Estava num local, que parecia ser o terraço de um prédio. Nisto alguém me chamou, dizendo que a água estava subindo muito, porque tinha entupindo a saída dela. Por uma abertura pequena, subi num telhado de folha de zinco. Fui caminhando com dificuldades, para não escorregar, segurando uma chave de fenda. Quando cheguei perto da saída da água, vi que era um bueiro, que estava entupido e a água não descia. Quando fui tentar remover o lixo que entupia, ele se deslocou a e água começou a descer. Fui revirando assim mesmo, para que a água levasse o resto do lixo. Do meu lado estava o “Segundinho”. Sentado numa cadeira de praia, num pedaço de laje, estava o israel. Pouco a minha frente, havia outra abertura, para onde o “Segundinho” foi para sair. Fui tentar ir por ali também, mas escorreguei nas telhas. Decidi então voltar pelo caminho que tinha feito para ir até ali. Ao pisar nas folhas de zinco, elas se deslocaram e saíram escorregando comigo em cima. Cai sentado nelas. Assim elas pararam de se deslocarem. Fui me arrastando até a saída.
Mostrando postagens com marcador Segundinho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Segundinho. Mostrar todas as postagens
sábado, 6 de novembro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
O ANIVERSÁRIO
Estava indo para um local, que seria o shopping onde a Rita trabalha. Já chegando lá perto, vi que dentro da loja onde a Rita trabalha, estavam os irmãos dela. Vi claramente o “Segundinho”, e outros irmãos dela. Pensei em não ir mais, porque não queria encontrar com os irmãos dela. Nisto o “segundinho” me encontrou do lado de fora e perguntou se eu iria ao aniversário do filho dele. Respondi rapidamente dizendo que iria sim, mas em pensamento sabia que não iria. Ele dizia que tinha mandado os convites. Disse que tinha recebido que estaria lá. Mas continuava em pensamento tendo certeza que não iria.
domingo, 3 de outubro de 2010
O BERÇO NA PORTA
Estava indo por uma rua, até que cheguei ao final dela, onde havia algumas crianças brincando na porta de uma casa, e o Segundinho sentado cantando: “Vamos subir Galôoooo, vamos subir Galôoo.” Se referindo ao clube Atlético Mineiro. As crianças ficavam gritando “Cruzeiiiro”. Entrei na casa e a dona Judith estava lá dentro. Ela me deu um punhado (mão cheia) de bombinhas. Quando peguei as bombinhas, elas começaram a ficarem vermelhas e prontas para explodirem. Então joguei todas no chão e gritei que iam explodir. Nisto a dona Judith saiu pegando as bombinhas, dizendo que era assim mesmo e que nada iria explodir. Enquanto ela pegava as bombinhas, vi que havia um berço, tipo Moisés, afixado no portal da porta de entrada para a cozinha. Ele estava preso de um lado só, deixando pouco espaço para alguém passar. Eu passei porque sou bem magro. Ao passar, vi dentro deste berço um bebê que dormia. Peguei uma garrafa de coca cola de dois litros, que estava com água, para eu beber. Quando fui tentar beber a água, ali perto do bebê, o Segundinho tentava entrar na cozinha. Mas ele é meio gordinho e não conseguia passar pelo berço preso na porta. Ele esforçava muito para passar e começou a entortar o tal beco, para cabê-lo. A criança então começou a chorar. Mas o Segundinho conseguiu passar.
sábado, 14 de novembro de 2009
DISCUTINDO PELO HORÁRIO DE TRABALHO
Estava numa sala de uma casa. O Segundinho estava lá, conversando com uma pessoa que tinha o apelido de “gato”, devido à cor dos olhos dele. Este tal “gato” queria trabalhar no supermercado do Segundinho. Mas ele queria trabalhar no horário de 7 da manhã as duas da tarde. Mas o Segundinho dizia que dependia do Fernando escolher primeiro qual horário queria trabalhar. Fiquei pensando que o Fernando estava sendo bobo demais, porque o melhor horário era aquele. Trabalhar no outro horário, das 2 da tarde até dez da noite era o pior que tinha. Então ouvi a Rita, irmã do segundinho, dizendo que o Fernando iria trabalhar era das duas às 10 da noite. Ai eu disse que não. Que iria trabalhar era de manhã. Ela então disse que achava o horário da noite melhor para o Fernando. E que eu não deveria dar palpites. Então disse que independia da opinião dela, para dizer em qual horário o Fernando iria trabalhar, e que seria na parte da manhã.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
TABULEIRO DE PÃES
Estava numa casa, com várias pessoas. Eu entrei num quarto, que estava meio escuro. Olhei pela fresta da janela e vi na sacada de um apartamento três pessoas conversando. Uma delas era o Guida. Ele deveria estar no quinto andar mais ou menos. Nisto chegaram neste quarto o Segundinho e outra pessoa. Nós saímos para uma varanda desta casa e as pessoas que estavam no apartamento nos cumprimentaram. Nisto apareceu o Ciririca e eu fui cumprimentá-lo, visto que eu tinha muito tempo que o não via. Nós ficamos rindo ali, até que alguém, de dentro de um cômodo jogou para esta varanda, o que seria um tabuleiro de assar pães, em padaria. Só que este tabuleiro era comprido e fininho. Depois jogou outro com pães menores. Eu contei os pães maiores e deu 60. Então fiquei conversando com o Ciririca como deveria ser o forno que cabiam aqueles tabuleiros.
