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DE VOLTA AO SEGUNDO GRAU


Estava dentro de uma sala de aula. Estava na escola Joaquim Nabuco, que fica ali na Avenida primeiro de junho. A sala estava cheia. Só que a maioria das pessoas, falavam ao mesmo tempo. Alguém me perguntou, porque eu estava fazendo o segundo grau, se eu já tinha feito faculdade nos Estados Unidos. Disse que o ensino superior de lá, não valia no Brazil, e por isto tinha que estudar tudo novamente. Levantei da carteira, e sai da escola. Estava escurecendo. Fui indo pela Avenida Primeiro de Junho, em direção a Rua Goiás. No sinal da Rua São Paulo, os carros estavam parados, esperando o mesmo abrir. Só que havia carros em cima do passeio também, esperando o sinal abrir. Fui passando entre os carros e o canto do passeio. Quando fui passar por um ônibus, este deslizou em minha direção, me espremendo na parede. Cai no chão, rapidamente, para não ser esmagado. Fiquei no chão, mas o ônibus estava tão baixo, que ficou prendendo minha perna, bem encostado na roda. Olhei bem, e vi que estava atrás da roda, e assim quando o ônibus saísse, ele não passaria em cima dela. Fui fazendo muita força, até que me consegui soltar e sai dali.

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Estava numa estrada comprida e reta, cercada de mato em ambos os lados. Nisto veio um bicho em alta velocidade. Alguém gritou para sair da frente, porque o bicho era muito feroz. Então dei um pulo e ele passou rapidamente. Sai correndo atrás do bicho, tão rápido quanto ele ia. Depois o bicho mudou de direção, vindo correndo atrás de mim. Sai correndo velozmente, mas o bicho estava me alcançando. Então pensei que era só voar que ele não me pegaria. Dei um grande salto e sai voando. Nisto vi o bicho passando logo abaixo de mim. Via só a poeira que ele fazia. O bicho mesmo não via. Fiquei pensando que ainda bem que o tal bicho não voava, senão estaria perdido.

ZIQUINHO, O POLVINHO DIFERENTE

NO FUNDO DE UM MAR BRAVIO, NO PORÃO DE UM NAVIO, QUE NAUFRAGOU POR LÁ.
DONA POLVA ESTÁ CONTENTE, SEU MARIDO IMPACIENTE, POIS SEUS FILHOS VÃO CHEGAR.

NAQUELE MESMO DIA, DURANTE UMA CALMARIA, DE UMA TARDE DE VERÃO.
NASCERAM OS POLVINHOS, QUE CHEGARAM DE MANSINHO, PARA ORGULHO DO PAIZÃO.

NASCERAM OS POLVINHOS, QUASE TODOS IGUAISZINHOS, SE NÃO FOSSE UM DOS IRMÃOS.
ENQUANTO SETE DOS POLVINHOS ERAM TODOS IGUAISZINHOS, UM SÓ ERAM BRANCÃO.

POR SER TÃO DIFERENTE, DERAM-LHE O NOME DE GENTE, ÀQUELE POLVINHO ENGRAÇADO.
POR SER TÃO BRANQUINHO, E BASTANTE MIUDINHO, DE ZIQUINHO FOI CHAMADO.

ENQUANTO TODA TURMINHA, VINHA PELA TARDINHA, E NO NAVIO BRINCAVA.
ZIQUINHO TRISTE SENTADO, SENTINDO-SE REJEITADO, NÃO SE CONFORMAVA.

MAS O SÁBIO PROFESSOR, QUE ENTENDIA TUDO DE COR, ERA UM GRANDE TUBARÃO.
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“ZIQUINHO VOU LHE DIZER TUDO QUE TENS A FAZER, PARA PRETINHO FICAR”
“TOME CUIDADO COM A ARRAIA, NADE ATÉ UMA PRAIA E DEIXE O SOL TE QUE…

PRAIA GRANDE / SÃO PAULO - ESTÂNCIA BALNEÁRIA

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