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COLANDO ESPUMAS NA PAREDE

Estava num local, que parecia um curral, só que todo fechado. Nisto vi um homem segurando um feixe de feno. Eu pedi a ele que me entregasse, pois aquele feno, não pertencia a dele. Ele me entregou, Eu peguei e depois devolvi a ele o feno. Nisto vi outro homem dentro da local onde se guardava o feno. Este homem fechou a porta passando uma corrente nas grades e fechando com cadeado, só que ele ficou do lado de dentro. Eu então fiquei pensando que ele não era o domo e que deveria estar ali para pegar o feno que não era dele. Fui para um cômodo, onde eu colocava uma espécie de espuma em toda a parede. Parecia colchão, só que mais fino. Eu ficava colando, e quando terminava via que o primeiro já estava descolando da parede. Depois vi que em uma parte que não tinha colchão, alguém estava furando a parede, do outro lado, usando uma broca. Eu fiquei olhando. Foram dados dois furos. Depois, quem estava furando chegou os olhos nos furos para ver. Eu então aproximei dos furos e deixei que a pessoa me visse, A pessoa olhou e rapidamente tirou os olhos. Depois vi que a pessoa estava colocando massa nos buços, para tampá-los.

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CORRENDO VELOZMENTE DO BICHO ESTRANHO

Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

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ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
NASCERAM OS POLVINHOS, QUE CHEGARAM DE MANSINHO, PARA ORGULHO DO PAIZÃO.

NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
PROCUROU POR ZIQUINHO, E LHE DISSE BEM BAIXINHO, TER ENCONTRADO A SOLUÇÃO.

“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…