pequena estrada de terra e sai andando por ela. Eu estava de pijama. Nisto passou por mim um homem montado a cavalo, na direção contraria. Eu então sai da estrada e fui seguindo uma trilha pelo meio do mato.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

A RUA QUE ERA PASSEIO

Estava numa rua, em frente ao que seria a casa do meu chefe. Estávamos eu e o Vitinho. Nesta rua, havia casa de um só lado, do outro lado era mato. Só que esta rua ficava onde seria o passeio. Ou seja, havia apenas o passeio estreito, asfaltado. Nós precisávamos ir a uma cidade, fazer um serviço. Então o Vitinho disse que iria ficar na cidade que a gente ia fazer o serviço, porque ele morava lá, e que eu deveria voltar sozinho. Só que eu não morava naquela cidade do meu chefe, era em outra. Nisto fiquei olhando aquela rua, que ficava no lugar do passeio, vi alguns carros parados ali e fiquei pensando se daria para eu passar, quando estive voltando do serviço. Imaginei eu vindo em alta velocidade, se não bateria em algum carro ali parado.

quinta-feira, 19 de março de 2009

NO MEIO DO MATO

Estava no sítio da Jaqueline. Havia muito mato em volta da casa. O mato estava quase da altura da porta e tinha um estreito caminho, cercado por mato bem alto, que ia até a porta de entrada. Fui seguindo este caminho, até que cheguei à varanda da casa. Já não via aporta de entra mais. Na varando havia um carro vermelho. O carro seria do Henrique. Entrei no carro e sai dirigindo pelo mato afora. Não via para onde estava indo, apenas ia dirigindo sem saber o que tinha a minha frente, pois o mato não deixava ver nada.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

COLOCANDO MATO TRITURADO E ÁGUA EM MEU SANGUE



Estava num local que não sei onde era. Eu estava dentro de um cômodo que tinha uma porta bem larga e estava aberta. Do lado de fora estava o Fernando e a Nathália, mas um bem distante do outro. Havia na minha frente, uma caixa retangular, do tamanho e parecida com um guarda-roupa, porem sem porta alguma. Esta peça retangular e grande era toda maleável e tinha uma pequena entrada, parecida que o ralo de uma pia. Eu pegava pequenas quantidades de mato que tinha do lado de fora deste cômodo, colocava na abertura desta peça retangular e parecia que ligava algo, que triturava todo o mato e descia uma água, enchendo aquela peça. Eu escolhia qual mato iria pegar e ficava pensando se aquele mato fosse tóxico, poderia até me matar. Pois depois que eu colocava o mato naquela peça e ele era triturado, tudo ia para o meu sangue. Então eu pensava como poderia saber se faria mal para mim ou não. Mas continuava colocando o mato. Nisto, a tal peça já estava pelo meio, com água e mato triturado, quando eu decidi arrastá-la para o canto. Nisto ela dobrou ao meio, como se fosse de borracha. E eu não conseguia consertá-la. Então gritei o Fernando e a Nathália para virem me ajudar. Eles vieram, mas a tal peça balançava muito de um lado para outro e a gente não conseguia colocá-la de pé certinha. Nisto ela balançou muito forte e caiu deitada no chão. Ai então eu disse que agora não tinha mais jeito, estava tudo perdido.
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terça-feira, 11 de março de 2008

ABRIR A PORTA E "PLAY"

Andava num passeio, que passava num local cheio de matos. Eu vi um cachorro bem grande. Então, desci do passeio para não acordar o cachorro que estava dormindo. Quando voltei ao passeio, o cachorro veio atrás de mim. Mas não era um cachorro e sim vários cachorrinhos. Eles tentavam morder meu pé. Continuei andando e eles continuavam tentando me morder.
Entrei numa casa, que seria a minha. O Vitinho e o Nenêi estavam lá também. Eu cheguei à porta da cozinha desci uns três degraus e disse aos dois, que era para abrir uma porta ali, que assim ficava mais fácil de ir para a horta, sem que ter de dar a volta. O Vitinho estava com uma enxada, capinando. Eu disse isto, imitando o personagem da Zorra Total, Juninho Play. Eu disse que era só abrir a porta e a gente “Play”.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

DE PIJAMA NA ESTRADA

Estava numa casa, que ficava no meio do mato. Eu não via casa de nem ninguém por perto. Eu estava dormindo, levantei e sai lá para fora. Vi uma pequena estrada de terra e sai andando por ela. Eu estava de pijama. Nisto passou por mim um homem montado a cavalo, na direção contraria. Eu então sai da estrada e fui seguindo uma trilha pelo meio do mato.