OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : betoneira
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sábado, 26 de junho de 2010

A NOITE NA FUNDIÇÃO


Estava num local, que seria uma siderurgia ou fundição. Era noite e estava bem escuro. Eu corria por um trecho cercado de pelas e restos de fundição, que saia do pátio de onde eu estava e ia até num local alto, onde abaixo ficavam uns 5 fornos de fundição. Só que estes fornos, eram betoneiras, destas de fazer massa de concreto para pedreiro. Estava muito escuro, mas eu via os homens trabalhando nestas betoneiras, depois eles jogavam todo o ferro derretido no chão e viravam as betoneiras em cima do ferro derretido. Eu sempre ia muito rapidamente por este trecho, pois ia ali escondido do chefe, sempre ia lá correndo, eu e outros funcionários, para buscar um pedaço de chapa com a qual a gente escrevia no chão. Fui três vezes lá. Na quarta, fui mais devagar, pensando que se quisessem me mandar embora, eu não importaria. Arrumava outro emprego. Eu não iria mais fazer tudo aquilo correndo. Fui andando e sai daquele pátio e comecei a correr. Ia o mais rápido que podia, mas minhas pernas davam passos muito curtos. Havia uma grande poça d’água e fui correndo dentro dela. Comecei a ouvir o barulho de alguém correndo na poça d’água também. Só que este alguém vinha muito mais rápido que eu. Então chegando numa esquina, resolvi parar. A tal pessoa passou muito rapidamente. Fiquei pensando porque eu não conseguia correr tão rápido quanto ele.

domingo, 26 de julho de 2009

JOGANDO O HOMEM NA BETONEIRA

Estava vindo por uma rua, quando vi nesta, um monte de terra. Havia um descampado depois desta terra e ali tinha um carroceiro. Passei por ele e fui andando por uma rua. Nisto chegou o Dílson, filho do Sr. Airton e começou a discutir com o carroceiro. Ambos vieram em minha direção. Cheguei numa casa, que seria a minha, e entrei. Eles entraram atrás de mim e o carroceiro me pediu uma fita métrica. Entreguei a ele e ele mediu o Dílson com quem estava discutindo. Daí eles saíram e fui atrás, para pegar minha fita métrica de volta. Nisto o tal carroceiro, pegou o Dílson que discutia com ele, colocou o mesmo dentro de uma betoneira (usada para misturar concreto), que ficava em cima de sua carroça. A betoneira estava funcionando. Então, com medo do tal carroceiro me jogar lá também, desisti de pedir a ele a fita métrica. Entrei na casa e fui até uma janela, onde em frente havia um edifício cujo dois andares tinham a frente toda de vidro. Olhei para este prédio e no andar de cima vi o Dílson andando de um lado para outro. E no de baixo, estava o carroceiro, também andando de um lado para outro.