OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : fiat 147
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sexta-feira, 24 de julho de 2009

COM O VELHO FIAT 147


Estava num local, que não sei onde era. Nisto fui até onde a Rita trabalhava. Mas a loja estava num terreno vazio, onde só havia esta loja. Nisto ela pediu para eu levar o carro. Fui até o carro e vi que era um Fiat 147. Ele estava todo arrebentado, portas caindo, todo destruído mesmo. Então pensei que eu não sairia dirigindo aquela lata velha de jeito nenhum. Sai dali e voltei para minha casa. Lá liguei para o Carlos. Ele atendeu pensando ser a Rita. Então disse a ele que a Rita usava meu telefone e aquele era o meu. Disse a ele que o carro estava pronto e que ele podia ir buscá-lo na loja da Rita. Depois fui  num local, onde havia uma mulher, que deveria ter uns 20 anos. A gente estava encostado numa cerca, olhando algo. Eu estava pelado, só de camisa. Quando percebi que estava sem calça. Coloquei uma bermuda. Nisto esta tal mulher, me pediu para ir com ela até um lago. Ela disse que não sabia nadar e eu teria que ensinar a ela. Disse que também não sabia nada. Ela disse então que ficaria sentada no meu colo. Ai eu disse: “beleza, vamos nessa”.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

DE BICICLETA NA RUA ESTREITA


Estava num local, onde tinha deixado meu carro, que era um Fiat 147, estacionado em 45º. Nisto veio um homem, também dirigindo um Fiat 147 e parou ao lado do meu e ficou olhando lá dentro. Eu então cheguei, entrei no carro e sai. Numas ruas bem estreitas, que só cabia o carro, eu já estava de bicicleta. Havia vários cruzamentos. Eu parei no sinal, que estava fechado. Nisto passou um ônibus na rua paralela. Eu continuei parado, e quando vi as pessoas atravessando a rua, sai de bicicleta, mas só depois que me dei conta que o sinal estava aberto para os pedestres. Mas fui assim mesmo. Ali, onde é a estação da Rede ferroviária, tinha uma sala, que seria estacionamento de bicicletas. Eu entrei lá e perguntei a uma mulher que estava bordando um pano com as mãos quanto era para estacionar ali. Ela disse que eram três reais. Eu disse que só aceitaria se fossem dois reais, porque eu iria estacionar a bicicleta na rua mesmo. Que era o que eu tinha combinado com a Iara, para que ela a viesse pegar. Mas queria estacionar a bicicleta ali, porque ficava mais protegida. Mas a tal mulher disse que eram três reais mesmo. Mas mesmo assim, pegou a bicicleta, dobrou ela no meio, (nem sabia que ela dobrava assim) e colocou num cantinho atrás de uma moto que estava ali.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

ENCOSTADO NA PAREDE


Estava na Rede Ferroviária. Eu andava em cima dos vagões. Nisto vi várias pilhas bem altas, de pacotes tipo de cimento de 50 kg, só que se sabão em pó. Então vi uma pessoa dizendo que ali tinha 200 quilos. Mas parecia ter mais de 1000 quilos. Eu desci sobre os pacotes de sabão em pó. Cheguei numa pia e comecei a lavar as mãos. Minhas mãos pareciam que tinham uma tinta branca que nuca saia. Apareceram outras pessoas para lavar as mãos também. Eu esfregava e a cor branca não saia. Nisto chegou uma mulher e mandou que a gente parasse de lavar as mãos. Eu disse que a minha mão tinha cal e que não queria sair. Ela mandou parar assim mesmo. Nisto alguém, enfiou a mão debaixo da água que caia da torneira e jogou no meu rosto. Eu assustei e quando fui jogar água nele também, a mulher ficou me olhando, eu desisti e sai enxugando minhas mãos. Depois fui fazendo as contas e vi que meu dinheiro não ia dar para pagar todas as minhas dívidas. Estava encostado numa parede. Nisto lembrei que eu devia um dinheiro ao Israel e que teria que pagar com juros. Fiquei imaginando como eu faria. Então pensei que era melhor pagar ele primeiro, porque ele poderia fazer um escândalo se eu não o pagasse. Eu teria que viajar para encontrar com o Henrique. Eu tinha 2 horas para chegar onde o Henrique estava. Nisto eu já me vi onde o Henrique estava. Ele estava sentado lendo um jornal. Então eu disse a ele que tinha esquecido o dinheiro, para pegar o ônibus. Ele me mandou voltar bem rápido, porque u só tinha duas horas. Eu fui voltando dentro de um carro. Passando em frente a um bar vi o Henrique sentado lá dentro, Parei o carro na esquina, no meio da rua. Falei com o Henrique e ele me mandou ir rápido. Eu empurrei o carro para tirá-lo do meio da rua. Era um Fiat 147 (primeiro carro que a Fiat fez no Brasil). Quando eu o empurrei, ele saiu arrastando na beira do passeio, Eu olhei, mas fui embora. Eu desci três quarteirões que eram morros bem altos e cheguei logo em casa, Então pensei que por aquele caminho era bem fácil. Nisto alguém me pediu para olhar qual local tinha cerveja que fosse fácil de pegar, que estivesse da altura do meio fio. Eu então disse que tinha visto um bar que ficva deste jeito.