OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : escuro
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domingo, 1 de agosto de 2010

GRITANDO PARA ESPANTAR MONSTROS


Estava indo por uma rua do bairro Porto Velho. Era noite e estava bem escuro. Usava uma capa de frio. Com medo de alguém ou alguma coisa, ira pelo meio da rua, e gritando, como se fosse um monstro. Isto para espantar o que viesse. Nisto percebi que um homem vinha atrás de mim. Sai correndo, gritando como monstro.  Quando percebi, tinha outro na minha frente. Então dei um grande pulo, passando por cima deste que estava na minha frente. Continuei gritando e correndo. Estava chegando à beira do Rio Itapecerica, que ali, é bem largo. Não vi alternativa, senão voar por cima do rio. Correndo, ao chegar à beira do rio, pulei e sai voando sobre o leito do mesmo. Chegando do outro lado, havia uma estradinha. Esta estradinha era na verdade, a rua, cujo mato tinha tomado conta, e só ficara o local por onde as pessoas passavam. Ali eu já conhecia, mas como era noite, eu temia aparecer alguma coisa estranha. Então, continuei gritando, indo por aquele caminho. Até que cheguei à minha casa, que ficava ali na BDL. Entrei correndo em casa, temendo algum fantasma aparecer.

sábado, 26 de junho de 2010

A NOITE NA FUNDIÇÃO


Estava num local, que seria uma siderurgia ou fundição. Era noite e estava bem escuro. Eu corria por um trecho cercado de pelas e restos de fundição, que saia do pátio de onde eu estava e ia até num local alto, onde abaixo ficavam uns 5 fornos de fundição. Só que estes fornos, eram betoneiras, destas de fazer massa de concreto para pedreiro. Estava muito escuro, mas eu via os homens trabalhando nestas betoneiras, depois eles jogavam todo o ferro derretido no chão e viravam as betoneiras em cima do ferro derretido. Eu sempre ia muito rapidamente por este trecho, pois ia ali escondido do chefe, sempre ia lá correndo, eu e outros funcionários, para buscar um pedaço de chapa com a qual a gente escrevia no chão. Fui três vezes lá. Na quarta, fui mais devagar, pensando que se quisessem me mandar embora, eu não importaria. Arrumava outro emprego. Eu não iria mais fazer tudo aquilo correndo. Fui andando e sai daquele pátio e comecei a correr. Ia o mais rápido que podia, mas minhas pernas davam passos muito curtos. Havia uma grande poça d’água e fui correndo dentro dela. Comecei a ouvir o barulho de alguém correndo na poça d’água também. Só que este alguém vinha muito mais rápido que eu. Então chegando numa esquina, resolvi parar. A tal pessoa passou muito rapidamente. Fiquei pensando porque eu não conseguia correr tão rápido quanto ele.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

VOANDO E PEDINDO SOCORRO

Estava na Rua Minas Gerais, perto do posto do INSS. Estava meio escuro. Nisto comecei a voar, só que para trás. Voava da altura dos postes da Cemig. Então comecei a gritar por socorro. Havia algumas pessoas na Rua, mas ninguém nem olhava para mim. Fui voando toda a extensão da Rua Minas Gerais, até chegar ao bairro São Roque, que fica além do anel rodoviário. Chegando numa rua descalça deste bairro, cai de pé ao lado de uma mulher e um homem que estavam ali, olhando o horizonte. Fiquei de pé ao lado deles, olhando o horizonte, mas não via nada, apenas um morro que tinha a frente. Nisto comecei a voar novamente, e para trás, de novo. Gritei por socorro. A tal mulher veio correndo. Estiquei minha mão para tentar pegar a dela que estava esticada tentando me pegar. Mas a altura que eu voava, não dava para ela me pegar. Nisto ela parou e fui viando olhando ela se distanciar cada vez mais.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

A PORTA DE PAPELÃO E O COPO DE CAFÉ

Estava num local, parecido com um campo aberto. Estava meio escuro. Eu e o Israel íamos viajar a trabalho para o Henrique. Nós estávamos arrumando o carro com os equipamentos. Nisto o Israel me perguntou se eu sabia onde ficava a cidade aonde a gente ia. Eu disse que não sabia, mas era só ir seguindo no sentido de Bom Despacho que a gente chegava lá. Eu sabia que a cidade era longe. Nisto eu sai de lá e já me vi na rua Tome de sousa no porto velho, eu fui seguindo esta rua e cheguei num local que não existe lá na realidade. Era um tipo de bifurcação em “Y”. Havia vários carros passando de um lado ao outro e ônibus também. Eu fiquei no meio desta bifurcação. Nisto uma mulher chegou perto de mim e disse que era para eu sair dali senão seria atropelado. Eu sai  daquele lugar e pouco depois já estava numa casa, que não sei de quem era. Nisto lembrei que tinha esquecido o copo de café que eu tinha ido buscar numa casa em que estive. Então eu disse para uma pessoa que estava do meu lado que eu ia pedir ao Israel, quando ele viesse trazer o carro, pegasse meu copo de café. Esta pessoa então me disse que o Israel já tinha saído e não tinha como falar com ele. Eu então sai dali e vi a Luizinha brincando perto de uma porta. Eu então fui tirar esta porta que tinha uns cinco metros de altura, para que não caísse em cima dela. Mas a porta parecia ser feita de papelão e ficava balançando muito, Eu não conseguia fazer ela parar de balançar. Nisto a porta se dobrou e ficou encostada numa parede.