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terça-feira, 15 de setembro de 2009
METRALHADORAS DE ARTIFÍCIO
Estava numa rua, juntamente com duas pessoas. Estava escuro e só havia a iluminação do poste da Cemig. A gente carregava alguma coisa, que não sei o que era. De um local a outro que ficava a uns cinco metros distantes. Plantada na beira do passeio, tinha uma árvore muito grande e cujo tronco deveria ter um metro de diâmetro, mais ou menos. Em frente a esta árvore, Havaí o muro de uma casa, cujo portão pequeno, estava entreaberto. Nisto vimos passar do outro lado da rua, vários homens, todos armados com metralhadora. Eles seguiram em direção a esquina de cima, onde tinha um posto de saúde. Então falei para os dois homens que estavam ali comigo, que era uma gangue e que teria briga lá no posto. Nisto os caras com as metralhadoras, começaram a atirar. Corri e entre naquele pequeno portão. Os dois homens que estavam ali comigo saíram correndo e um deles bateu no portão, fazendo com que ele fechasse. Preso lá dentro, e não vendo nada que havia no fundo, quis sair, mas o portão não abria. Então fui colocando a cabeça por cima do muro, devagar, para ver como estava do outro lado. Eu via o fogo que saia das metralhadoras, que continuavam disparando. Então quis pular o muro, pois queria ir para onde estavam os outros dois. Fiquei pensando que não devia sair dali, pois estava seguro. Mas por mais que eu quisesse ficar, eu não conseguia. Então pulei o muro e fiquei atrás daquela imensa árvore. Depois com cuidado, fui dar uma olhada para ver como estava à situação. Nisto, dois homens me viram e vieram em minha direção atirando com as metralhadoras, na árvore onde eu estava atrás. Então fiquei pensando que não deveria ter saído de trás do muro e que eu estava perdido.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
VOANDO E PEDINDO SOCORRO
Estava na Rua Minas Gerais, perto do posto do INSS. Estava meio escuro. Nisto comecei a voar, só que para trás. Voava da altura dos postes da Cemig. Então comecei a gritar por socorro. Havia algumas pessoas na Rua, mas ninguém nem olhava para mim. Fui voando toda a extensão da Rua Minas Gerais, até chegar ao bairro São Roque, que fica além do anel rodoviário. Chegando numa rua descalça deste bairro, cai de pé ao lado de uma mulher e um homem que estavam ali, olhando o horizonte. Fiquei de pé ao lado deles, olhando o horizonte, mas não via nada, apenas um morro que tinha a frente. Nisto comecei a voar novamente, e para trás, de novo. Gritei por socorro. A tal mulher veio correndo. Estiquei minha mão para tentar pegar a dela que estava esticada tentando me pegar. Mas a altura que eu voava, não dava para ela me pegar. Nisto ela parou e fui viando olhando ela se distanciar cada vez mais.
terça-feira, 16 de junho de 2009
PÁSSAROS NO FIO
Estava deitado numa cama, bem e, frente a uma janela. Passava bem a frente desta janela, um fio da Cemig. Estava pousado ali um pássaro bem grande, do tamanho de uma galinha. Nisto chegou um pombo e pousou ali também. Nisto o pombo começou a bater naquele passar maior. Fiquei pensando como aquele pássaro deixava o pequeno lhe bater. Nisto o grande voou e foi embora. O pombo ficou ali. Então coloquei meu pé para fora da janela. Com meus dedos fui abaixando e fio. O pombo não voava, ficava apenas me olhando. Depois que o fio ficou bem esticado, eu soltei. O pombo saiu que nem um foguete para cima, como se fosse uma fecha. Eu fiquei rindo pra caramba.
sábado, 14 de março de 2009
LENDO NO ESPELHO
Estava chegando na casa da minha mãe, quando vi dois homens da Cemig, cortando os fios que traz energia para as casas. Quando eles foram apara a casa da minha tia Glória, me encontraram no portão e perguntaram por que ali constava como sendo de Paulo Cortez, se eles já tinham desligado da casa deste Paulo Cortez ao lado. Então eu disse que eu morava nos fundos da casa da minha tia, e estava no nome do meu pai. Eles saíram para desligar os fios. Nisto veio minha prima, a Valéria me perguntando o que estava havendo. Disse que a Cemig estava desligando os fios, porque agora não haveria fios suspenso, todos seriam por baixo da terra. Depois disse a ela que tinha sonhado com ela. Ela perguntou o sonho. Disse que a substituição dos fios para baixo da terra, não era para embelezar a cidade. Era a prefeitura que tinha que alcançar uma meta e precisava que as pessoas economizassem energia na marra. Fui para dentro de um quarto, onde havia um espelho pequeno, com algo escrito nele. Olhava o espelho de um anglo e via o que estava escrito nele. Saia um pouco daquele anglo e podia ver uma frase por trás da parede, que completava o que estava escrito no espelho. Era algo sobre Avançar sem medo numa direção. Não lembro a frase toda.
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quinta-feira, 9 de outubro de 2008
LAVANDO O PASSEIO COM UMA MANGUEIRA DE ÁGUA.
Eu estava numa rua, lavando o passeio com uma mangueira de água. O passeio estava cheio de folhas e eu ia jogando água para tirar as folhas. Nisto, quando cheguei numa esquina, a mangueira não vinha mais. Quando olhei, ela estava presa nos fios da Cemig. Alguém pegou um bambu e fui tirar a mangueira dos fios. Eu fiquei olhando e esperando ele terminar de tirá-la.
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