domingo, 10 de agosto de 2008
OS COELHOS NO GUARDA-ROUPAS
Estava na casa da Dona Judit. Estava num quarto onde estavam o Fernando e o Segundinho. Nisto chegou o Israel e eu então sai dali e fui para meu quarto. Quando abri a porta do meio do meu guarda-roupa, vi que a Nathália tinha colocado ali duas calças dela. Não gostei de ver a roupa dela ali e ia pedir a ela para tirá-la de lá. Nisto, quando fechei a porta, o guarda-roupa partiu ao meio. Uma metade encostou-se à parede do lado e a outra foi caindo e eu segurei. Fui tentando encostar as duas metades novamente, quando o Fernando e o Israel chegaram lá. O Fernando me chamou e eu disse que não dava, pois estava segurando o guarda-roupa que tinha partido. Nisto o Israel pegou a metade que tinha se encostado à parede e foi tentar me ajudar. Nisto uma tábua da lateral do guarda-roupa caiu e bateu numa cadeira, quebrando um pedaço do encosto da cadeira. A cadeira era do Sr. Ary. Então eu disse que o Sr. Ary iria reclamar muito do ocorrido. Fui para um local, que era uma praça redonda. Mas não tinha nada, ela era toda cimentada e colorida com círculos redondos cada um de uma cor. Esta praça deveria ter o tamanho de um quarteirão. Eu tinha ficado sabendo que o coelho que eu tinha dado a uma pessoa, tinha tido filhotes. Então eu fui atravessando esta praça para o outro lado. No centro dela tinha um circulo das cores do arco Iris. Quando chegava ao final dela, vi um galpão e uma pessoa lá dentro. Eu sabia que aquela pessoa era a quem eu tinha dado o coelho. Logo depois do galpão tinha um cercado. Eu fui direto ao cercado e vi lá o coelho e três coelhinhos. Nisto o coelho pulou em mim, me agarrando próximo ao pescoço. Eu o segurava pelo pescoço, para que ele não me mordesse. Cai no chão, tentando tirar o coelho e não conseguia. Não tinha ninguém na praça. Então peguei as orelhas do coelho e puxei, mas ele não se soltava. Fui arrastando para longe do cercado, pois assim ele veria que eu não queria pegar os filhotes. Mas mesmo assim o coelho continuava agarrado. Mas ele não tentava me morder.
domingo, 13 de julho de 2008
NA FESTA, ATACADO PELO URSO
Estava na casa do Sr. Ary, Era uma festa que estava acontecendo lá. Só que do lado de dentro da casa, parecia uma rua com vários lotes, sem ninguém por lá. Eu estava ao lado do Segundinho. O Israel estava um pouco mais adiante. O dia estava claro. Nisto o pessoal começou a ir embora. Quando eu vi eles saindo, eu me dei conta que tinha prometido nunca mais ir na casa do Sr. Ary. Fiquei pensando no que tinha feito, e todos iam achar que eu só fui lá por causa da comida da festa. Fiquei chateado comigo mesmo. Eu pensei comigo que já tinha 12 anos que eu não ia lá. Então eu fui saindo também, tentando me afastar do Israel, para não ter que despedir dele. Despedi-me do Segundinho, do Sr. Ary e nisto o Israel chegou perto e eu tive que me despedir dele também. Sai chateado pensando porque eu tinha me esquecido de que não colocaria mais os pés ali. Quando atravessava a pracinha que tem ali perto, veio uns bichinhos pequenos, do tamanho de rato, mas a forma de cachorro e começaram a me atacar, Eu sai correndo, mas só conseguia correr em câmara lenta. Quanto mais força eu fazia para correr, mais devagar eu ia. Nisto um destes bichos entrou por dentro da barra da minha calça e começou a me morder. peguei dois pedaços de pau, parecido com perna de pau, que os malabaristas usam. Nisto vi um urso passando por mim. Eu então pensei e passar bem devagar para não assustar o urso e ele me atacar. Mas o urso era do tamanho de um cachorro comum. Mas eu acabei esbarrando no urso e ele veio ferozmente em minha direção. Eu o segurava com as pernas de pau, sempre me protegendo das mordidas que ele tentava dar em mim. Mas teve um momento que ele mordeu o peito do meu pé. Eu dei um grito e peguei um dos paus que estavam na minha mão e finquei nas costas dele. Eu punha toda minha força, mas ele não soltava o meu pé.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
CARREGANDO PANELA DE ÁGUA
Estava indo na praça de baixo do bairro Porto Velho. Eu carregava uma panela na mão esquerda e um copo com água com a mão direita. Quando esta no meio da praça, vi três homens conversando. Eu passei por trás deles. Mas teve um que me empurrou e eu quase derramei a água. Continuei andando, e este homem que me empurrou, veio atrás de mim e disse que ia me jogar no chão. Mas ele estava totalmente embriagado e não conseguia me alcançar. Um dos outros que ficaram disseram que eu ia bater a panela na cabeça dele, que era para ele ter cuidado. Eu virei à rua da casa da Dona Judit e no portão estavam o Segundinho e outro homem conversando com ele. Quando o homem embriagado me viu me aproximando do Segundinho, ele voltou. Eu cheguei e perguntei se a Rita estava lá. O Segundinho disse que sim, e que eu podia entrar. Eu fui abrindo o portão, depois desisti e pedi ao Segundinho para chamá-la para mim. Ele disse que era para eu entrar, não precisava avisar não. Mas eu não entrei.
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
267 BATATAS FRITAS
Estava num local parecido com um galpão. O Segundinho estava fritando batata palito. Ele colocava as batatas em pé, enfileiradas, em cima de um beiral que tinha no galpão encostando as mesmas na parede. Eu fui até lá, peguei três destas batas e sai comendo. O Segundinho então começou a reclamar dizendo que estava colocando as batatas ali e não era para comê-las, pois já tinha colocado 267 batatas fritas naquele beiral.
Assinar:
Postagens (Atom)






