ESTAVA
EM UMA PRAIA. DEVERIA CORRER TODA A EXTENSÃO DA PRAIA QUE ERA EM CURVA. NA
OUTRA PONTA DA PRAIA TINHA UM CÔMODO, ONDE O QUE EU DEVERIA PEGAR ESTAVA LÁ
DENTRO. SAI CORRENDO NA AREIA DA PRAIA, QUANDO A CERTA ALTURA A MARÉ COMEÇOU A
SUBIR. QUANDO AS ÁGUAS DO MAR ATINGIRAM MEU PÉ, DEITEI DE COSTAS E FUI TENTANDO
NADAR, MESMO A ÁGUA ESTANDO A MENOS DE UM PALMO DE ALTURA. EU SÓ SABIA NADAR DE
COSTAS. MAS A MARÉ DESCEU UM POUCO E ENTÃO PUDE LEVANTAR E CONTINUEI CORRENDO.
MAS A MARÉ SUBIU DE NOVO E ENTÃO DEITEI DE COSTAS E FUI NADANDO. SÓ QUE DESTA
VEZ AS ÁGUAS DO MAR SUBIRAM MUITO E ENTÃO FUI NADANDO, MAS SEMPRE PERTO DA
PRAIA. NISTO AS ÁGUAS DESCERAM MAIS UMA VEZ, MAS NÃO DESCERAM TOTALMENTE. ENTÃO
UM HOMEM QUE VINHA NO SENTIDO CONTRÁRIO DISSE QUE EU NÃO DEVERIA SEGUIR
NADANDO, PORQUE AS ÁGUAS IAM SUBIR MUITO E EU NÃO CONSEGUIRIA CHEGAR ONDE
QUERIA. DECIDI ENTÃO RETORNAR AO PONTO DE PARTIDA E ESPERAR A MARÉ BAIXAR.
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domingo, 9 de setembro de 2012
NA PRAIA
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SONHOS
Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
National Forest Development Road 3650, Malheur National Forest, OR, EUA
sábado, 17 de abril de 2010
COM A TOYOTA NA ESTRADA INUNDADA
Estava com o Fabrício, meu chefe, indo trabalhar. A gente estava numa caminhonete destas grandes, da Toyota. Eu ia em pé, na carroceria, segurando na cabine. A gente ia por uma estrada de terra, que a gente já conhecia. esta estrada beirava sempre um ribeirão. Nisto chegou num ponto que esta estrada estava inundada. O Fabrício continuou dirigindo assim mesmo. Até que a água estava da altura das laterais da carroceria da caminhonete. Mas não entrava na carroceria. Nisto o Fabrício parou, pois a frente estava um local, onde a estrada descia um morro. Então imaginamos que a caminhonete afundaria ali. O Fabrício então fez uma manobra e voltou. Quando chegou num local da estrada que não tinha água. Ele parou a caminhonete rente uma cerca de arame. Desceu e disse que a gente ia a pé. Perguntei se era naquela estrada inundada. Ele disse que sim. O carro não passava, mas a gente podia ir nadando. Fomos indo pela estrada, sem tirar a roupa nem nada. Quando a água estava na altura do meu peito, sai nadando, seguindo aquela inundação. Olhei para os lados e vi que a inundação só acontecia na estrada mesmo. Na mata ao lado, não tinha água nenhuma. Fui nadando e pensando porque a gente não ia pelo mato, que era muito mais fácil.
sábado, 25 de abril de 2009
CORRENDO DA ENCHENTE
Estava na Rua São Paulo, em frente ao Banco do Brasil. Havia algumas pessoas lá. Estava acontecendo uma enchente e a água estava na minha canela. Sai correndo pela Av. Getúlio Vargas, em direção a Rua Goiás. Quando cheguei perto da Rua Goiás, vi dois homens nadando em direção a Rua Pernambuco. Percebi que eram lutadores de Box e por isto eles conseguiam nadar. Virei a Rua Goiás em Direção a Avenida primeiro de Junho e percebi que mesmo eu estando subindo a rua, a água continuava na minha canela. Então percebi que a enchente acompanhava o nível da rua, não importava em que altura estava. Então imaginei que não adiantava eu ir para a catedral, que era mais alto, porque a água estaria lá também. Continuei correndo e fui para minha casa, buscar um bote salva vidas, que assim poderia ficar eu, o Fernando e a Nathália, salvos.
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