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O TUCANO E AS MANGAS


Estava numa rua estreita, num local que seria a praça de um mercado central. Estava com o painel do aparelho de medir a qualidade do ar. Nisto passou o ônibus e parou para eu subir. O ônibus foi fazendo as curvas daquela ruazinha estreita, quase batendo nas casas, que ficavam rente a rua. Depois de andar bastante, o ônibus parou também numa rua bem estreita. Desci com o painel e fiquei ali, esperando por alguém. Fiquei com receio de acontecer alguma coisa, pois não conhecia o local onde eu estava. Nisto, vi uma casa, com um pé de manga. Este pé havia poucas folhas e várias mangas amarelas, já maduras. Fui até lá, subi no pé e comecei a chupar as mangas. Só que eu mordia na manga, chupava um pedaço só, sem retirar a manga do pé. Fiz isto com quase todas as mangas. Quando desci do pé de manga, fiquei anotando algo em minha prancheta. Nisto chegou O Vitinho. Ele então me mostrou o pé de manga, dizendo que não sabia o que estava acontecendo, pois todas as mangas estavam faltando um pedaço. Nisto vi um tucano pousado num dos galhos do pé de manga. Então mostrei ao Vitinho, que era o tucano que estava comendo as mangas. Ao mostrar o tucano, vi uma manga que não tinha sido comida ainda. Então disse a ele que aquela seria minha, pois era a única que não estava mordida. Continuei anotando algo em minha prancheta, dizendo ao Vitinho, que eu iria pegar a manga, quando terminasse as anotações.

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